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SOBRE RISCO FINANCEIRO
Risco financeiro: quais os tipos, exemplos e como analisar?
Nenhum investimento é 100% seguro, nem mesmo aqueles adequados para quem tem perfil conservador. Isso significa que você ou seus clientes precisam sentir medo de investir? É claro que não!
O risco financeiro existe para ser analisado e minimizado. Por funcionar como uma espécie de indicador de desempenho, ele tem o propósito de nos orientar a fim de tomarmos decisões mais assertivas ao aplicar nosso patrimônio, ou ao gerir os recursos de terceiros.
Sem mais delongas: neste artigo, eu vou te ensinar tudo o que você precisa saber sobre o assunto.
O que é risco financeiro?
O risco financeiro é a probabilidade que um investimento ou transação tem de resultar em retorno abaixo do esperado ou prejuízo.
Assim, quem aplica seu patrimônio sem calcular a relação entre o risco e o retorno de um ativo, corre um grande risco de tomar uma péssima decisão.
O risco financeiro, aliás, não se resume somente aos investimentos. Eles se fortalecem, na verdade, toda vez que deixamos uma ponta solta e adotamos estratégias inconsequentes.
Para que você compreenda melhor o conceito de risco financeiro, eu trouxe alguns cenários bem comuns:
Fluxo de caixa insuficiente para uma empresa, por exemplo, continuar funcionando;
Pouco estudo sobre o mercado financeiro antes de tomar uma decisão;
Perda de controle sobre dívidas;
Razões de força maior, como imprevistos de qualquer natureza;
Exposição às oscilações do mercado, como às taxas de juros e ao câmbio.
Deu para notar como os riscos podem ser variados e apresentar dimensões diferentes também, não é? Pois bem, agora, eu quero te mostrar os principais no mercado financeiro.
Quais tipos de riscos financeiros?
Eu separei aqui os principais tipos – aqueles que estarão presente na maioria das operações que você vai realizar ao longo de sua carreira.
Riscos de crédito
Este aqui é bastante comum e acontece quando uma das partes envolvidas na transação não paga o que deve. Uma empresa que permite o pagamento parcelado, por exemplo, corre o risco de crédito.
É por isso que os bancos submetem clientes em busca de concessão de crédito por uma análise prévia, antes de ceder algum recurso. Essa é uma tática para tentar amenizar esse risco específico.
Riscos de liquidez
Refresque a memória comigo rapidinho: liquidez é a capacidade que um bem tem de ser transformado em dinheiro. Assim, o risco de liquidez implica na possibilidade de:
Não obter o retorno esperado ao vender um bem ou ativo;
Ter prejuízo ao efetuar a operação;
Sofrer dificuldades ao tentar vender um bem ou ativo.
Se estivermos falando de uma empresa, então o risco de liquidez também aponta para sua capacidade (ou incapacidade) de cumprir com suas obrigações financeiras, como pagamento de dívidas e funcionários.
Riscos de mercado
O mercado financeiro oscila com frequência. Commodities, ações, aspectos econômicos nacionais e internacionais, política… Todos esses fatores podem afetar o desempenho de investimentos e empresas.
Essa interferência pode, naturalmente, trazer lucros ou prejuízos. Por isso, aplicar dinheiro em algum título antes de observar as flutuações do mercado não é uma boa ideia.
Riscos operacionais
Nesse caso, temos falhas humanas ou tecnológicas – quando um sistema dá erro, por exemplo. Dentre todos os riscos que eu listei até agora, esse é, provavelmente, um dos mais difíceis de prever.
Apesar de a tecnologia nos prover plataformas seguras para realizar operações no mercado financeiro, e das próprias instituições – como a Bolsa de Valores – estarem protegidas por esquemas bastante sólidos de segurança, ainda há uma pequena porcentagem de risco operacional.
Riscos legais
Estes riscos dizem respeito aos acordos e operações realizadas sem um contrato. Dessa forma, elas não têm nenhum respaldo jurídico ou garantia de reembolso.
