Sim, os ETFs bagunçam um pouco a análise. A situação é similar aos endereços de exchanges, que fazem a custódia para milhares de clientes. Não há como saber por quanto tempo eles mantiveram as coins.
No caso do nostr:nprofile1qyt8wumn8ghj7etyv4hzumn0wd68ytnvv9hxgtcppemhxue69uhkummn9ekx7mp0qyw8wumn8ghj7mn0wd68yttsw43zuum9d45hxmmv9ejx2a30qywhwumn8ghj7mn0wd68ytnzd96xxmmfdejhytnnda3kjctv9uq3kamnwvaz7tmwdaehgu3wdaexzmn8v4cxjmrv9ejx2a30qyghwumn8ghj7mn0wd68ytnhd9hx2tcprpmhxue69uhhyetvv9ujucm4wfex2mn59en8j6f0qy2hwumn8ghj7un9d3shjtnyv9kh2uewd9hj7qgewaehxw309aex2mrp0yh8xmn0wf6zuum0vd5kzmp0qqsr7tx4dqexjzuusuw30wgr88y4pnj4ufe08du244mjgcdgpvsch5gch7d9k , para STH<1m é o saldo de BTCs de todos os UTXOs que tem menos de um mês de vida. Se o UTXO foi criado e não movimentado há mais do que um mês, o saldo dele já sai dessa conta e vai para a próxima categoria.
Não existe filtro para excluir ETFs ou exchanges. Até tentei fazer isso criando um banco de dados de endereços "famosos", usando o Rich List do Bitinfocharts, por exemplo, mas desisti. Esse é um jogo de gato e rato que não acaba nunca. Exchange e ETFs estão criando novos endereços e movimentando seus fundos diariamente, é um trabalho de investigação colossal.
O Sani Exp do twitter tenta fazer isso, ele é expert em identificar a titularidade de endereços, e mesmo ele não consegue identificar 100% dos endereços.

