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Astrólogo Berlanda
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Astrologia Científica Astrologia (Mapa Astral) Yoga Chi Gong (Chi Kung) Meditação WhatsApp: 55 41 99770 4243 Sites: Astrologia: www.astrol.com.br Yoga, Meditação, Auto-ajuda: www.ebys.com.br Hinduísmo http://www.ebys.com.br/hinduismo/index.html Canais web canal youtube https://www.youtube.com/@astrol.com.br_astrologo canal odysee https://odysee.com/@emersonberlanda:9?page=1

The Atman, from one standpoint, cannot be known, from

another It is known, from a third It is something more than merely

known, because It is a conscious Principle that does not depend on

anything else for Its realization.

In the process of purification, you find that mind disappears. First the dross will be less and less, and then comes a time when the mind disappears altogether.

First do away with all impure thoughts, have only pure thoughts, then mind disappears of itself, and the soul is revealed.

This disappearance or annihilation of mind is not an unconscious, an inert, a lifeless state, but a state of the intensest vibration and illumination, but ‘mindless’.

“First of all you give up the world with the help of the mind,

and then, finally, you give up the mind also.” —(Upanishads)—

This is the final elimination of all upadhis, all limiting adjuncts.

You make your face clean with the help of the mirror that

shows you the dirt, and then you throw away the mirror, too.

The Highest Truth is that where all argument, all reasoning, stops.

The mind wants to reach the Truth, but it has to be disappointed, because it is unable to reach the Truth.

The mind has no luminosity of its own; its luminosity is a borrowed luminosity, and so cannot illumine that through which its own limited luminosity has come into being. (The moon cannot illumine the sun.)

Even a little glimpse of the soul in the purified mind convinces us once for all that the soul is infinitely more real and lovable than the mind.

This is something to be experienced. The soul is the very bedrock of all experience.

If on purified mind there falls a reflection of the Infinite, we can get a glimpse of It, though this does not yet mean Its realization.

Swami Yatiswarananda

Readings Of The Gospel of Sri Ramakrishna

Wiesbaden, Germany

July 4, 1934 -- (Vol.I 345-348)[CG 240-242]

Agora, devido às nossas impurezas atuais, o reflexo em nós não revela a direção de onde a luz realmente vem.

É isso que confunde tudo.

A Vedanta diz:

“Siga o caminho, tenha você mesmo a experiência, verifique-a repetidas vezes; não confie em ninguém”.

Criem o instrumento e então realizem vocês mesmos a Verdade. Não peguem nenhum credo, nenhum ensinamento, nenhuma Escritura Sagrada como confiável, mas apenas como postes de sinalização para ajudá-los em sua própria realização da Verdade.

Nosso grande sábio Sankaracharya diz em algum lugar:

“Todo mundo sente que existe (por sí mesmo), nunca que não é ou que deixou de ser.”

O princípio da verificação é o que há de mais importante na Vedanta.

Na medida em que vocês mesmos forem capazes de elevar o seu centro de consciência cada vez mais alto, vocês chegarão a

pelo menos um vislumbre do Infinito.

A mente deve se mover. O movimento é a sua própria natureza.

Se você interromper consciente e deliberadamente seu curso descendente em direção aos centros inferiores do corpo físico, ela deverá se mover para cima.

Mas se você interromper seu curso descendente e ao mesmo tempo fazê-lo subir conscientemente, com um esforço de vontade, o processo será muito mais rápido.

“O sábio deve sempre pensar com muito cuidado no invisível,

o visível e tudo mais, como o seu próprio EU, que é a própria consciência.

Tendo reduzido o visível ao invisível, o sábio deveria pensar no universo como um com Brahman.

Somente assim ele irá permanecer em felicidade eterna com a mente cheia de consciência e bênção."

—(Aparoksha anubhuti 141-142)

Swami Yatiswarananda

Leituras do Evangelho de Sri Ramakrishna

Wiesbaden, Alemanha

4 de julho de 1934 - (Vol.I 345-348) [CG 240-242]

Now, owing to our present impurities, the reflection in us

does not reveal the direction from which the light is really coming.

