Por isso o jornalismo livre tem que ser defendido. Sabemos que muitos meio de comunicação são vergonhosos mas precisa haver liberdade tanto para os bons como para os maus jornalistas. Inclusive liberdade para criticar e ridicularizar os mesmos.
O Senhor fez com que um grande peixe engolisse Jonas, e ele ficou dentro do peixe três dias e três noites. https://video.nostr.build/89878b5a360e9b339dcbe39f931f7627c4ed959e9be98ee9a1d643b36aae41b6.mp4
A imprensa livre e a liberdade de expressão incomoda os poderosos em especial os autocratas. Não podemos nos levar pelo incômodo dos maus veículos de imprensa que insistem em manipular as informações para mentir aos telespectadores e assim não desejar que os jornalistas de diferentes crenças e ideologias tenha liberdade em exercer o seu trabalho. Uma das grandes revoluções históricas é a invenção da imprensa que possibilitou a diminuição do valor dos livros e até a publicação de jornais diários. Hoje chegando ao ponto das notícias serem praticamente em tempo real. Independente das crenças dos profissionais da imprensa e os mesmos devem ser criticados em suas atuações quando devido são importantes para as liberdades civis.
Vários libertários toma como posição mesmo com a significativa melhora em pouquíssimo tempo da gestão Javier Milei que ele ainda não explodiu algo ou simplesmente não saiu dando tiro no congresso nacional e por isso falhou. Os ditos cujos não deseja uma melhora e uma caminhada para a liberdade econômica mesmo que não seja perfeita mas sim a mais pura destruição. Murray Rothbard pai do anarcocapitalismo não pregava tais coisas mas sim como o estado é eticamente errático e falou diversas maneiras em diminuir o poder do mesmo como desobediência civil, via política e outros. Não escondo o meu desejo que Javier Milei continue a sua caminhada que até o momento está em um bom caminho e a Argentina, El Salvador e outras nações da América latina possa ter melhores condições aos cidadãos de cada país.

É curioso perceber a diferença entre a teoria e a prática, entre o discurso e a ação. Falar sobre virtudes é bem diferente de ser virtuoso; defender ideais elevados não significa necessariamente (infelizmente) que se viva tais ideais na prática. Claro, pode ser que haja um verdadeiro desejo de agir da forma como se diz. Nesse caso, há pelo menos a intenção de se agir bem. Já é um começo. Muito pior é quando quem faz o discurso nunca teve a real intenção de buscar a realização daquilo que prega.
Mais ou menos isso é o que ocorre com a esquerda brasileiras em relação ao jornalismo e a liberdade de imprensa e pensamento. Mas é bom que se diga que isso não ocorre apenas com a esquerda: temos várias instituições e políticos de diversos matizes ideológicos que estão exatamente na mesma situação: defendem aos quatro ventos a liberdade de imprensa, expressão, pensamento e agem de todas as maneiras possíveis para censurar e impor sanções a quem diz aquilo de que não gostam.
Anos atrás, por exemplo, uma das lições mais repetida pelos professores com mais afinidade com a esquerda dentro das faculdades de comunicação era a de que o jornalismo dos grandes veículos só atendia aos interesses do capitalismo. Eram sempre “chapa-branca”, como se dizia na época, quando um veículo sempre estava do lado do governo, funcionando como uma grande assessoria de imprensa, publicando apenas elogios e matérias para promoção e blindagem do governo de plantão. A população, coitada, nunca tinha acesso ao que de fato acontecia dentro dos governos porque a “grande mídia” não deixava.
“Um absurdo”, repetiam os professores de esquerda. “Jornalismo não pode ser assim. Precisa ser livre, democrático, popular”, insistiam. Falavam também do clima de terror dentro das redações, onde os jornalistas assalariados não podiam escrever uma vírgula sequer que contrariasse os interesses dos “donos” da mídia. Bom mesmo eram os jornais de sindicatos, movimentos sociais e afins, que, “bravamente”, resistiam à lógica capitalista, e só assim conseguiam tornar realidade o propósito de informar bem e “dar voz à população”. Lá, os jornalistas eram livres, podiam mostrar a realidade.
Outra crítica comum dos professores de esquerda era a chamada concentração dos meios. Poucas pessoas tinham o “poder” de publicar e veicular conteúdos nos meios de comunicação. A população não tinha como expressar suas posições e pensamentos, eram continuamente calados pelo sistema. Por isso todas as formas de comunicação alternativa eram enaltecidas, rádios e tvs comunitárias, e a internet despontava como um alento: com as redes sociais, finalmente, o povo teria voz, poderia ter acesso a meio de contrapor os grandes veículos de comunicação. Sociedade em Rede, de Manuel Castells, era leitura obrigatória.
