Precisamos falar sobre fronteiras. (Agora falei que nem um esquerdista)
Essas linhas imaginárias arbitrárias do Estado cujo único objetivo é manter refém seus circunscritos, escravizá-los e servir como matéria prima humana para guerras.
Sua nacionalidade pode mudar depois de uma guerra estatal ou depois de uma canetada de um ente a serviço do Leviatã.
Suas leis, rabiscadas em um pedaço de papel qualquer, impositivas, servem para coagir qualquer um que ouse questioná-las.
Não sou mineiro, nem brasileiro, sou um homem livre. Não reconheço nenhuma lei escrita por esses entes estatais que não teve meu consentimento, tão pouco minha assinatura. Não reconheço nenhum juiz, ente ou autoridade estatal.
Minha propriedade privada é soberana. Se o leviatã pode eu também posso delimitar minhas fronteiras. Declaro a independência da minha propriedade privada do estado brasileiro. Suas leis não valem mais nada aqui. Da mesma forma que não pode haver nenhum tipo de cobrança de imposto entre estados soberamo, reservo-me o direito de criar minha própria força armada para repelir qualquer tipo de agressão do estado vizinho, no caso o brasileiro.
Declaro pois criado o Estado Privado do Castielistão no memorável dia de 18 de Agosto de 2024.