Investimento em educação deveria ser mínimo por parte de governos, para que o mercado competisse e se mantivesse a multiplicidade dos programas curriculares concorrendo entre si ou atendendo nichos da população (atividades especificas de uma região, ensino religioso, etc).
O governo faria muito mais com muito menos fornecendo bolsas de ensino superior para os melhores alunos, ao invés de gastar fortunas com universidades, podendo focar em ensino básico para a classe mais pobre.