Seria interessante ver, hoje, se esses professores ainda defendem as mesmas ideias. Será que conseguiriam chamar de imprensa chapa-branca os jornais de sindicados, movimentos sociais e partidos que só sabem tecer elogios aos disparates de Lula e sua equipe? Teriam coragem de apontar a perseguição cada vez mais desenfreada aos jornalistas e colunistas de veículos que ainda resistem e insistem em tentar exercer a liberdade de imprensa sem se curvar aos ditames dos poderosos de plantão? Defenderiam a liberdade de expressão e o direto de voz da população nas redes sociais? Teriam a capacidade de elogiar os grandes veículos e suas reportagens que mostram a podridão embrenhada nas esferas do poder? Duvido muito. Jocelaine Santos
America UnCanceled Special Edition: Lawfare in Brazil with @mschlapp and Federal Deputy, @marcelvanhattem https://t.co/wF24JEgqSe https://video.twimg.com/amplify_video/1770846592318218240/vid/avc1/1280x720/CsT0FF2SBaVpr-_W.mp4?tag=14
É uma boa surpresa saber que o CPAC tem uma página no Nostr.
“Cada experiência comunista é recomeçada na inocência.” (Alain Besançon, A Infelicidade do Século)
O apoio declarado de Luiz Inácio Lula da Silva à farsa eleitoral na Venezuela chavista – apoio que incluiu um deboche cafajeste dirigido à opositora María Corina Machado – causa um grande embaraço às Organizações Globo, que carregaram o lulopetismo no colo de volta ao poder. Isso porque a proximidade entre Lula e Nicolás Maduro lança luz sobre o nosso próprio teatro da democracia, similar em muitos aspectos ao venezuelano, e que teve nos estúdios e redações globais o seu produtor de maior destaque. Que Lula esteja se empenhando tanto em falsificar a imagem de Maduro e apresentá-lo como um democrata não deveria escandalizar um grupo de mídia que tem feito exatamente o mesmo com o mandatário brasileiro. Portanto, o escândalo recém-ostentado pelo jornalismo da Globo parece ser insincero e calculado.
A afetação de escândalo foi ilustrada, por exemplo, por um comentário muito indignado de Merval Pereira no programa Estúdio I, da Globo News. “É um acinte. Todo mundo sabe que a eleição [na Venezuela] não tem legitimidade, não tem candidato de oposição” – vociferou Merval. “Não é possível que o Lula não saiba. Evidente que ele sabe, que a eleição já de largada não é correta, não é legítima. Ele não pode fazer esse comentário.”
De fato, é óbvio que Lula sabe da inexistência de oposição na Venezuela. Mas também é óbvio que Merval Pereira sabe que Lula não é um democrata, e que o seu apoio à ditadura venezuelana é antigo, sólido e inquebrantável. Quando, portanto, o jornalista diz em tom imperativo que o mandatário brasileiro não pode fazer esse comentário, certamente não é a surpresa que o motiva. Merval não é inocente. Portanto, falando em nome do empregador, seu objetivo parece ser o de recordar a aliança firmada entre a Globo e o lulopetismo ao longo da corrida eleitoral de 2022, e cobrar de Lula o compromisso de ao menos fingir ser um democrata. Afinal, a “defesa da democracia” contra o “fascismo” bolsonarista foi o mito fundador dessa aliança, a única justificativa para o abandono de qualquer resquício de ética jornalística por parte do grupo midiático em função do objetivo político comum. Uma vez comprometida essa peça de ficção, tudo o mais tende a derreter como cera ao sol.
Flávio Gordon
Após vencer mais uma “eleição” completamente fraudada, Vladimir Putin lança uma bomba sobre a população LGBT. O ditador russo instituiu uma lei que equipara os movimentos de militância LGBT a grupos terroristas.
É uma medida inédita. Nem nos países mais fechados e desumanos, que criminalizam a homossexualidade, existe a equiparação a terrorismo. A escalada da ditadura russa contra o público LGBT persiste há anos. Putin faz declarações batendo uma vez no cravo e outra na ferradura. Há 11 anos, nas Olimpíadas de Sochi, veio a primeira medida de repercussão internacional. Era proibido fazer “propaganda” LGBT.
O movimento LGBT ligado à esquerda brasileira é bastante vocal. Se uma pessoa troca um pronome, está liquidada. É cancelada e tratada como um bárbaro que pretende extinguir a população trans do planeta. Putin proibiu na Rússia todas as cirurgias de redesignação sexual. Os militantes de esquerda continuam calados e favoráveis à invasão da Ucrânia.
