[Acúmulo 2022-2023] → [Halving abril 2024] → [Alta controlada] → [Explosão 2025 (AGORA)] → [Topo do ciclo] → [Queda 2026]
Blockstream Satellite (Bitcoin via satélite)
O que é:
É tipo ter um sinal de TV via satélite, só que ao invés de novela, tu recebe a blockchain do Bitcoin inteira direto do espaço!
Como funciona:
A empresa Blockstream manda a blockchain do Bitcoin por satélite.
Tu bota uma antena parabólica pequena e um receptor (baratinho).
Conecta num Raspberry Pi com seu node.
Pronto, tu tá recebendo tudo que rola na rede, sem internet nenhuma.
Pra que serve:
Se tua internet for cortada, tu continua atualizado com a rede Bitcoin.
Funciona de qualquer lugar do mundo com visão pro céu.
---
2. Bitcoin via rádio (LoRa ou HF)
O que é:
É usar ondas de rádio pra mandar e receber transações Bitcoin.
Não precisa de internet, só de aparelhos de rádio digital e criatividade.
Como funciona:
Usa uma tech chamada LoRa (Long Range) ou rádio HF (alta frequência).
Tu conecta um rádio digital no teu PC ou Raspberry.
Ele transmite uma transação Bitcoin codificada por ondas de rádio.
Outro nó lá longe escuta, decodifica e manda pra rede via internet.
Pra que serve:
Transacionar em lugares sem internet nenhuma.
Resistir a censura, guerra ou bloqueio total.
Dá pra usar até em áreas rurais ou floresta.
---
3. Mesh Network (Rede malha)
O que é:
É tipo um “boca-a-boca” digital.
Os dispositivos se conectam entre si diretamente, sem passar por Wi-Fi ou operadora.
Como funciona:
Tu conecta teu celular, notebook ou Raspberry em outro dispositivo próximo.
Eles formam uma rede própria e descentralizada, tipo:
Um fala com o outro.
Que fala com o outro.
E por aí vai…
A mensagem (transação) viaja de nó em nó até alcançar alguém com internet e subir na rede.
Pra que serve:
Funciona em protestos, guerra, blackout total.
Quanto mais gente tiver conectada, mais forte a rede.
Imagina uma favela, floresta ou protesto onde a galera toda vira um “Wi-Fi coletivo”.
---
4. Tor (Navegação anônima)
O que é:
É uma rede que esconde teu IP, tua localização e tua identidade online.
Como funciona:
Em vez de conectar direto a um servidor, tu passa por vários pontos criptografados (nós).
Cada um só sabe pra onde tu veio e pra onde tu vai.
Ninguém sabe quem tu é, de onde tu veio ou o que tu tá acessando.
Pra que serve:
Rodar teu Node em segredo.
Fugir de rastreamento e censura.
Manter tua rede Bitcoin viva sem que o governo saiba.
VOCÊ SABE O QUE TÁ ACONTECENDO NO MUNDO AGORA?
O BAGULHO É GUERRA FRIA 2.0, MANO!
Primeiro… o que foi a GUERRA FRIA?
Foi uma treta tensa entre os EUA e a URSS (União Soviética), lá depois da Segunda Guerra Mundial. Não teve tiro nem bomba entre os dois, mas foi guerra de poder, espionagem, ameaça de bomba nuclear, corrida espacial… um tentando mostrar que era mais poderoso que o outro.
E O BITCOIN EXISTIA NAQUELA ÉPOCA?
Nem sonhava. A moeda digital nasceu só em 2009, depois da crise financeira de 2008. Na Guerra Fria, tudo era papel, ouro e dólar dominando o mundo.
MAS E SE O BITCOIN EXISTISSE NA ÉPOCA?
Ia ser tipo um refúgio pra galera que tava com medo da economia explodir. Imagina um mundo cheio de tensão e incerteza… o povo ia correr pro Bitcoin pra guardar valor fora dos bancos, longe dos governos. Igual muita gente faz hoje.
