A inflação do Bitcoin é de cerca de 1,75% ao ano (e caindo) e vai continuar diminuindo a cada halving, até se aproximar de 0% em 2140, graças ao limite fixo de 21 milhões de unidades. O Monero, por outro lado, utiliza um modelo de emissão infinita, mantendo uma inflação constante de 0,87% ao ano. Isso significa que, mesmo sendo baixa, a inflação do Monero nunca chegará a zero, o que a torna exatamente igual as moedas fiat, enquanto o Bitcoin é escasso por definição. Além disso, a utilidade prática do Bitcoin já está mais do que comprovada, sendo até mesmo usado como moeda em diversos países, como El Salvador, e amplamente aceito por comércios em várias cidades até mesmo do Brasil como Rolante e Jericoacoara. A escassez do Bitcoin não elimina sua utilidade, mas, pelo contrário, reforça sua adoção como reserva de valor e meio de troca.

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Discussion

A emissão de moeda fiduciária não é descentralizada, previsível ou requer PoW. Parece muito diferente para mim.

Essas características tornam o Monero mais próximo do ouro. Até mesmo o ouro, o dinheiro da humanidade por milhares de anos, teve uma pequena quantidade de inflação anual por milhares de anos e continua até hoje. O fornecimento fixo do Bitcoin é uma aposta arriscada em sua segurança futura.

Sim, e a grande maioria desses usuários em El Salvador e no Brasil está usando carteiras de custódia, então eles não estão usando Bitcoin. Eles estão usando IOUs que podem ser inflados.