Sex Pistols , Bauhaus e Siouxsie and the Banshees já escutei aqui. Agora tenho que conseguir as músicas do Joy Division, me identifiquei muito com Ian Curtis, sofremos das mesmas doenças, epilepsia e depressão.
Sabe nostr:npub1z7e40d5qfkstsqwc3cfrmgyk5slc97kn8ha2pv6rnyzsmnlpmjwqvexw3g , tu é uma das raras pessoas muito interessantes que encontrei aqui nessa rede, obrigada por compartilhar comigo assuntos tão legais ... 💋💋💋💋
Obrigado por ouvir. Eu acredito que você seja totalmente avessa a dicas e conselhos... principalmente de estranhos ...uma alma livre, jovem, artista e com os olhos atentos para desvendar o mundo. Mas aqui vai uma mensagem de alguém que esteve bem próximo dos sintomas que você descreveu. Ouviu? conheceu?...ótimo, mas não se alimente desses caras. Você tem talento e esse mundo precisa do que você faz...beleza.
O Ian não ouviu, nem o Kurt.
Deixe esse lugar mais bonito do que quando você chegou. Sol na vida, nas letras e na música. 💗
Eu embarquei numa época na vibe desses caras...Joy Division etc. Mas depois saí logo ..kkkkk...muito barra pesada pra mim.
Walt Whitman tem um poema sobre isso. Ele também continha multidões. O vazio na perspectiva oriental é rico...aqui é necessidade de preenchimento. Isso dá uma baita conversa...mas a chave da adaptação não é se enquadrar
Temos que falar sobre o The Cure. Na minha opinião o Robert Smith é um brincalhão...toda aquela melancolia é uma vestimenta de Clown. Não leve a sério.. acho que ele falou isso numa entrevista
Nome do filme: Faça o que tu queres, mas nada é preciso. Kkkkkkkk
O Crowley sabia do interesse do FP sobre as coisas do oculto. Foi pra Portugal e no dia do encontro o Pessoa diz que o mapa astral do Crowley estava errado e que o caminho dele estava comprometido. Fez um novo mapa pro inglês, passaram dias discutindo o oculto (que filme daria esse encontro...). O Crowley, diziam, era espião inglês e queria sumir do radar. Aí o Pessoa simulou a morte do Crowley num ritual ancestral à beira mar... não deu muito certo, mas o encontro mudou ambos.
Eu tinha o Crowley na prateleira dos degenerados, mas tem uma estória bem interessante de um encontro dele com o Fernando Pessoa...
E escrita antes do Collor, confisco etc...o homem era fã do Crowley, magia, Paulo Coelho e etc mas tinha muito bom humor..
Em alguns momentos melhor do que Breaking Bad
Brilho Eterno de uma mente sem lembrancas