Basicamente qualquer combinado informal ou feito na base da palavra coloca todos os envolvidos em risco legal. É por isso, inclusive, que temos tantas instituições financeiras reguladoras do mercado. Dessa forma, é possível diferenciar as organizações confiáveis do setor daquelas que não o são.
Riscos cambiais
Qualquer negociação feita entre moedas diferentes está sujeita ao risco de câmbio. Aqui, o Dólar é a moeda estrangeira mais presente nesse tipo de operação, como você já deve saber.
Assim, uma empresa que trabalha com importações, por exemplo, precisa utilizar instrumentos de proteção – como o hedge – para prevenir possíveis grandes prejuízos dada a oscilação constante da moeda.
Exemplos de riscos financeiros
Agora que já temos os conceitos dos principais riscos financeiros, eu quero trazer alguns exemplos que vão te ajudar a entender melhor os efeitos de cada um dentro desse mercado.
Primeiramente, um cenário fictício clássico: suponha que determinado investidor aplicou uma parte de seu patrimônio em um título de renda fixa a longo prazo. Seu objetivo não era retirar o dinheiro antes do combinado, mas um imprevisto estragou seus planos e, agora, será necessário vender esse título antecipadamente.
Essa decisão tem um preço: a retirada vai causar um prejuízo em seus rendimentos. Aqui, temos um caso no qual o risco de liquidez afetou negativamente os lucros de um investidor.
O risco de mercado também é bastante comum e é uma das principais razões pelas quais eu recomendo tanto que investidores apostem em carteiras diversificadas de ativos.
Quando investimos em commodities, vamos supor, temos que lidar com alguns riscos bem específicos, já que essas matérias-primas e insumos (como milho, soja e trigo) podem ser afetadas por condições climáticas, dentre outros fatores.
Assim, se uma safra sofrer alguma intempérie e este investidor fictício tiver essa commodity como a maior parcela de sua carteira, então, provavelmente o seu prejuízo será enorme.
Partindo para o Dólar, imagine a seguinte situação: uma indústria importa seus insumos e os paga nessa moeda. Seu produto final, porém, circula no mercado nacional, ou seja, são adquiridos pelo público em Reais.
Caso a nossa moeda desvalorize, o empresário pode ter prejuízos. Se essa queda for brusca, o pagamento dos fornecedores, por exemplo, pode estar comprometido.
Como você pode ver, os riscos financeiros são variados e podem se manifestar de formas distintas, dependendo de cada ocasião específica, de cada tipo de investimento e investidor e de cada mercado.
O que é um risco não-financeiro?
Um risco não-financeiro é aquele que não está diretamente ligado ao dinheiro, mas a outros fatores. Ou seja: acidentes, fenômenos da natureza, incêndios e perdas de funcionários, por exemplo.
Note que, apesar de serem designados como não-financeiros, esses riscos estão intimamente atrelados a este mercado. O risco operacional, por exemplo, poderia ser classificado dessa forma, já que não refere-se ao dinheiro em si, mas a uma falha humana ou tecnológica.
Como identificar um risco financeiro?
Pois bem, eu já comentei com você que os riscos financeiros podem se manifestar de diferentes formas, dependendo da situação específica. Dada essa complexidade, como identificá-los?
Há várias formas de prever possíveis problemas e alguns sinais bem emblemáticos de risco financeiro são:
Quantidade muito alta de dívidas;
Alta exposição às variações de câmbio;
Má administração financeira;
Tomada de decisões sem embasamento teórico ou pesquisa prévia;
Aplicação em títulos de renda variável;
Aplicação grande de recursos em apenas uma modalidade de investimento.
Esses são alguns sinais clássicos que nos ajudam muito a identificar um risco, seja como investidores ou como profissionais do setor.
Alguns indicadores econômicos também nos ajudam nessa missão. Em resumo, eles são como termômetros, bastante úteis para avaliar o momento financeiro atual do país. O preço do dólar, o Ibovespa e a Selic são três grandes exemplos.
Por que a análise de risco financeiro é importante?
