Darwin estava meio certo

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Eu não consegui me adaptar ainda, estou presa no próprio corpo, me sinto muitas, já escrevi muitos poemas sobre minha vida, as vozes e o vazio... Férias de mim, preciso de férias de mim, ...hihihi

Estou escrevendo um novo poema faz uns dias, que é sobre isso mesmo ... mais uns dias acabo reviso e publico ... no fim de semana passado assisti um DVD do The Cure, uma trilogia, putz, 3 shows, me afetaram, 3 h de música, começa em melancolia alegrinha e termina em melancolia assustadora e azeda, mas a música é maravilhosa e não consegui parar. Fquei muito deprimida e não consegui me recuperar ainda.

Temos que falar sobre o The Cure. Na minha opinião o Robert Smith é um brincalhão...toda aquela melancolia é uma vestimenta de Clown. Não leve a sério.. acho que ele falou isso numa entrevista

Eu nem conhecia muito o Cure, não é da minha época, O marido que tem um monte de discos e DVDs de shows...

Mas adorei a trilogy, bem o meu tipo de música, começa em triste melancolia e vai ficando pior, pior e pior ...estou louca pra ouvir de novo.

Eu embarquei numa época na vibe desses caras...Joy Division etc. Mas depois saí logo ..kkkkk...muito barra pesada pra mim.

Sex Pistols , Bauhaus e Siouxsie and the Banshees já escutei aqui. Agora tenho que conseguir as músicas do Joy Division, me identifiquei muito com Ian Curtis, sofremos das mesmas doenças, epilepsia e depressão.

Sabe nostr:npub1z7e40d5qfkstsqwc3cfrmgyk5slc97kn8ha2pv6rnyzsmnlpmjwqvexw3g , tu é uma das raras pessoas muito interessantes que encontrei aqui nessa rede, obrigada por compartilhar comigo assuntos tão legais ... 💋💋💋💋

Obrigado por ouvir. Eu acredito que você seja totalmente avessa a dicas e conselhos... principalmente de estranhos ...uma alma livre, jovem, artista e com os olhos atentos para desvendar o mundo. Mas aqui vai uma mensagem de alguém que esteve bem próximo dos sintomas que você descreveu. Ouviu? conheceu?...ótimo, mas não se alimente desses caras. Você tem talento e esse mundo precisa do que você faz...beleza.

O Ian não ouviu, nem o Kurt.

Deixe esse lugar mais bonito do que quando você chegou. Sol na vida, nas letras e na música. 💗

Lindas tuas palavras, gentis e encorajadoras. Você está certo, eu sou uma alma livre, jovem e raivosa, com os olhos atentos para observar o mundo. Estou comprometida com minha vida e sei que tenho algo valioso a oferecer ao meu mundo.

Entendo as preocupações que você expressou, e agradeço por compartilhá-las comigo. No entanto, quero garantir a você que não tenho nenhuma intenção de fazer algo irreversível. A vida é preciosa demais. A verdade é que eu sempre tive muitas pessoas na minha cabeça, não sou maluca não, gosto de ser assim, até escrevi um poema sobre as vozes, (Sou todas e não sou ninguém, 2021. De antes deu casar). Mas minha antecessora tinha depressão como eu, ela não conseguiu lidar e acabou pulando do décimo andar de um prédio, uns anos depois conheci meu futuro marido, acabado, no fundo do poço...

Sempre gostei de olhar para o fundo do abismo, como um desafio. Extrapolo a loucura na minha poesia. Obrigada Bob, aprecio teu apoio.

Sou Todas e Não Sou Ninguém, 2021

https://ayalahpoemas.blogspot.com/2024/11/sou-todas-e-nao-sou-ninguem.html?m=1

Walt Whitman tem um poema sobre isso. Ele também continha multidões. O vazio na perspectiva oriental é rico...aqui é necessidade de preenchimento. Isso dá uma baita conversa...mas a chave da adaptação não é se enquadrar