O ateísmo é um belo conto de fadas sussurrado em corredores escuros no labirinto da nossa mente,
onde almas perdidas se abraçam à purgação como a amantes decadentes.
Na perdição, as esperanças se desvanecem em risos monstruosos,
e a luz, essa cruel tirana, é banida para longe,
como um tiroteio distante de verdades esquecidas.