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A secessão não é uma questão de maiorias ou minorias, mas sim de indivíduos.

Urban II (1088-1099):

Speech at Council of Clermont, 1095

https://sourcebooks.fordham.edu/source/urban2-5vers.asp

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Pioramos formas de viver, melhoramos formas de matar

Nos divertirmos em frente à TV

Vendo quem a gente não gosta sangrar

Estimulados a nos odiar, acostumados a nos vigiar

Como parasitas sugando a vida

Não vejo saída, me sinto sem ar

Sem liberdade pra falar ou pensar

Já que a verdade aqui é relativa

Experimenta ousar duvidar

O Estado te cala, te bate, te pisa

Lobotomiza, vende ilusão

Cultiva e cativa quem aceita um grilhão

E quem não concorda com a massa é tirado de louco, posto pra vilão

Destruimos nossa tradição

Ética e moral valem porra nenhuma

Normalizamos a destruição, pra extinção é que a gente ruma

Antes que eu suma, e nesse final

Nossos sucessores irão ter a sorte de serem inteligência artificial

Já que a nossa própria só cultiva a morte

A Porta Nigra, localizada em Tréveris (Trier), Alemanha, é uma impressionante estrutura romana que remonta ao século III d.C. Construída por volta do ano 170 d.C., servia como um dos quatro portões monumentais que davam acesso à cidade durante o período romano. O nome "Porta Nigra", que significa "Portão Negro" em latim, foi atribuído na Idade Média devido ao escurecimento das pedras ao longo do tempo; o nome original em latim não foi preservado.

A construção é notável por suas enormes pedras de cantaria justapostas sem o uso de argamassa, refletindo a engenharia avançada dos romanos. Com o declínio do Império Romano, a estrutura passou por diversas transformações. No século XI, foi convertida em uma igreja cristã, o que ajudou na sua preservação ao longo dos séculos. Posteriormente, durante o século XIX, sob as ordens de Napoleão Bonaparte, a Porta Nigra foi restaurada à sua forma original, removendo as adições medievais.

Hoje, a Porta Nigra é considerada o maior portão romano ao norte dos Alpes e um símbolo icônico de Tréveris, a cidade mais antiga da Alemanha. Além de sua importância histórica e arquitetônica, o monumento é Patrimônio Mundial da UNESCO e uma atração turística popular, oferecendo aos visitantes uma visão fascinante da herança romana na região.

Século XVI:

1524: Martinho Lutero defende a educação obrigatória estatal para fins de doutrinação religiosa. O estado alemão de Gota funda a primeira escola pública moderna.

1527: A Turíngia segue o exemplo de Gota e também funda escolas públicas.

1528: Plano Escolar da Saxônia, elaborado por Melanchtohn, cria escolas estatais em todas as cidades e vilarejos.

1536: João Calvino, em Genebra, abre escolas públicas com participação obrigatória para propagar o calvinismo.

1559: Duque Christopher de Württemberg institui o primeiro sistema obrigatório estatal, com multas para faltosos.

1560: Calvinistas franceses (huguenotes) pedem ao rei a instituição da educação obrigatória universal, mas são rejeitados.

1571: Rainha Joana III d’Albret, influenciada pelo calvinismo, torna o ensino primário obrigatório na França.

Século XVII:

1642: A colônia da Baía de Massachusetts aprova uma lei de educação obrigatória para garantir a instrução religiosa e o controle social das crianças.

1647: A colônia da Baía de Massachusetts complementa a lei com o estabelecimento de escolas públicas.

Século XVIII:

Início do século XVIII: Ascensão da Prússia sob o rei Frederico Guilherme I, que promove o despotismo e o militarismo.

1717: Frederico Guilherme I ordena a frequência obrigatória de todas as crianças nas escolas estatais prussianas.

Século XIX:

1807: Após a derrota para Napoleão, a Prússia se reorganiza. Von Stein coloca a educação sob o Ministério do Interior e abole escolas privadas semirreligiosas.

1810: Exame estatal e certificação para professores se tornam obrigatórios na Prússia.

1812: Exame de graduação escolar volta a ser exigido na Prússia para saída da escola estatal.

1816: Archibald D. Murphey, na Carolina do Norte, planeja um sistema de escolas estatais para promover a obediência ao estado.

1820s: Ideais de coerção estatal na educação se espalham pelos EUA, impulsionados pela migração de habitantes da Nova Inglaterra.

1834: Frederico Guilherme III fortalece o sistema prussiano, exigindo aprovação em exames para ingresso em universidades e cargos públicos.

1836: Calvin Stowe defende a adoção do modelo prussiano nos EUA, equiparando a educação obrigatória ao serviço militar.

1840s: Horace Mann estuda o sistema prussiano e se torna um defensor da educação pública nos EUA.

1852: Massachusetts estabelece o primeiro sistema abrangente de educação compulsória nos EUA.

1859: John Stuart Mill, em "On Liberty", apoia a educação obrigatória, mas se opõe a escolas públicas.

1880s: Jules Ferry, na França, impulsiona a educação obrigatória para fins de nacionalismo e preparação militar.

Final do século XIX: Sindicatos e classes superiores na Inglaterra e Europa apoiam a educação obrigatória para moldar o eleitorado e os trabalhadores.

Século XX:

Início do século XX: Regimes totalitários como o fascismo, nazismo e comunismo utilizam a educação obrigatória para doutrinar a juventude.

1940s: Herbert Read critica a educação obrigatória por reprimir a individualidade.

1972: Murray Rothbard publica "Educação: Livre e Obrigatória", condenando a interferência estatal na educação.

Século XXI:

Atualmente: Debate sobre a educação continua, com críticos como Daniel Chaves Claudino defendendo o homeschooling e condenando o modelo prussiano ainda presente nos sistemas educacionais modernos.

A Profecia da Vidente

1. Ouçam-me, peço, ó sagradas raças,

Filhos de Heimdall, grandes e pequenos;

Tu queres, Pai dos Mortos, que eu bem relate

Os contos antigos que lembro dos homens.

3. Era a aurora, quando Ymir viveu,

Não havia mar, nem frias ondas,

Nem terra existia, nem céu acima,

Só um grande vazio e relva alguma.

57. O sol se obscurece, a terra afunda no mar,

As quentes estrelas do céu se lançam,

Cresce feroz o vapor e a chama,

Até que o fogo sobe alto ao céu.

45. Irmãos lutarão e tombarão juntos,

E filhos de irmãs trairão seu sangue.

47. Yggdrasil treme, e seus galhos estremecem,

Os antigos troncos gemem, e o gigante se solta.

58. Agora Garm uiva alto diante de Gnipahellir,

As amarras se rompem e o lobo corre livre;

Muito sei e posso ver além,

O destino dos deuses, os fortes na batalha.

59. Agora vejo a terra renascer,

Verde e fértil, emergindo das águas;

As cachoeiras caem, e uma águia voa,

Pousando nas montanhas, à caça de peixes.

64. Mais bela que o sol, uma sala eu vejo,

Coberta de ouro, erguida em Gimlé;

Ali os justos reis habitarão,

E felicidade eterna desfrutarão.

65. Eis que vem do alto um senhor poderoso,

Grande soberano, a tudo governa.

Fé vældr frænda róge;

føðesk ulfr í skóge.