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ish4k
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neither left nor right. down. underground. brazilian writer and independent journalist. [former rollingstone lemonde ims jornaldobr] ishak's a variation of isaac, abraham son. that1. [proof] https://sutor.substack.com/about [proof] 89A3H3AShWAB34q8QjPdgQDyiUFTUZuEvMugGRY9g7jdGPivHrH26EqTQSBGK1Tc4RgtaFeutTMWtMaPpFujbf6e7xMdvEP

exacto, justo meu ponto. como o freud bem disse n'as três feridas narcísicas: "onde falta simpatia, a compreensão não virá facilmente." percebe?

ah, isso sempre. aqui, no mundinho virtual, digo.

é o melhor lugar possível, rapaz.

não, não, aí que tá. não é colocar o oprimido como opressor ou vice-versa, mas ter a consciência de que eu enquanto oprimido (coisa que não sou ou deixei de ser a partir dos meus 15, 16 anos, e aqui não vou entrar no mérito) tenho pleno potencial de me tornar opressor caso a maré mude, como a butler apontou. eterna vigilância e revisão da conjuntura, o que nesses tempos líquidos hipermodernos pode mudar da noite pro dia. um macete que torna tudo bem mais fácil é prestar atenção no que o fórum econômico mundial diz e seguir o caminho oposto. tem funcionado desde os meus 13 anos, não erra nunca, rs. fora fhc, fora fmi haha

aliás, falando em empatia, acabei de ler esse outro artigo, por acaso. achei válido pro debate:

https://networkcultures.org/blog/2024/10/15/engineering-empathy-a-conversation-with-isaka-on-transforming-noise-into-understanding/

riso, nem perde teu tempo. lendo só pra prova mesmo. o último artigo que postei também cai na prova e dá justo um "pera lá" no habermas.

não, senhor, não sou olavista (bem longe disso) nem sabia que o texto era do olavo (primeiro texto dele que leio em vinte anos, por sinal -- sim, já o li bastante, em especial os textos que ele publicava na cult, na bravo, e artigos sobre a metafísica de leibnitz e spinosa na virada dos 2000). pensei que fosse da butler :D sem ironias: meu princípio maior é sempre estar ao lado dos oprimidos, sempre. todavia: como a judith butler bem explicou em caminhos divergentes, dando o exemplo dos judeus (ela própria judia), pra fazer ponte com o exemplo das rads vs trans, os oprimidos de ontem (judeus, mulheres), caso não policiem suas ações, podem acabar emulando as posturas do opressor e se tornarem eles próprios opressores (sionistas, rads). foi a butler quem despertou essa consciência em mim quando eu ainda tinha 25, 27 anos, não o olavo. mas foi o que, lendo en passant, depois de cinquenta páginas de habermas, e já um tanto zonzo, depreendi do texto. a opressão é cíclica e alternam-se as partes, eterno retorno nietzscheano. não esquecer que, até 2016, o marco civil (última medida da dilma como presidente) era sagrado e a CPI dos crimes cibernéticos foi rotulado como tentativa de censura pela esquerda. bastaram dois anos.

salvo engano, é aberto mesmo. mas, como pai (sou mais pai que irmão), prefiro nem saber. nada contra, minha vida era um relacionamento aberto nessa idade. mas. sinto ciúmes por uma das partes, ou por ambas. coisa de pai. em tempo: sou da roça duas vezes.

mas, até onde sei, minha irmã e meu cunhado também são comprometidos um com o outro, uai, o senhor é que tá pensando besteira, rs. "vocês": sub-30 (ia escrever sub-25, fiquei na dúvida, eles têm 26 de todo modo). ela é nb, ele é trans, meus amores. já falei de vocês pra ver se eles vêm pro nostr.

justo, muito justo, justíssimo.

hahaha fico feliz, garota, mesmo. à espera da resenha. se teus pais te deram pra ler, devem saber o que fazem.

acho que ela é até bem avançada pra idade que tem, pra ser sincero rs

sabe nada, inocente haha

Vocês iam curtir minha irmã e meu cunhado, bora marcar ;)

nah, legacy media has always been the best example of shitposting. gonzo is serious af.