Símbolo de resistência da população LGBTQIA+, leques estão mais presentes no Carnaval de BH

Acessório é usado como sinônimo de pertencimento, identidade, segurança e até mesmo para se localizar no meio da multidão. 'Mar de leques' no Beiço do Wando, em BH

"Vrá, vrá!”. O estralar dos leques continuam marcando presença no Carnaval de Belo Horizonte.

Coloridos, pretos, com dizeres e com a bandeira do arco-íris, o acessório se tornou parte da vestimenta do folião.

No bloco Abalô-caxi, na Via das Artes, na Avenida Amazonas, no Centro da capital, diversas pessoas se encontraram em um movimento sincronizado.

Coloca o vídeo das batendo leque

E tem gente aproveitando que o produto está em alta e tenta faturar uma grana, neste Carnaval.

O vendedor ambulante Robson Jesus disse que as vendas estão bombando. O leque custa cerca de R$ 20.

“Está dando para vender bastante o material, tá dando pra poder salvar a correria do Carnaval. O LGBTQIA+ é o que tem sido bastante procurado. Eu tenho várias cores diferenciadas, mas o LGBTQIA+, é o que tá mais vendendo, realmente”, afirmou o vendedor.

O programador Alex Dias, 28 anos, não saiu de casa sem o leque.

“Isso daqui é um símbolo, né? A gente usa pra poder se representar no meio, para poder se localizar. O momento que todo mundo bate esse leque, sabemos que é um meio seguro, que estamos no meio dos nossos”, disse o programador.

No bloco em homenagem a cantora estadunidense, Taylor Swif, realizado neste sábado (1º), os foliões também fizeram bonito.

coloca video do bloco da taylor

https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/carnaval/2025/noticia/2025/03/02/simbolo-de-resistencia-da-populacao-lgbtqia-leques-estao-mais-presentes-no-carnaval-de-bh.ghtml

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