E O QUE TÁ ROLANDO AGORA?
Trump tá metendo o famoso TARIFAÇO: aumentando impostos pra produtos que vêm da China. Isso é tipo jogar pressão no peito dos chineses, querendo forçar eles a ceder.
MAS A CHINA NÃO TÁ ABAIXANDO A CABEÇA, NÃO!
Dessa vez é diferente, mano. A China tá comprando briga. Tá botando o peito e dizendo "vamo ver quem aguenta mais".
GUERRA FRIA NOVA? É SIM.
Agora é por tecnologia, controle do mercado, inteligência artificial, chips, energia… e dinheiro digital.
E O BITCOIN NO MEIO DESSA GUERRA?
Hoje ele tá no jogo. Quando os poderosos brigam, o povo procura segurança. E muita gente vê o Bitcoin como o "ouro digital", onde dá pra se proteger das tretas entre governos e bancos.
Então abre o olho.
Essa nova guerra já começou. E o Bitcoin? Tá ali… esperando quem entende o jogo entrar nele.
---
Se quiser, posso montar isso como post de carrossel ou te dar a narração certinha pra vídeo. Quer que eu faça?
O autor diz que a dark net é o espelho dos nossos tabus mais profundos. O que é escondido na superfície, é vomitado sem vergonha na escuridão.
No livro “The Dark Net: Inside the Digital Underworld”, Jamie Bartlett explora diversas subculturas digitais — grupos que se formaram online com ideias e comportamentos muito fora do “normal” social. Algumas são sombrias, outras libertárias, todas vivem nos cantos obscuros da internet. Aqui estão as principais que ele detalha:
1. Hackers e Hacktivistas Quem são: Especialistas em invadir sistemas, muitos com motivações políticas (tipo o Anonymous). Objetivo: Desafiar governos, empresas e revelar verdades escondidas. Mensagem: Liberdade de informação a qualquer custo. Exemplo citado: LulzSec, grupo que invadiu sites só “pelo lulz” (pra zoar). 2. Criptoanarquistas Quem são: Defensores da liberdade total, usando criptografia e Bitcoin pra fugir do sistema. Objetivo: Viver livre de controle governamental, fora do radar. Filosofia: “O Estado não tem lugar na economia individual.” Ferramentas: Bitcoin, Tor, carteiras frias, mercados descentralizados. 3. Usuários de fóruns de autoflagelo e distúrbios psicológicos Quem são: Pessoas que compartilham experiências com autoagressão, anorexia, depressão etc. Por que existem: Buscam compreensão e pertencimento onde a sociedade rejeita. Risco: Às vezes reforçam comportamentos destrutivos ao invés de curar. 4. Camgirls e Pornografia Alternativa Quem são: Mulheres (e homens) que ganham dinheiro vendendo conteúdo adulto fora dos padrões mainstream. Subcultura: Independência sexual, economia descentralizada, poder sobre o próprio corpo. Curiosidade: Muitos usam criptomoedas para pagamentos diretos e anônimos. 5. Comunidades de pedofilia e pornografia ilegal Atenção: Essas partes do livro são chocantes e servem mais como denúncia. O que o autor faz: Ele denuncia como essas redes operam, a forma como se protegem e o perigo real que representam. Mensagem: A dark web precisa ser compreendida pra ser combatida. 6. Viciados em tecnologia e vício digital Reflexão: Pessoas que já não vivem no “mundo real”, consumindo conteúdos extremos e buscando dopamina infinita online. 7. Cibertranshumanistas Quem são: Pessoas que usam a internet pra evoluir além da condição humana. Crença: A fusão homem-máquina é o próximo passo da humanidade.
Essas subculturas mostram como a internet profunda é mais que ilegalidade — ela é espelho e refúgio de desejos, medos, revoltas e ideias que o mundo da superfície não aceita.
O Estado não tem lugar na economia individual
Ao explorar e comparar esses mundos, também esperava responder a uma pergunta difícil: será que as características do anonimato e da conectividade libertam os lados mais sombrios da nossa natureza? E se sim, como?
