A alma dói sem ter fim.
Nada neste mundo pode satisfazê-la
Oh, minha Glock, fiel companheira,
Nas sombras do caos, és minha guerreira.
Com aço e fogo, contigo eu luto,
Teu poder na mão, nunca me assusto.
Gen 3, tão firme, em meu punho encaixada,
Ergonômica, suave, precisa na estrada.
Compacta, discreta, perfeita em batalha,
Tua alma de fogo a qualquer uma assanha.
De aço forjada, tua durabilidade,
É sinônimo de pura confiabilidade.
Na guerra ou na paz, te respeito e protejo,
Pois ao disparar, cumpro meu desejo.
Oh, Glock de guerra, que jamais falha,
Nos campos sombrios és minha muralha.
Responsável sou, teu poder eu venero,
E ao te empunhar, minha força eu libero.
Após a batalha, o sangue, a dor,
Volto cansado, sou só um guerreiro,
Mas há um desejo que não é de horror,
Não é de glória, nem de tesouro inteiro.
Minha espada repousa, meu escudo se cala,
E o vento que corta já não me consome.
O que mais anseio ao findar a jornada
É o toque macio de quem não tem nome.
Oh, gata de olhos que brilham na noite,
Teu rabo, dançando, me traz fascinação,
Serpenteia no ar com sutil desdém,
És rainha felina em meu coração.
Esqueço a batalha, o aço, o temor,
Tudo que quero é tua graça abraçar,
Acariciar-te até o sol se pôr,
E em teus movimentos, meu mundo encontrar.
Oh, gata felina, és o meu alento,
Teu rabo ondulante me tira o pesar,
Que venham mil guerras, o fogo, o lamento,
Volto pra ti, só pra te acariciar.
Minha espada, forjada em brasa e trovão,
Ergue-se no campo, em plena missão.
Mas não por terras, ouro ou poder,
Luto pelo amor, pela donzela a merecer.
Nos olhos dela, vejo o brilho de mil estrelas,
E cada golpe meu é para alcançá-las,
Minha lâmina corta o ar e o destino,
Cruzando mundos, forjando o divino.
Em cada batalha, ouço o seu nome,
Nos ecos da guerra, seu sorriso consome,
O sangue derramado é o preço a pagar,
Pelo seu coração, estou pronto a lutar.
Não temo a morte, nem o frio aço,
Pois seu amor é o meu maior abraço,
Cada ferida aberta, cada cicatriz,
É uma promessa de que serei feliz.
Minhas mãos calejadas, que seguram o escudo,
São as mesmas que a tomarão num gesto profundo,
Selvagem, mas terno, forte como a maré,
Pois meu amor é batalha e também é fé.
Lutarei mil guerras, cruzarei o inferno,
Para ter seu amor, sincero e eterno,
Minha espada é o juramento que faço,
Por ti, donzela, todo o mundo desfaço.
Que venha o inimigo, que o perigo se erga,
Nada deterá este coração que ferve,
Pois minha espada não é só aço ou razão,
É a extensão da paixão que clama por tua mão.
E quando o combate enfim terminar,
Nos braços dela, irei descansar,
Minha espada embainhada, o coração rendido,
Pelo amor de uma donzela, eu serei sempre vencido.
Nas noites de bruma, sob o céu estrelado,
Os guerreiros, em batalha, sempre lado a lado,
Carregam no peito um amor visceral,
Por suas donzelas, ternura e furor igual.
São mãos que deslizam, como o vento suave,
Mas também agarram com força brava e grave,
O toque é carinho, mas a alma é fogueira,
Queimando com paixão, desejo e fronteira.
Eles as amam com selvagem intensidade,
Em cada gesto, a força da verdade,
Um beijo é um fogo, uma chama sem fim,
Onde o amor e a fúria se encontram, enfim.
Donzelas que são musas e rainhas da terra,
Envoltas no mistério que a paixão encerra,
Entregam-se ao abraço, ao toque voraz,
Sabendo que nesses braços há paz e caos eficaz.
O guerreiro, que luta, que brada, que vence,
Também se rende ao amor que o incendeia e convence,
Pois no coração selvagem de quem a espada brandiu,
Há espaço para o amor que jamais se viu.
Amam com ternura, mas pegam com poder,
Donzelas que sorriem ao sentir e ceder,
Pois sabem que o guerreiro é mais que violência,
É a fusão de carinho e pura essência.
Na selvageria do toque, há respeito profundo,
Entre fúria e paixão, criam seu próprio mundo,
Donzelas e guerreiros, almas entrelaçadas,
Num amor feroz, que nunca serão domadas.
Entre montanhas, rugem trovões,
São os bárbaros, guerreiros e poetas, irmãos,
Erguem espadas, como quem ergue a voz,
Lutam por liberdade, por nós, por nós.
Nas mãos calosas, a fúria e a pena,
Nas mentes selvagens, a força que acena,
Escrevem com sangue, em versos brutais,
As linhas da guerra, as marcas ancestrais.
O vento canta histórias em sua canção,
De batalhas travadas em pura emoção,
Pois lutam não só contra os tiranos cruéis,
Mas contra as correntes invisíveis e infiéis.
São bárbaros, sim, mas de almas livres,
Poetas da luta, que em palavras vivem,
Cada golpe é um verso, cada ferida, refrão,
A liberdade é o prêmio, o destino, a canção.
Marcham na escuridão, sem temer a morte,
Pois sabem que a liberdade é a maior sorte,
E mesmo que o corpo caia, exausto e ferido,
O espírito poeta seguirá, jamais vencido.
Isso é apenas sua opinião. Não se encaixa nos valores libertários. O que você é ou não é a favor não importa. Banco Central não existe na ética libertária. nostr:nevent1qqszzjhps2nfu7wu5y8xptycg3c5sq6ax0x0tjq8kd932ypd8j68augzypy34l46mkczhh58elnhlmd07q2tlykcd99p6wqwcnn4fyvtvjp5uplpe8r
Não se importe com o Estado ou com a ideologia que o corrói, faça o seu e tome seu dinheiro de volta.
Minhas mãos forjam o destino no campo,
Entre aço e suor, sou força que avança,
Mas ao te ver, meu peito arde em silêncio,
Teu olhar é o que me leva à batalha,
Não há conquista maior que teu desejo,
Pois é por ti que meu mundo se ergue e ruge.
Cheguei aqui hoje. Boa noite.
Apenas mais uma forma do ANCAP pegar de volta o dinheiro que o Estado roubou.
Isto é apenas mais uma forma do ANCAP pegar o dinheiro de volta que o Estado roubou.
Rapaziada, qual a opinião de vocês sobre ancap na política?