Já que, até aqui, tivemos um panorama geral do que são os riscos financeiros e algumas das situações mais comuns que indicam a sua probabilidade, deixa eu me aprofundar um pouco mais na importância desse tipo de conhecimento para a sua carreira e até para a sua vida pessoal.
Garante maior eficiência
Uma carteira de investimentos eficiente é aquela que também é segura. Ou seja, caso um título apresente um desempenho ruim, outros manterão a saúde financeira da estratégia.
Para chegar em uma carteira assim – forte, diversificada e lucrativa – é preciso analisar o risco de cada ativo e compreender a dimensão de todos eles, juntos, somados às suas respectivas rentabilidades.
Auxilia na tomada de decisão
Cada investimento é uma decisão. Ao longo da sua carreira, você perceberá que essas escolhas dependerão de muitos aspectos, principalmente dos objetivos de seus clientes, sejam eles pessoas físicas ou empresas.
Antes de optar por qualquer ativo, não tem como fugir: é fundamental encarar os seus riscos e definir estratégias para minimizá-los. Apenas dessa forma é possível garantir que os resultados serão positivos.
Ajuda a prevenir novos riscos
Já ouviu falar de “risco em cadeia”? Este configura-se pelo efeito dominó que apenas um risco causa a uma operação inteira.
Imagine, por exemplo, uma empresa que depende de determinada matéria-prima ou fornecedor para fabricar seu produto. Se um incêndio afetar seus recursos ou se um imprevisto atrasar ou impossibilitar sua entrega, toda a linha de produção será afetada.
Por isso, analisamos riscos: para mitigar não somente as chances de um problema acontecer, mas para garantir a segurança de toda uma estratégia.
Como fazer análise de risco financeiro?
Para colocar tudo isso em prática e aprender de verdade como analisar um risco, eu te trago três teorias principais:
1. Análise Preliminar de Risco (APR)
Eis aqui uma ferramenta incrível para mensurar riscos: a APR. Com ela, é possível organizar os riscos em uma tabela, que pode representar as diferentes fases da implantação de um projeto, por exemplo.
A Análise Preliminar de Risco ainda organiza causas e consequências – em resumo, ela facilita o processo de visualizar a dimensão de um risco.
2. What if
Em português, “e se”. O método é bastante simples e consiste unicamente em formular perguntas que comecem com “e se…”. Por exemplo:
E se o dólar aumentar?
E se as ações dessa empresa caírem?
E se meu cliente precisar resgatar a aplicação antes do prazo?
É importante destacar que essa é uma ferramenta de análise preliminar e não deve ser empreendida sozinha, mas sim com o suporte de outros métodos também.
3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)
Esse é um método desenvolvido pela Nasa que se baseia em uma técnica de engenharia. Para prevenir prejuízos financeiros, segue-se essa lista de passos:
Identificar riscos;
Classificá-los;
Eliminar possíveis falhas.
Ao aplicar essas etapas, devem ser consideradas fórmulas que sirvam para categorizar os riscos em um ranking, ordenados de acordo com sua frequência e graus de severidade.
Dessa forma, aqueles que forem considerados mais graves devem receber atenção prioritária na hora de desenvolver estratégias para minimizá-los.
É possível prevenir um risco financeiro?
É possível trabalhar para minimizá-los, sim. Contudo, é impossível estar completamente imune aos riscos financeiros.
Por essa razão, a prevenção consiste, na verdade, na adoção de um conjunto de estratégias que te impeça – ou impeça seus clientes – de sofrer grandes impactos negativos sobre seus investimentos.
Uma maneira clássica de prevenir riscos, por exemplo, é a famigerada reserva de emergência. Assim, se um imprevisto acontecer, ninguém é pego desprevenido. Mais uma vez reforço, também, o hábito de não deixar todos os seus ovos em uma cesta só: ou seja, não concentrar todo o patrimônio disponível em apenas uma modalidade de investimento.
Como controlar um risco financeiro?
