acredito, mas com aquele pé atrás básico de são tomé. não há nada de tão belo que não possa ser corrompido pelos homens, vide cristo. mas, sim, é nessa descentralização e resistência que eu acredito, é disso que tô falando. o que não vai impedir os estados de marginaliza-lo. no fim, bitcoin pode ser a resposta ao social score, aos cndc’s, aos passaportes da vida. mas tudo no underground, à guisa de resistência mesmo. até porque né… se institucionalizar, qual seria a grande diferença entre o que temos
hoje? só mais poder concentrado nas mãos dos mesmos 1%.
Bitcoin é só uma ferramenta. Ser marginalizado significa que a sociedade como um todo ainda não está preparada para aceitar e usar essa ferramenta, logo os que prezam pela liberdade, se forem poucos, continuarão no underground. O institucionalizar pode ser bom, porque a mesma ferramenta/valor seriam usados por ambos.
sociedade não manda em nada, bicho, quando muito manda no rumo da novela das nove — depois de baixar a cabeça pro que o senhor bonner mandar. e o senhor bonner logo logo vai estar celebrando o real digital. os caras são baitas enxadristas, quanto a isso não há dúvidas.
“bitcoin financia o terrorismo”, aquele velho capítulo agora recauchutado, versão WW3.
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Ok, só não estou entendendo onde vc deseja chegar, rs.
de onde eu parti, ouroboros haha
bitcoin != institucional
bitcoin == resistência
Tá, mas o que isso muda a realidade das coisas?
Pra mim também é resistência, mas também é adoção, liberdade e usa quem desejar, seja bancos, governos, pessoas, criminosos, esquerdistas, direitistas, anarcocapitalistas e etc.
mas adoção não é antônimo de resistência. na real, espero que cada vez mais gente resista. ainda assim: resistência. quando o preço voltar pra perto de zero, o que acredito que deva acontecer depois do próximo ATH, e a narrativa pra isso há de ser brutal, sem precedentes, a gente vê quem continua e quem pula fora do barco.
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