This is what muddles everything up.

Vedanta says:

"Follow the path, have the experience yourself, verify it again and again; take no one on trust".

Create the instrument and then realize the Truth yourselves. Take

no creed, no teachings, no Holy Scripture on trust, but only as

sign-posts to help you to your own realization of Truth.

Our great sage Sankaracharya says somewhere:

“Everybody feels he is, never that he is not or that he has ceased to be.”

The principle of verification is the greatest thing in Vedanta.

To the extent in which you yourselves will be able to raise your center of consciousness, higher and higher, you will get at

least a glimpse of the Infinite.

The mind must move. Movement is its very nature.

If you consciously and deliberately stop its downward course to the lower, physical body-centers, it must move upwards.

But if you stop its downward course and at the same time make it consciously move upwards, with an effort of the will, the process is much swifter.

“The wise should always think with great care of the invisible,

the visible and everything else, as his own SELF, which is con-

sciousness itself.

Having reduced the visible to the invisible, the wise should

think of the universe as one with Brahman. Thus alone will he

abide in eternal felicity with the mind full of consciousness and

bliss.” —(Aparoksha anubhuti 141-142)

Swami Yatiswarananda

Readings Of The Gospel of Sri Ramakrishna

Wiesbaden, Germany

July 4, 1934 -- (Vol.I 345-348)[CG 240-242]

Sri Ramakrishna cantou e dançou com os devotos que dançaram à sua volta.

Quando a canção acabou o Mestre começou a andar de lá para cá, na varanda nordeste onde Hazra estava

sentado com M. O Mestre sentou-se e perguntou a um devoto: “Você sonha sempre?”

Devoto: “Sim, senhor. Outro dia tive um sonho estranho. Vi o mundo inteiro envolvido em água. Havia água

por todos os lados. Somente alguns barcos podiam ser vistos, mas de repente, imensas ondas apareceram e

afundaram-nos. Estava a ponto de embarcar com algumas pessoas, quando vi um brahmin andando sobre as

águas. Perguntei-lhe: ‘Como pode o senhor caminhar sobre as águas?’ O brahmin respondeu-me com um

sorriso: ‘Ó, não há qualquer dificuldade. Há uma ponte debaixo d’água.’ Disse-lhe: ‘Onde o senhor vai?’ ‘A

Bhawanipur, a cidade da Mãe Divina’, respondeu. ‘Espere um pouco’, gritei, ‘Vou lhe acompanhar.’ ”

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Mestre: “Ó, estou muito impressionado, ouvindo essa história.”

Devoto: “O brahmin disse: ‘Estou com pressa. Você ainda terá um certo tempo para sair do barco. Adeus.

Lembre-se desse caminho e siga-me num outro barco.’ ”

Mestre: “Ó! Meu cabelo está de pé! Por favor seja iniciado por um guru o mais breve possível.”

Um pouco depois da meia-noite, Narendra e outros devotos foram se deitar no quarto do Mestre.

Ao amanhecer alguns devotos levantaram-se e viram o Mestre nu como uma criança, andando de um lado para

o outro no quarto, repetindo os nomes de vários deuses e deusas. Sua voz era doce como néctar. Ora olhava

para o Ganges, ora parava em frente dos quadros e curvava-se diante deles, cantando o tempo todo, os seus

santos nomes, com voz suave. Cantou: “Veda, Puranas, Tantras, Gita, Gayatri, Bhagavata, Bhakta, Bhagavan.”

Referindo-se ao Gita, repetiu inúmeras vezes: “Tagi, tagi, tagi ” e de vez em quando dizia: “Ó Mãe, Tu és

realmente Brahman e Tu és realmente Shakti. Tu és Purusha e Tu és Prakriti. Tu és Virat. Tu és o Absoluto e

Tu Te manifestas como o Relativo. Tu és realmente os vinte e quatro princípios cósmicos.”

