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Julio Santos
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Seria algo assim?

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Arata, a coisa está avançando!

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E assim vai nascendo uma WoT de usuários de Nostr!

Legal que vc testou! Se tiver algum feedback pra passar, manda!

Quando conseguirmos terminar o projeto de Web of Trust de chave Nostr que está em andamento, somada a justiça privada colateralizada em bitcoin da Private Law Society que já está rodando, vai ser difícil segurar iniciativas 100% libertárias.

A interrelação dessas 4 camadas: Bitcoin, Nostr, Justiça Privada e WoT vão gerar soluções exponenciais!

Além disso os seus 4 antagonistas (moeda fiat, comunicação centralizada, justiça estatal e popularidade) não vão ter capacidade de reação.

Que momento para estar vivo!

Replying to Avatar CAPiVARA

Conteúdo aumentou 😅

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...

Olha eu aí no meio de uma tropa de elite. Valeu a menção nostr:npub1u79u7zxlz2flmwpdt59xsvv5syreavzdyu9llkg07swtf24a4ayq5g0uud

Bora seguir esse povo todo!

I've met some people here in the US who are doing this. They're using call and text phones.

Replying to Avatar Matheus

Artigo na Exame falando sobre a situação fiscal dos EUA! Escrito juntamente com a fera nostr:npub12mllp29adf2fw0eeahmseczcu3y4625qyn3v4uwfvkpzlshnmj3qs903ju .

Imagine uma empresa que tem um faturamento anual de 4,1 milhões de dólares, mas suas despesas no mesmo período chegam a 5,6 milhões de dólares. Isso significa que, ao final do ano, essa empresa não só não teve lucro, como também terminou com um prejuízo de 1,5 milhões de dólares, ou seja, 37% do que ela fatura.

Agora, pense que esse prejuízo não é algo que aconteceu apenas uma vez. Na verdade, essa empresa não tem lucro desde 2001, acumulando prejuízos ano após ano. Hoje, a dívida total dessa empresa já chegou a 35,3 milhões de dólares.

Você pode se perguntar: "Como essa empresa consegue pagar suas contas há tanto tempo sem lucrar?" A resposta é que ela se endivida ano após ano para conseguir dinheiro emprestado de investidores. Esses investidores acreditam que a empresa vai conseguir pagar a dívida no futuro, e a empresa promete pagar o valor emprestado com juros.

O problema é que, como a empresa não consegue ter lucro, ela precisa continuar emitindo mais e mais desses títulos de dívida a cada ano, não só para pagar suas contas, mas também para devolver o dinheiro aos investidores e cobrir os juros.

Agora, considere o seguinte: quanto mais tempo a empresa passa sem lucrar, mais os investidores começam a duvidar se ela será capaz de pagar o que deve. Isso faz com que eles cobrem juros cada vez mais altos para continuar emprestando dinheiro.

No último ano, por exemplo, a empresa teve que gastar US$ 1,1 milhão só em juros, o que representa quase um terço de tudo o que ela faturou.

A essa altura, é fácil perceber que a situação da empresa é complicada e que sair desse buraco financeiro não será fácil.

Para agravar a situação, os proprietários dessa empresa insistem em nomear conselheiros e presidentes que, ao invés de cortar gastos, buscam expandi-los continuamente. É como se ninguém, nem mesmo seus donos, estivesse realmente preocupado com o destino da organização.

A situação se complica ainda mais quando consideramos que essa empresa depende fortemente de um banco que sempre promete socorro financeiro. Temos, assim, uma combinação perigosa: de um lado, um banco que concede crédito sem limites; do outro, donos que parecem indiferentes ao rumo descontrolado da empresa.

Agora, aqui vai uma revelação: essa empresa não é realmente uma empresa. Ela é, na verdade, o governo dos Estados Unidos. O Banco é o Fed, o Banco Central dos Estados Unidos. Os donos são, ou deveriam ser, a população norte-americana. Os números que usamos aqui são, na verdade, trilhões, não milhões. E para mostrar como é difícil para nós, humanos, lidar com ordens de grandeza tão diferentes, aqui vai uma comparação para facilitar o entendimento:

1 milhão de segundos atrás: menos de 12 dias atrás (nosso exemplo);

1 bilhão de segundos atrás: outubro de 1992;

1 trilhão de segundos atrás: 29.665 antes de Cristo (EUA).

Se você já se impressionou com os números da empresa fictícia do exemplo, imagine a verdadeira gravidade da situação ao compreender a diferença entre milhões e trilhões.

Essa analogia ajuda a entender a gravidade da situação fiscal dos EUA, mostrando que a dívida e os juros estão se tornando cada vez mais difíceis de gerenciar.

O que fazer diante de um quadro tão desafiador? Aumentar as receitas (ou seja, elevar impostos) para cobrir o rombo parece inviável, além de doer diretamente no bolso de toda população, ainda desestimula o empreendedorismo e consequente geração de empregos e renda. Por outro lado, cortar despesas ao ponto de retirar benefícios concedidos há décadas à população seria politicamente insustentável. A única saída é continuar contraindo dívidas para pagar as contas.

Mas até quando o Fed conseguirá sustentar esse ciclo?

Está aí a pergunta de milhões, bilhões ou até trilhões de dólares, mas algo é previsível: Assim como ocorrido em eventos históricos passados, a população, ao perder confiança na própria moeda, irá correr para ativos que não podem ser confiscados ou depreciados, e na era digital, existe apenas um com essa característica: o bitcoin.