Apesar de não ser possível nos tornarmos completamente imunes aos riscos financeiros, é verdade que podemos adotar várias estratégias a fim de minimizar seus estragos. Aqui, eu separei alguns dos principais.
Mapeie os riscos
Essa etapa é básica. Para cada investimento, é necessário analisar quais riscos ele oferece e quais riscos financeiros podem afetá-lo – até mesmo aqueles que parecem improváveis.
Organize todas essas informações e faça uso de ferramentas de gestão que te ajudem a visualizar esses dados de forma mais clara. Lembre-se: uma decisão tomada sem esse mapeamento tem alta probabilidade de acarretar em prejuízo.
Faça uma análise dos riscos e dos danos
Após mapeados, analise as possíveis consequências de cada risco: que tipo de prejuízo eles podem trazer? Qual a dimensão das possíveis perdas? Há chances de acontecer uma reação em cadeia?
Dentro dessa análise, não se esqueça de considerar, também, o momento econômico atual do país e a influência de indicadores econômicos importantes – tudo isso pode alterar o desempenho de um ativo.
Elabore um plano estratégico
Ao passar por estas duas etapas anteriores, você terá reunido informações suficientes para ter uma ampla visão sobre o “comportamento” de determinado risco, digamos assim. Mais do que isso, vai poder nomeá-los a fim de entendê-los melhor – há risco de liquidez? De mercado?
Agora, portanto, é o momento de definir as estratégias que vão proteger o investidor desses riscos. Seja através da diversificação de carteira ou de uma escolha específica de ativos, é necessário tomar medidas específicas para cada situação.
Monitore os resultados
Fatores macro e microeconômicos podem afetar o desempenho de um investimento a qualquer momento. Por isso, além de elaborar e implementar uma estratégia baseada nos riscos específicos de cada ativo, é preciso monitorar suas ações constantemente, a fim de averiguar se elas necessitam ou não de melhorias.
Novamente a tecnologia traz benefícios ao profissional do mercado financeiro, já que muitos softwares nos auxiliam a efetuar esse acompanhamento de forma mais ágil e precisa.
Fonte: topinvest.com.br/risco-financeiro/
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O #Bitcoin está sozinho com sua política monetária algorítmica e fixa em um mundo de #política fiscal arbitrária e burocrática perdida e um fluxo interminável de políticas de #monetização de #dívidas.
COMO O BITCOIN PODE PRESERVAR AS ECONOMIAS DE VIDA DOS REFUGIADOS (OPINIÃO)
As propriedades únicas do Bitcoin o tornam a melhor maneira de preservar a riqueza em tempos de crise. Mas há algumas coisas a ter em mente para se preparar.
Suponha que você leve uma vida familiar comum em um país não revelado. De repente, surge uma crise. Pode ser a ascensão de um regime autocrático, um democídio ou um conflito armado. Quaisquer que sejam as circunstâncias, você provavelmente terá dois problemas prementes em mente. Em primeiro lugar, você precisa colocar todos em segurança, de preferência no exterior. Em segundo lugar, você precisa preservar o máximo possível de suas economias para estabelecer sua vida em outro lugar. Uma vez que uma fuga segura de um país atingido por um desastre depende muito de circunstâncias individuais, este artigo se concentrará em uma estratégia de preservação de economias aplicável globalmente.
PRESERVANDO SUAS ECONOMIAS DA MANEIRA TRADICIONAL
Proteger o valor das economias enquanto foge de um país nunca foi fácil. Aqueles que têm a sorte de ter alguma riqueza antes de uma crise pode achar difícil salvá-la quando há uma necessidade repentina de deixar o país.
IMOBILIÁRIA
Portanto, você possui sua casa e é provável que tenha se beneficiado muito das políticas de dinheiro fácil da última década, pois seu valor cresceu muito ao longo dos anos. Você pode estar moderadamente bem no papel, mas quão fácil é realmente transformar sua casa em dinheiro em um curto espaço de tempo? A demanda do mercado pode ser fortemente impactada pela própria crise que está forçando você a fugir - por exemplo, em caso de invasão estrangeira, a demanda por casas na região afetada será interrompida, enquanto o número de proprietários que desejam vender aumentará foguete. Portanto, a menos que você tenha previsto uma crise iminente e vendido antes dos outros, é provável que não consiga extrair muito do valor de sua casa quando mais precisar.
