As pessoas não vivem mais, são vividas, por um estado feudal, que vendeu a alma do povo, ao diabo comuno globalista.

A esquizofrenia é a narrativa institucional e o futuro é surreal.

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Houve de fato um grande convencimento midiático em torno disso tudo e manipulação política, mas as pessoas também se permitiram seguir por caminhos estranhos.

O próprio processo de desenvolvimento tecnológico nos induziu a depender de amarras corporativas e estatais, sobretudo nos meios urbanos, na ânsia por 'evolução' e 'revolução', ao invés de focar em si como pessoa e como ente autônomo.

Ser, ter, parecer, as pessoas "escolheram" a narrativa do parecimento, do politicamente correto, em um falso senso de pertencimento, que é refletido nos produtos da sociedade. As leis não valem, os impostos pesam demais e o estado insiste em ser servido pelo cidadão, que foi socialmente sequestrado, em uma armadilha do consenso manipulado pelo corporativismo.

A verdade é o maior inimigo político, assassinada diariamente por legisladores interessados no controle dos bens do estado e não no progresso da sociedade, uma farsa institucionalizada, medieval e corrupta.