Senado recebe abaixo-assinado contra a indicação de Alexandre de Moraes ao Supremo
O documento foi entregue ontem (20), véspera da sabatina de Alexandre de Moraes na CCJ. Com 270 mil assinaturas, o documento foi entregue por estudantes de direito da faculdade onde o indicado a ministro do Supremo leciona.
Publicado na internet em 21/02/2017
Da série: vale a pena ver de novo
Em 2017, foi entregue um abaixo-assinado na CCJ do Senado contra a nomeação de Alexandre de Moraes ao STF.
Maria do Rosário, Glesi Hoffmann, Lindbergh Farias e Randolfe Rodrigues estavam entre os inúmeros esquerdistas que assinaram.
Como esse sinistro ditador pode ter virado o herói do PT, PSOL, PC do B e outros vagabundos? Essa gente não tem um pingo de vergonha na cara.
O professor Olavo avisou com bastante antecedência aos generais, sabe o que fizeram? Pois é, cagaram e zombaram, como sempre... Dos alto oficiais das FFAA, com poucas exceções, não se deve esperar honra e amor à pátria porque são cadelas do sistema e facilmente corrompíveis...
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso (boca de veludo), em conversa com o robô Maria, a nova inteligência artificial generativa que será utilizada pela ditadura do judiciário brasileiro.
O elefante de Schrödinger
(Eduardo Vieira - 14/dez/2024)
Todos conhecem o conceito do elefante na sala, uma questão gigantesca que é ignorada por ser inconveniente. Já o gato de Schrödinger é menos conhecida mas se refere ao conceito quântico de superposição de estados, ora estando vivo, ora morto. Dependendo do contexto.
Misturando os dois, temos o elefante do título desse texto. E este paquiderme é na verdade uma questão que venho apresentando mas que é curiosamente ignorada pois pode ser interessante ou não. Pode fazer sentido ou não, na cabeça de muitos. Mas é extremamente indesejada e inconveniente para qualquer um.
Comecemos pela definição do contexto ao qual o colosso de tromba está inserido. O Brasil se encontra numa ditadura completa. Não há mais espaço para condicionais nem rubicões a serem cruzados. Os rios e os 'se' ficaram lá longe, fora dos muros do gulag. Aqui dentro temos prisões arbitrárias e muita maldade trabalhando a todo vapor, com um fino véu de legalidade que só engana os mais covardes.
É nesse contexto que enxergo a nossa realidade. Assim, o que seria o elefante? Ora, se estamos numa ditadura completa as instituições já não servem para nada a não ser para servir aos ditadores. Sendo assim é totalmente fútil o gesto de pressionar algum agente do regime, como o Pacheco, ou exigir mudança escrevendo no X. E é igualmente fútil esperar que o apertar de um botão a cada dois anos possa mudar o estado de coisas.
Se é assim, vamos avaliar o trabalho dos parlamentares de direita. Os melhores dentre eles já percebem, em maior ou menor grau, que estamos numa ditadura. Todos já medem suas palavras nas tribunas. E todos estão intrinsecamente conectados ao sistema, que paga seus salários, os de seus assessores, e financiam seus partidos. E aqui vem o elefante:
Quando um político de direita sobe na tribuna de uma casa de saliência como é nossa Câmara Federal, o que ele está fazendo de fato? Defendendo nossos valores, responderiam uns. Sim, mas com que efetividade? Aqui respondo eu: zero. Não há nenhuma efetividade e isso não deriva meramente da observação honesta da realidade mas de raciocínio lógico primário, obrigatório uma vez que se aceite a premissa inicial apresentada, de que estamos numa ditadura. E a grande maioria se mostra presa num paradoxo bizarro que leva nosso portador de presas de marfim à categoria quântica. Quando coloca-se a ditadura no raciocínio o elefante existe. Quando se tira, ele some junto. E as pessoas analisam a realidade com a ditadura piscando, como uma partícula subatômica depois da colisão num cíclotron. É preciso acabar com essa dualidade perversa e encarar o mundo de frente. E nesse mundo real o elefante está lá, enorme, bem no meio da sala. Sigamos.