POUPANÇA NO BANCO
Mas digamos que você teve uma boa previsão e vendeu sua casa a tempo. Agora você tem muito dinheiro no banco. Novamente, se a crise afetar todo o país, é provável que você não consiga sacar ou movimentar seu dinheiro com rapidez suficiente. Existem muitos exemplos na história em que um "feriado bancário" foi anunciado e os depositantes tiveram seu dinheiro negado quando mais precisavam. Um dos exemplos mais recentes vem do Líbano, onde os bancos simplesmente fecham suas portas e caixas eletrônicos para evitar que os clientes retirem seu dinheiro em meio a uma crise econômica em curso. Se você acha que pode se proteger contra a desvalorização de uma moeda nacional possuindo uma conta em dólar, é melhor pensar duas vezes: no Líbano, as contas em dólar foram convertidas à força para uma libra libanesa que tinhaperdeu 97% de seu valor em relação ao dólar desde 2019 . Na verdade, as contas bancárias podem não estar seguras em nenhum lugar, já que os bancos em todo o mundo operam no modo de reserva fracionária, tornando-os vulneráveis a corridas e subsequentes colapsos. Os recentes colapsos de um trio de bancos americanos - Silvergate Bank, Signature Bank e Silicon Valley Bank - provaram essa vulnerabilidade.
No entanto, vale a pena notar que geralmente há um atraso de vários dias entre uma crise emergente e um feriado bancário total. Se você suspeitar que os bancos podem proibir você de acessar seu dinheiro em breve, você pode usar esta janela de oportunidade para sacar seu dinheiro na forma de dinheiro ou convertê-lo rapidamente em bitcoin enquanto ainda é possível.
DINHEIRO
Digamos que você retirou todo o seu dinheiro e o guardou em dinheiro. Espero que seja em dólares ou euros, caso contrário, pode ser difícil encontrar um uso para sua moeda local no exterior, especialmente se a crise que o forçou a sair impactar a taxa de câmbio, como costuma acontecer - a hryvnia ucraniana desvalorizou 25 % desde o início da invasão russa.
Viajar com grandes quantias de dólares ou euros também envolve riscos. A primeira delas é o risco de roubo, seja por criminosos comuns ou por patrulhas de fronteira corruptas. O segundo risco é que, se você estiver viajando com dinheiro no valor de mais de $ 10.000 ou o equivalente em euros, precisará declará-lo ao cruzar as fronteiras de muitos países, incluindo os EUA. A não declaração pode resultar no confisco do valor total quantia.
Você sabia que os guardas alfandegários dos EUA confiscam mais de $ 200.000 de viajantes em média todos os dias ? E se você de fato declarar que está viajando com grandes quantias em dinheiro, nunca sabe onde essa informação pode parar — os dados confidenciais coletados também podem vazar. Por exemplo, em 2020, houve um grande vazamento de dados pessoais detalhados , incluindo os registros de propriedade de 200 milhões de americanos. Os criminosos podem usar esses dados para ataques direcionados.
O dinheiro também está se tornando gradualmente inútil no mundo ocidental. Na área do euro, o uso de dinheiro caiu de 72% de todas as transações no ponto de venda em 2019 para 59% em 2022, e essa tendência é incentivada pelos governos que impõem limites rígidos de caixa. Portanto, mesmo que você chegue ao exterior com suas economias em dinheiro, provavelmente precisará abrir uma conta bancária rapidamente, o que pode não ser uma tarefa direta ou fácil para um novo imigrante.
