Por isso que uso Debian. Estabilidade é tudo. Para ele "quebrar", só se for manualmente usando comandos voluntários ou instalando malware.

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Eu bato na madeira. Sempre que vejo alguém falando isso, eu lembro do Salmo 91:7, por que, pasme, nunca nenhum Linux quebrou na minha mão, ainda mais de um jeito dramático assim.

Atualmente, uso justamente o Ubuntu em uma máquina e o Arch em outra, mas já usei Fedora, Debian, Pop, etc. e nunca tive grande dor de cabeça. Até lembro que um dia tive problema na placa gráfica no temível "sudo pacman -Syu" do Arch, e lembro que um dia eu caguei o dotfile do BSPWM, mas nada que não tivesse consertado em papo de 30min depois. Com o Ubuntu, então, nunca tive nenhum transtorno.

Que eu continue com essa sorte.

Bicho, li esse seu relato sentindo uma inveja do cão. Passar bem.

O "sortudo" foi ironia, para falar que sempre tive azar mexendo.

Chora, nostr:npub16fcj4jrx3z6n93xsd7n9zzyaj7dd8a3j6vaty9h65a6n77tlna4snsephg: mais um full upgrade invicto até no Arch. 🤣 🤣

nostr:note1eu6j3xys2fe6pv4sux9u3tahvrf8sma9xsdpmjf4a9rdy6lczlps5ax2pa

Estou mudando para o Arch também. Diz aí, que ambiente gráfico é esse? Estou pensando em usar AwesomeWM

Cara, devo avisar que Arch é selva. Se estás tendo problema com Ubuntu, que é LTS, isso tende (tende, não é regra) a ser muito pior com distribuições bleeding edge. Mas tudo é aprendizado e experiência. Tenha o seu. Linux é liberdade.

Sobre a interface gráfica, essa aí o BSPWM. Eu gosto do Ubuntu com GNOME, mas eu ressuscitei um Chromebook que a minha esposa abandonou há uns 2 anos pra começar a usar na minha mochila.

Como ele tem 2GB de RAM e um Celeron, eu precisava de uma distro bem maleável e um TWM ao invés de um DE convencional, daí a escolha de Arch+BSPWM.

Ubunto é um demônio mesmo. Consegue, como sistema, ser rígido e mais instável do que o Arch. Garaio

Eu gosto do Ubuntu, cara. Nunca tive experiência ruim com ele -- e nem com nenhuma outra, grife-se. Estou usando o Ubuntu 24.04 com GNOME enquanto digito. Não entendo o que acontece para teres tantas experiências ruins com ele, me lembra um amigo meu que tinha um azar danado.

Me expressando melhor: Nenhum Linux "quebrou na minha mão", ou seja: do nada, sem intervenção minha que causasse isso. Rodar um "sudo apt update && sudo apt upgrade -y && e sudo snap refresh" enquanto tomo café e, ao voltar, o Linux quebrou! Isso nunca aconteceu (exceto umas duas vezes no Arch, como narrei antes).

Mas já destuí o Linux um bocado de vezes, contudo, era culpa minha... não um bug ou instabilidade dele. Não vou tacar um "sudo rm -rf /" nos peitos do SO e querer que ele continue funcionando, né?

Quanto ao Windows, o nostr:npub1ymxlmrd2yd59g7x4uejzsgmn4xlglu0schl39m2mjx5nzfzl2hcs73hn6g lembrou da minha experiência inicial. Ganhei um 386 em 99, usadíssimo, com Windows 3.11 e como ele sofreu na minha mão! Depois, ganhei um AMD K6 II 500, que quebrava toda hora por ruindade daqueles Windows Me e Windows 2000 da vida. Só foi se aquietar com o 98 e, após, o XP. Mas isso me ensinou muito sobre computadores, pois eu tinha que me virar pra consertar. Obrigado, Windows por ter quebrado tanto.

Lá por 2007, comecei a usar Mac. Isso me fez começar a me habituar com o paradigma Unix. Foi questão de tempo fazer dual boot e, gradativamente, adotar o Linux. Há anos uso Linux pra qualquer coisa e Mac para música.

O Ubuntu é baseado em Debian, não é mesmo? Só estou com o Ubuntu porque é o mais popular, desse jeito fica fácil encontrar soluções para os pepinos que desejam se assolar na minha bunda.