É admiração sincera. Tenha certeza disso. Aliás, se você tivesse conhecimento dos projetos sociais que ela desenvolve para ajudar crianças carentes no Brasil, certamente entenderia perfeitamente.
A mesma maldade que eu via no Benjamin, vejo em forma de bondade na Lea, de modo exatamente proporcional. Talvez seja por isso que os irmãos são sempre tão diferentes, né!? E esse caso não foge à regra.
Aliás, outro ponto que sempre me chamou bastante atenção foi a honestidade. Se ela quisesse, por exemplo, poderia ficar com os seus 20 mil satoshis e simplesmente alegar que não conseguiu recuperar o acesso para você.
Mas não. Ela não somente recuperou o acesso (fazendo um *FAVOR* para um mero *DESCONHECIDO*) como também estavam intactos os seus 20 mil satoshis.
O meu saudoso avô costumava dizer que a verdade se apresenta sozinha, basta apenas que saibamos observar....