OURO
O ouro costumava ser a forma mais popular de transferir valor intacto no passado, uma vez que tem uma demanda mundial e pode ser vendido com um desconto relativamente pequeno (supondo que moedas ou barras de grau de investimento estejam sendo usadas). O ouro também tem um valor bastante denso, já que o preço de 1 quilo de ouro é de cerca de US$ 60.000 no momento em que este livro foi escrito . Caso contrário, corre os mesmos riscos que o dinheiro, pois pode ser facilmente roubado ao longo do caminho. Além disso, o ouro não é aceito como meio de pagamento e não é divisível, então você precisa trocar suas moedas ou barras inteiras pela moeda local depois de chegar ao país de destino.
AÇÕES E TÍTULOS
Ações e títulos são ótimos instrumentos de bom tempo, mas podem se tornar tão inúteis quanto contas bancárias quando as coisas ficam complicadas. As ações e títulos locais provavelmente não valerão nada no exterior e seu valor pode ser afetado pela crise em questão. Instrumentos financeiros internacionais (por exemplo, fundos negociados em bolsa baseados nos EUA) se sairiam melhor, embora esses instrumentos não estejam disponíveis na maior parte do mundo. E mesmo que estejam disponíveis para você, o acesso a esses instrumentos pode ser afetado por novas sanções impostas.
BITCOIN RESOLVE ISSO?
Você deve ter notado que todos os instrumentos usuais para preservação de patrimônio têm características comuns na forma de transferibilidade limitada e/ou valor vinculado a um local ou jurisdição específica. Instrumentos físicos como dinheiro e ouro sempre apresentam risco de perda ou roubo ao longo do caminho, enquanto instrumentos intangíveis como imóveis, contas bancárias e ações são, em sua maioria, valiosos apenas localmente.
Bitcoin realmente corrige isso.
Primeiro, o bitcoin é intangível e, portanto, muito fácil de transferir. Você pode enviar bitcoin para qualquer pessoa globalmente em minutos ou pode se lembrar da semente de recuperação e literalmente carregar o bitcoin em sua cabeça (embora isso também traga seus riscos específicos, como abordaremos abaixo). Em comparação com outros ativos intangíveis, como contas bancárias ou de corretagem, não há risco de contraparte - você nunca precisa se preocupar com a possibilidade de seu dinheiro ficar inacessível devido a feriados bancários, falhas institucionais ou sanções recém-impostas.
Em segundo lugar, o bitcoin é um ativo global e, como tal, seu valor não está vinculado a nenhuma jurisdição específica. Um bom exemplo desse fato é a proibição da mineração de bitcoin em 2021 na China , que parecia um grande negócio na época, já que a maioria das operações de mineração de bitcoin estava localizada na China. No entanto, os mineradores de bitcoin simplesmente se mudaram para outro lugar e praticamente não houve impacto no preço (pelo contrário, o bitcoin atingiu novos máximos vários meses após a proibição ). Bitcoin é um ativo global, mas ao contrário do ouro, pode ser comprado ou vendido de várias maneiras – em bolsas regulamentadas, em bolsas descentralizadas, em caixas eletrônicos ou de pessoa para pessoa; e as chances são de que você enfrentará um spread mínimo em suas trocas.
A intangibilidade do Bitcoin, a dependência zero de terceiros e a liquidez global o tornam um candidato perfeito para a preservação de economias em situações críticas.
Então, quais são os métodos específicos para usar bitcoin ao fugir de um país?
VIAJANDO COM BITCOIN COM SEGURANÇA
A principal preocupação ao viajar com bitcoin é eliminar um único ponto de falha. Se você apenas anotar sua semente de recuperação e colocá-la no bolso de trás, você corre um grande risco, pois qualquer pessoa que veja, tire ou fotografe sua semente de recuperação tem a capacidade de roubar todo o seu bitcoin. Para viajar com segurança com bitcoin, você precisa minimizar a possibilidade de perda ou roubo. Abaixo estão algumas dicas sobre como resolver este problema.
