Cada um desses grupos pode exercer influência, mas a verdadeira dinâmica de poder é muito mais complexa e fragmentada. O controle efetivo vem do jogo de interesses dentro das estruturas de poder nacionais e internacionais, e não de uma conspiração unificada de globalistas, ONGs ou blocos políticos.
Blocos, países, forças militares não possuem mais tanto poder centralizado na ameaça ou em fala. O mercado, as hierarquias, burocracia, informação descentralizada da mídia, e os drones enfraqueceram muito tudo isso. Aos poucos "quem manda" vai ficando mais independente, de forma individual ou em grupos menores dentro das grandes organizações.