Pastores evangélicos que consideram a homossexualidade um pecado têm sido tratados como criminosos. Muitos deles, inclusive de igrejas pequenas, sofrem consequências judiciais e são alvos constantes de ataques da militância LGBT. Mas Putin, que classifica os movimentos LGBT como terrorismo, continua sendo defendido pela militância de esquerda.
Alexandre de Moraes confirma teor dos áudios de Mauro Cid: a lei é ele. Não gostou das verdades que foram expostas a público e mandou prendê-lo de novo. Aos amigos tudo aos inimigos nem a lei. A nova constituição do Brasil.
A cama já está armada. Mauro Cid.
https://veja.abril.com.br/brasil/em-audios-exclusivos-mauro-cid-ataca-alexandre-de-moraes-e-a-pf
Comprei senhor
Como você conseguiu esse dinheiro?
Trabalhava senhor.
Trabalhava do quê?
Roubar mesmo
Você gosta?
Gostava mas agora não posso roubar mais.
https://video.nostr.build/9e5a84f33165d41a974fe79c45635f1f6cb8bc88b9eb8e7a0dfe2adb36ca5d54.mp4
Pinochet teve uma vitória no Chile que a mídia não deu atenção e pouco comentado na internet. A constituição dele saiu vitoriosa pois foi proposta duas novas constituições uma da “esquerda" outra da “direita". E os chilenos escolheram permanecer com a constituição Pinochet. Pinochet foi um ditador sem sombras de dúvida mas que ainda persistira por longo tempo no Chile.
Acabou de sair essa notícia para reafirmar a minha posição.
🇺🇸 - A Suprema Corte dos EUA permitirá que o Texas implemente suas novas leis de imigração enquanto o litígio estiver em andamento
O Texas vai começar a emitir a própria moeda o dólar texano. Segundo o projeto de lei será lastreado no ouro e a moeda digital do estado CBDC está proibido no território estadual. Texas está madrinha para se tornar independente de tanto que em uma pesquisa de opinião 70% dos moradores do estado apoia a ideia.
Se um dos temas de Lula na reunião ministerial de logo mais é a fragilidade da área de comunicação do governo, o presidente poderá dar como exemplo até suas próprias redes sociais.
Nos últimos 30 dias, o @Lulaoficial, sua conta no Instagram, perdeu 24 mil seguidores (de um total de 13,1 milhões), de acordo com a ferramenta Instrack.
Já a do encrencado Jair Bolsonaro, com a investigação da PF sobre o golpe ganhando tração, agregou 134 mil seguidores (de um total de 25,6 milhões), ajudado certamente pelo ato na Paulista do dia 25 do mês passado.
A propósito, Janja está decidida a assumir o controle da comunicação digital de Lula e, por isso, trava um acirrado "cabo de guerra" com auxiliares dele. A primeira-dama quer transferir a administração das contas pessoais do presidente nas redes sociais para Brunna Rosa, que integrou a campanha de 2022, e, desde a posse, chefia a Secretaria de Estratégia e Redes. Embora subordinada à Secom de Paulo Pimenta, Brunna é uma pessoa de confiança de Janja — mas não desses auxiliares. Brunna, em diálogo estreito com Janja, já comanda os perfis oficiais do governo nas plataformas. Lauro Jardim.
A matriz das igrejas neo pentecostais trouxe para o Brasil a matriz da igreja evangélica estadunidense que prega a vitória tanto espiritual e física por méritos próprios o que traz aos indivíduos o individualismo em oposição ao coletivismo e a crença na prosperidade ao invés do estado de bem estar social. E essa matriz que prejudica em muito os partidos a esquerda como o PT e o PSOL ter acesso a esses indivíduos pois a matriz pregada nas igrejas já é de contraposição a esses partidos. E as igrejas pentecostais como tem a literatura literal da bíblia não permite a agenda ideológica. Você realmente tem razão quando diz em relação aos impostos. Os evangélicos por matriz não são anarquistas mas de 30 anos para cá as igrejas neo pentecostais com a matriz dos EUA trouxe uma visão mais capitalista o que afastou os evangélicos do propósito da esquerda. E os pentecostais quando era um grupo pequeno não incomodava com a sua presença só que os mesmos cresceram de duas décadas para cá conseguindo eleger vários deputados federais e estaduais o que machuca demais PT e PSOL pois dificulta a implementação do projeto dos mesmos no congresso nacional.


