Napoleão Bonaparte tinha uma espécie de anjo da guarda que o aconselhava e protegia. De vez em quando ele assumia a forma de uma esfera brilhante, às vezes se fazia presente como um anão de roupinha vermelha.

É o que o próprio Napoleão conta.

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Anão vermelho... Lembrou-me minha leitura descontinuada de «O anão», do Par Lagervist. O nanico maligno me parece ser a sombra do seu senhor, que por sua vez é descrito, de forma geral, pelo próprio gnomo como um bom rei.

Não li, mas agora ascendi à condição de “não li ainda”, pois já me interessou!

Será o mesmo bicho que falava com Sócrates?

Dificilmente era o mesmo, mas provavelmente era da mesma família.