Uma dose mínima de ignorância das “grandes questões” de sua época, daquilo que se fala nas rodas de maior badalação internacional, pode tornar menos acidentado o caminho até a sabedoria, até a intransigência para com tudo que tenha de espalhafato o que não tenha de profundidade e peso pessoal.
O indivíduo assim desenvolverá um instinto para a lorota, mesmo a lorota culturalmente chique, da qual irá se desviar menos por nela encontrar erro do que por encontrar enfado.
O tédio pode salvar.