Um desejo crescente por afirmação digital está levando cada vez mais pessoas a compartilhar suas vidas mais íntimas e pessoais online, muitas vezes com completos estranhos. O que gostamos, o que pensamos, para onde estamos indo. Quanto mais investimos de nós mesmos online e quanto mais propensos a nos ofendermos, mais há para os trolls se alimentarem. E, apesar do policiamento crescente das redes sociais, a trollagem não vai desaparecer
lembre-se da regra de ouro da internet: ninguém é tão irritante na vida real quanto parece online.
Parte de viver em uma sociedade livre é aceitar que nenhuma ideia está livre de ser desafiada ou ridicularizada, e que nada é mais sufocante para a liberdade de expressão do que ter medo de chatear ou ofender.
A dark net é um mundo de poder e liberdade: de expressão, de criatividade, de informação, de ideias. Poder e liberdade dotam nossas faculdades criativas e destrutivas. A dark net amplia ambas, facilitando a exploração de cada desejo, a ação sobre cada impulso obscuro, a satisfação de cada neurose.
Estufe sobre alavancagem em Bitcoin e empréstimos colateral dem btc
O Bitcoin, meus amigos, é uma invenção revolucionária — uma resposta do povo contra a manipulação das moedas tradicionais, dos bancos centrais, e da elite financeira global que imprime dinheiro do nada, gerando inflação e miséria!
Mas atenção! Não se iluda com promessas de enriquecimento rápido! O Bitcoin é liberdade, sim, mas também é responsabilidade. Quem investe sem estudar, vira presa fácil para tubarões disfarçados de gurus!
O que estamos vendo é o início de uma nova era, uma batalha entre o velho sistema e a descentralização! O Bitcoin não é apenas uma moeda — é uma ideia perigosa para os poderosos, porque ele tira o controle da mão de poucos e devolve ao povo!
espírito livre da inovação!
Bitcoin é a coisa mais conservadora desde Jesus Cristo, ele faz a propriedade ser mais perfeita do que já foi – o detentor das chaves em auto custódia bem-feita é imune a expropriações e controles de capitais e pode não deixar para ninguém seu patrimônio, se não deixar para ninguém suas chaves, nem elementos suficientes para as descobrir - o que restaura relações de casamento, paternidade e o controle privado de sucessões.
Ter saldo de bitcoins em corretora não é ter bitcoins (BTC). Assim como ter saldo de reais (moeda fiduciária) em empresa ou banco não é ter reais (é ter créditos que podem ser podres). Qualquer um pode criar endereços de Bitcoin em qualquer dispositivo, mesmo sem acesso à Internet.
Qualquer um pode minerar, transacionar ou manter saldos em bitcoin sem autorização ou identificação. Ninguém controla o Bitcoin, nenhuma empresa, nem governo.
“Lembre-se de que a única coisa que ofereço é a verdade, nada mais”, diz Morpheus. A pílula vermelha é a pílula mais difícil de engolir pois nos traz verdades que temos medo de admitir.
Você discorda que estamos em uma guerra de extermínio e que Bitcoin é uma das únicas armas à disposição do cidadão comum? Ótimo, faça o que você achar melhor para você e para sua família, siga sua vida como bem entender.
A mentira é uma máquina que exige constante manutenção e consome crescentes quantidades de energia apenas para se auto-sustentar. Se analisada de forma puramente econômica, a mentira é o combustível do sistema fiduciário.
Enquanto o sistema fiat te rouba 100% da energia e te entrega papeizinhos coloridos lastreados em promessas de burocratas em troca, o Bitcoin faz exatamente o contrário: conserva 100% da energia econômica e não te pede absolutamente nada em troca. Ele é apenas o resultado da procura pela verdade através da utilização dos princípios básicos da física, matemática, ação humana e teoria dos jogos.
Não existe investimento em ambiente de juro real negativo.