Sinceramente, tirando todo fator emocional, um cadáver é um objeto. Uma pessoa já sem vida passa a ser algo sem direitos e etc, na prática é um objeto, a posse dele é da família e ela deveria decidir o que fazer. No entanto nesse caso envolve uma outra pessoa e essa sim viva! O bb que está em seu estado gestacional está vivo e tem todos os seus direitos naturais resguardados, o direto da posse do corpo não pode se sobrepor ao direito da vida do bb.
Agora, quem vai pagar essa conta no final, ai acho q isso é discutível.