Napoleão Bonaparte tinha uma espécie de anjo da guarda que o aconselhava e protegia. De vez em quando ele assumia a forma de uma esfera brilhante, às vezes se fazia presente como um anão de roupinha vermelha.
É o que o próprio Napoleão conta.
Napoleão Bonaparte tinha uma espécie de anjo da guarda que o aconselhava e protegia. De vez em quando ele assumia a forma de uma esfera brilhante, às vezes se fazia presente como um anão de roupinha vermelha.
É o que o próprio Napoleão conta.
Anão vermelho... Lembrou-me minha leitura descontinuada de «O anão», do Par Lagervist. O nanico maligno me parece ser a sombra do seu senhor, que por sua vez é descrito, de forma geral, pelo próprio gnomo como um bom rei.
Não li, mas agora ascendi à condição de “não li ainda”, pois já me interessou!