Que baita ideia do nostr:npub1ejlc0kr3k4qk88d2zm4gv930jqct8sdemnwnq7jsayjgggw9a9sqss54s4 de escrever esse artigo! Foi divertida a pesquisa e preocupante saber os rumos financeiros que essa "empresa" está tomando. Vamos ver se o "conselho" vai fazer algo ou deixar seguir esse rumo! A análise nós fizemos!

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Replying to Avatar Matheus

Artigo na Exame falando sobre a situação fiscal dos EUA! Escrito juntamente com a fera nostr:npub12mllp29adf2fw0eeahmseczcu3y4625qyn3v4uwfvkpzlshnmj3qs903ju .

Imagine uma empresa que tem um faturamento anual de 4,1 milhões de dólares, mas suas despesas no mesmo período chegam a 5,6 milhões de dólares. Isso significa que, ao final do ano, essa empresa não só não teve lucro, como também terminou com um prejuízo de 1,5 milhões de dólares, ou seja, 37% do que ela fatura.

Agora, pense que esse prejuízo não é algo que aconteceu apenas uma vez. Na verdade, essa empresa não tem lucro desde 2001, acumulando prejuízos ano após ano. Hoje, a dívida total dessa empresa já chegou a 35,3 milhões de dólares.

Você pode se perguntar: "Como essa empresa consegue pagar suas contas há tanto tempo sem lucrar?" A resposta é que ela se endivida ano após ano para conseguir dinheiro emprestado de investidores. Esses investidores acreditam que a empresa vai conseguir pagar a dívida no futuro, e a empresa promete pagar o valor emprestado com juros.

O problema é que, como a empresa não consegue ter lucro, ela precisa continuar emitindo mais e mais desses títulos de dívida a cada ano, não só para pagar suas contas, mas também para devolver o dinheiro aos investidores e cobrir os juros.

Agora, considere o seguinte: quanto mais tempo a empresa passa sem lucrar, mais os investidores começam a duvidar se ela será capaz de pagar o que deve. Isso faz com que eles cobrem juros cada vez mais altos para continuar emprestando dinheiro.

No último ano, por exemplo, a empresa teve que gastar US$ 1,1 milhão só em juros, o que representa quase um terço de tudo o que ela faturou.

A essa altura, é fácil perceber que a situação da empresa é complicada e que sair desse buraco financeiro não será fácil.

Para agravar a situação, os proprietários dessa empresa insistem em nomear conselheiros e presidentes que, ao invés de cortar gastos, buscam expandi-los continuamente. É como se ninguém, nem mesmo seus donos, estivesse realmente preocupado com o destino da organização.

A situação se complica ainda mais quando consideramos que essa empresa depende fortemente de um banco que sempre promete socorro financeiro. Temos, assim, uma combinação perigosa: de um lado, um banco que concede crédito sem limites; do outro, donos que parecem indiferentes ao rumo descontrolado da empresa.

Agora, aqui vai uma revelação: essa empresa não é realmente uma empresa. Ela é, na verdade, o governo dos Estados Unidos. O Banco é o Fed, o Banco Central dos Estados Unidos. Os donos são, ou deveriam ser, a população norte-americana. Os números que usamos aqui são, na verdade, trilhões, não milhões. E para mostrar como é difícil para nós, humanos, lidar com ordens de grandeza tão diferentes, aqui vai uma comparação para facilitar o entendimento:

1 milhão de segundos atrás: menos de 12 dias atrás (nosso exemplo);

1 bilhão de segundos atrás: outubro de 1992;

1 trilhão de segundos atrás: 29.665 antes de Cristo (EUA).

Se você já se impressionou com os números da empresa fictícia do exemplo, imagine a verdadeira gravidade da situação ao compreender a diferença entre milhões e trilhões.

Essa analogia ajuda a entender a gravidade da situação fiscal dos EUA, mostrando que a dívida e os juros estão se tornando cada vez mais difíceis de gerenciar.

O que fazer diante de um quadro tão desafiador? Aumentar as receitas (ou seja, elevar impostos) para cobrir o rombo parece inviável, além de doer diretamente no bolso de toda população, ainda desestimula o empreendedorismo e consequente geração de empregos e renda. Por outro lado, cortar despesas ao ponto de retirar benefícios concedidos há décadas à população seria politicamente insustentável. A única saída é continuar contraindo dívidas para pagar as contas.

Mas até quando o Fed conseguirá sustentar esse ciclo?

Está aí a pergunta de milhões, bilhões ou até trilhões de dólares, mas algo é previsível: Assim como ocorrido em eventos históricos passados, a população, ao perder confiança na própria moeda, irá correr para ativos que não podem ser confiscados ou depreciados, e na era digital, existe apenas um com essa característica: o bitcoin.

Que baita ideia do nostr:npub1ejlc0kr3k4qk88d2zm4gv930jqct8sdemnwnq7jsayjgggw9a9sqss54s4 de escrever esse artigo! Foi divertida a pesquisa e preocupante saber os rumos financeiros que essa "empresa" está tomando. Vamos ver se o "conselho" vai fazer algo ou deixar seguir esse rumo! A análise nós fizemos!

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God, infinitely perfect and blessed in himself, in a plan of sheer goodness freely created man to make him share in his own blessed life. For this reason, at every time and in every place, God draws close to man. He calls man to seek him, to know him, to love him with all his strength. He calls together all men, scattered and divided by sin, into the unity of his family, the Church. To accomplish this, when the fullness of time had come, God sent his Son as Redeemer and Saviour. In his Son and through him, he invites men to become, in the Holy Spirit, his adopted children and thus heirs of his blessed life.

contract with an indefinite maturity date, until then the collateral will be worth more than the Fiatjaf`s life