Nesse meio tempo, o serviço já tinha começado nos templos de Kali e Radhakanta. Sons das conchas acústicas

e pratos pairavam no ar. Os devotos saíram do quarto e viram os sacerdotes e empregados apanhando flores no

jardim para o culto nos templos. Do nahabat flutuava a suave melodia dos instrumentos musicais, apropriados

para aquela hora da manhã.

Narendra e outros devotos terminaram suas obrigações da manhã e vieram até o Mestre. Com um doce sorriso

nos lábios, Sri Ramakrishna estava de pé na varanda nordeste, perto de seu quarto.

Narendra: “Vimos vários sannyasis pertencentes à seita de Nanak no Panchavati.”

Mestre: “Sim, chegaram ontem. (A Narendra): Gostaria que todos se sentassem, na esteira.”

Quando assim o fizeram, o Mestre olhou-os com alegria. Começou, então, a conversar. Narendra perguntou a

respeito de disciplina espiritual..

Mestre: “Bhakti, o amor de Deus, é a essência de toda a disciplina. Pelo amor, uma pessoa adquire renúncia e

discriminação de forma natural.”

Narendra: “Não é verdade que os Tantras prescrevem disciplina espiritual na companhia de mulher?”

Mestre: “Isso não é desejável. É um caminho muito difícil e muitas vezes ocasiona a queda do aspirante. Há

três tipos de disciplinas. Podemos considerar a mulher como sua amante. Ou considerar-se sua serva ou seu

filho. Olho a mulher como minha mãe. Ver-se como serva é bom também; mas é extremamente difícil praticar

disciplina espiritual olhando a mulher como amante. Considerar-se seu filho é uma atitude muito pura.”

Os sannyasis pertencentes à seita de Nanak entraram no aposento e saudaram o Mestre, dizendo: “Namo

Narayanaya ”. Sri Ramakrishna pediu que se sentassem.

Mestre: “Nada é impossível para Deus. Ninguém pode descrever Sua natureza por meio de palavras. Tudo é

possível para Ele. Num certo lugar viviam dois yogis que praticavam disciplinas espirituais. Um dia o sábio

Narada passou por ali. Percebendo quem ele era, um dos yogis disse-lhe: ‘O senhor acabou de estar com o

Próprio Deus. O que Ele está fazendo agora?’ Narada responde: ‘Ora, eu O vi passar e tornar a passar camelos

e elefantes pelo buraco de uma agulha.’ A isso o yogi disse: ‘O que há de extraordinário nisso? Tudo é

possível para Deus.’ Mas o outro yogi disse: ‘O que? Fazer elefantes passar pelo buraco de uma agulha? Será

isso possível acontecer alguma vez? O senhor jamais esteve na casa de Deus.’ ”

Às nove horas da manhã, quando o Mestre ainda estava em seu quarto, Manomohan chegou de Konnagar com

alguns membros de sua família. Às perguntas gentis de Sri Ramakrishna, Manomohan explicou que os estava

levando para Calcutá. O Mestre disse: “Hoje é o primeiro dia do mês bengali, auspicioso para se fazer uma

viagem. Espero que tudo venha a correr bem com vocês.” Com um sorriso, começou a falar de outros

assuntos.

Quando Narendra e seus amigos voltaram do seu banho no Ganges, o Mestre falou-lhes francamente: “Vão

meditar no Panchavati, debaixo do baniano. Querem algo para se sentarem?”

Mais ou menos às dez e meia Narendra e seus amigos Brahmos estavam meditando no Panchavati. Depois de

algum tempo, Sri Ramakrishna chegou, M. também estava presente.

O Mestre disse aos devotos Brahmos: “Na meditação a pessoa deve permanecer absorvida em Deus. Se ficar

flutuando na superfície da água, pode alguém alcançar as pedras preciosas que jazem no fundo do mar?”

Em seguida cantou:

Tomando o nome de Kali, mergulhe profundamente, Ó mente,

Nas profundezas insondáveis do coração,