Avatar
Jorge Luiz Araújo
50083e35b81e7a0f297d63ffcfbd34e3197d43170d25f71aff4fd85d8681ad79

Crise global se instala após nova ofensiva tarifária de Trump e retaliação imediata da China

Uma tempestade financeira varreu os mercados mundiais nesta segunda-feira, 7 de abril. Em apenas três horas, 890 bilhões de euros evaporaram das bolsas europeias, arrastadas por uma nova onda de pânico global. O anúncio de tarifas adicionais por parte do presidente Donald Trump na última quarta-feira, 2 de abril, e a resposta fulminante de Pequim - foram o gatilho.

O epicentro do abalo veio do Oriente. Xangai despencou 7,3% no fechamento, após já ter aberto com queda de 4,5%. Hong Kong derreteu 12%, Tóquio fechou com perdas de 7,8% e Shenzhen afundou mais de 10%. Seul registrou sua pior sessão desde agosto de 2024, com queda de 5,57%.

A turbulência chegou rapidamente à Europa. O dia começou com aparente calma em Milão e Paris, onde diversos ativos sequer conseguiram ser precificados — mas bastaram alguns minutos para o cenário se tornar claro: um vendaval de vendas se instalava. A bolsa de Milão entrou em queda livre, recuando 6,4%. Paris perdeu 6,5% e Frankfurt despencou 9%.

Londres (-6,5%) e Madrid (-4,7%) tiveram desempenho levemente menos dramático, mas ainda alarmante.

O setor bancário europeu foi particularmente atingido, com instituições financeiras vendo suas ações derreterem em meio ao aumento dos spreads e ao risco sistêmico crescente.

Do outro lado do Atlântico, os futuros dos índices americanos indicavam um tombo iminente: Dow Jones caía 3,2% e o Nasdaq recuava 4% — sinais de que a tensão não ficará restrita ao Velho Mundo.

O petróleo também sentiu o golpe. O WTI caiu 3,5%, sendo negociado a US$ 59,80 o barril - abaixo da marca simbólica dos 60 dólares. O Brent recuou 3,15%, cotado a US$ 63,50. O temor de uma recessão global, alimentado pela escalada da guerra comercial, já está pressionando as commodities energéticas.

Os mercados, mais uma vez, mergulham em território desconhecido — e os investidores enfrentam um início de semana que promete ser histórico.”

Quando pensamos que a coisa não pode

piorar vem essa notícia!

#Repost @carolinedetoni

“A última bomba fiscal de Lula está prestes a explodir!

O governo quer criar uma fundação bilionária, sob controle absoluto do PT, sem transparência e fora do alcance do Congresso e dos órgãos de fiscalização.

Uma verdadeira caixa-preta, onde ninguém saberá exatamente para onde vai o dinheiro público.

O PL 1312/25 é uma manobra para driblar o Congresso e permitir gastos sem limites, sem prestação de contas e sem respeito às regras fiscais.

Compartilhe essa denúncia e cobre os deputados!

Não podemos permitir mais essa ilegalidade.”

“Além do ódio do bem, o posicionamento da esquerda entra em conflito com a sua própria militância. Afinal, as integrantes do partido e seus apoiadores estão lutando para condenar por 14 anos uma outra mulher? E ainda, por pichar uma estátua?”

https://video.nostr.build/608e6141cf4faa9e2f9d8028d8ea786cc21386dbbddcf51ee92cc9060393c23e.mp4

“A nova série da Netflix, “Adolescência”, aborda o impacto do assassinato de uma adolescente em Liverpool, explorando temas como misoginia e a cultura incel. Inspirada nos casos reais de Ava White e Elianne Andam, a produção alterou aspectos essenciais das histórias originais, substituindo a identidade do assassino para encaixá-lo em uma narrativa específica.

Enquanto na vida real Elianne foi morta por um homem negro usuário de drogas, a série opta por retratar o criminoso como um adolescente branco de perfil conservador, gerando questionamentos sobre a fidelidade da adaptação aos fatos.

O ator Stephen Graham, um dos protagonistas, defende que a série busca provocar reflexão sobre como as redes sociais influenciam os jovens e como a misoginia cresce dentro desses espaços. No entanto, a conexão da trama com a cultura incel levanta dúvidas, pois no caso real de Ava White não há indícios de envolvimento dos criminosos nesse movimento. A tentativa de encaixar o crime dentro de um discurso ideológico pode comprometer a credibilidade da produção, tornando-a mais uma peça de narrativa do que um retrato fiel da realidade.

A decisão da Netflix de seguir por esse caminho reacende a discussão sobre a responsabilidade das produções audiovisuais na forma como moldam a percepção do público sobre eventos reais.”

@informacaoeliberdade