Toda vez que um discurso inflamado é mostrado orgulhosamente ao povo, este pensa que dali sairá alguma salvação. Toda vez que um meme mostra triunfante que mais um projeto de lei passou por uma das 45 etapas necessárias à sua validação o povo pensa que o Estábulo Nacional vai nos salvar da ditadura. Mas nada disso é real. O discurso inflamado não causa nenhum efeito. O projeto de lei termina, no último dos casos, no traseiro gordo de algum político ou juiz, onde ficará até o inferno congelar. Mas isso não gera memes e o povo segue enganado.
Portanto, aqui vai o questionamento que se materializa no elefante, com tromba, presas e uma enorme quantidade de banha:
"O quanto a participação dócil dos congressistas de direita no sistema legitima uma ditadura assassina?"
Estarão nossos representantes nos representando direito quando se submetem à palhaçada humilhante que se tornaram nossas instituições? O que dizem do Daniel Silveira, por exemplo? O que falta para o nosso lado parar com a ingenuidade de alguns, com a covardia de outros, e negar participação no sistema ditatorial, causando aí, talvez, alguma comoção?
E, mais importante que isso, porque minha opinião é minúscula e inaudível:
Por que essa questão ao menos não se encontra no debate público na direita brasileira hoje?
Muito obrigado pela atenção.
Tem alguém surpreso com a prisão do Braga Netto? Ora, a ela seguirão as diversas análises sobre a ilegalidade dos pretextos, as violações jurídicas, etc.
Tais análises servem, na prática, para acalmar o povo, que passa a achar que há uma certa normalidade. Todavia é um engano involuntário.
O crucial não é dito com a ênfase necessária pelos analistas: estamos numa ditadura que pode fazer o que quiser. E o Trump NÃO vai resolver nada disso.
Bolsonaro deve ser preso e se eu fosse filho dele sairia do país.
Isso não é pessimismo nem torcida. Isso é observar a realidade que está claríssima. Estamos numa ditadura comunista completa. Não imaginem que o comuna fdp pensa como nós.
Enquanto entre pessoas normais existe o racional que sugere que seria contraproducente prender o Bolsonaro, ainda mais quando ele se mostra já bastante preso pelo sistema, como vimos nas eleições de SP, o comuna não pensa nesses termos.
Ele pensa assim: se prendermos, haveria risco de insurgência forte o bastante para nos ameaçar? Essa é a única questão. Se a bandidagem se sentir segura vai fazer o que há de pior. Não há estratégia fina nessa gente. Há brutalidade amoral e vilania num grau que a maioria sequer é capaz de imaginar. E eles estão muito seguros. Seguríssimos, como mostra a prisão do general.
Mas prendendo o Bolsonaro em breve ou o mantendo acorrentado ao sistema o resultado não muda significativamente para nós. Seguiremos na ditadura, sempre acreditando que nas próximas eleições nosso problema será resolvido por terceiros.
E a porta do gulag, que já se fechou, vai ficando cada vez mais distante.
Fui atrás e achei a versão da música ao vivo. Nos comentários também achei um bonito depoimento do tecladista que tocou muitos anos com ela.
"Foi uma honra ter sido tecladista dela. Éramos muito amigos. Quis o destino que ela viesse a falecer no dia do meu aniversário em 21 de fevereiro de 2020. Que voz, que ser humano, que alma iluminada. Muitas vezes me chamou para apenas ela e eu irmos tocar em asilos e orfanatos, nos subúrbios do Rio de Janeiro, sem cobrar nada, sem ninguém saber que fazíamos isso. Que saudade!"
Allan dos Santos, disse a verdade sobre a ditadura do judiciário brasileiro. O STF é um antro de terrori$t@$. O Professor Olavo previu esse caos com décadas de antecedência.