BITCOIN EM SUA MENTE
Para manter o acesso ao seu bitcoin, a única coisa que você precisa fazer é lembrar sua semente de recuperação, ou seja, uma lista ordenada de palavras em inglês com 12 ou 24 palavras. Lembrar 12 palavras é obviamente mais fácil do que lembrar 24 palavras, então é aconselhável ir para essa opção (por exemplo, gerando sua semente em um Trezor Modelo T, que suporta esse formato). Use uma técnica de aprimoramento de memória, como o palácio da memória . Se você estiver viajando com sua família, faça com que todos os membros da família se lembrem da mesma semente de recuperação; dessa forma, se alguém esquecer algumas das palavras, você ainda poderá reconstruir a semente completa.
Depois de memorizar sua semente, tente recuperar seu bitcoin em uma carteira offline, de preferência um dispositivo de hardware (em dispositivos Trezor, você pode executar uma recuperação de teste que não limpe o dispositivo). Assim que tiver certeza de que sua semente de recuperação está firmemente gravada em sua memória, limpe a carteira. Se você quiser levar sua carteira de hardware com você em suas viagens, certifique-se de que ela esteja limpa, para que, se você a perder ou alguém a tirar de você, não haja possibilidade de uso indevido.
Na chegada, recupere seu bitcoin novamente na carteira de sua escolha (certifique-se de digitar sua semente em um ambiente offline!).
Não confie na sua memória por períodos mais longos. Viajar em um ambiente adversário é a única situação em que confiar em sua memória pode ser uma boa ideia, mas tente minimizar o intervalo de tempo em que você armazena sua semente de recuperação em sua cabeça. Para armazenamento de longo prazo, sempre anote sua semente, ou melhor ainda, carimbe ou grave em aço (existem muitos produtos para isso no mercado; antes de fazer uma compra, recomendo verificar os testes de estresse de Jameson Lopp ) .
CONFIANDO EM SUA REDE DE CONFIANÇA
Outra maneira de transferir sua riqueza via bitcoin é simplesmente enviá-la como uma transação bitcoin para alguém em quem você confia. A pessoa nem precisa estar no país para o qual você pretende viajar; o importante é que eles possam manter seu bitcoin seguro durante suas viagens e enviá-lo de volta para você quando você puder configurar sua nova carteira em um ambiente seguro. O fator mais importante aqui é a confiança. Isso pode ser desanimador para alguns (afinal, todos nós conhecemos o mantra de “não confie, verifique”), mas o fato é que, para algumas pessoas, esse pode ser o caminho a percorrer se não quiserem confiar em sua memória e ter certeza de que a pessoa do outro lado nunca os trairia. A pessoa para quem você está enviando seu bitcoin precisa ser proficiente em bitcoin e, idealmente, deve possuir uma carteira de hardware bem protegida - afinal,
Se você deseja aumentar a segurança desse processo, pode fazê-lo por meio de uma carteira multisig. Digamos que você configure uma carteira multisig de dois em três e transfira seu bitcoin para essa carteira. Agora você pode enviar uma das chaves para a pessoa A, a segunda para a pessoa B e levar a terceira com você. A pessoa A e a pessoa B não devem saber uma da outra, de modo que não há como roubar o bitcoin armazenado dessa maneira. E se você perder sua chave durante suas viagens, ainda poderá recuperar seu bitcoin usando as chaves da Pessoa A e da Pessoa B. Você pode configurar sua carteira multisig usando Electrum, Sparrow ou Nunchuk. Para distribuir as chaves, certifique-se de usar um comunicador seguro e criptografado, como o Signal messenger (não use o Telegram, pois ele não é criptografado por padrão! ).
Como alternativa, você pode utilizar um backup Shamir, um método criptográfico sólido para dividir sua semente de recuperação em vários compartilhamentos (use carteiras testadas pelo tempo, como o Trezor Model T, para fazer isso com segurança). Digamos que você faça um backup Shamir dois de três - as próximas etapas são as mesmas que descrevemos acima com multisigs. É aconselhável reforçar a segurança do backup do Shamir configurando uma frase secreta sobre ele.
NEGAÇÃO PLAUSÍVEL
Idealmente, não deve haver nenhuma indicação de que você é um Bitcoiner. Isso significa não carregar carteiras de hardware, não ter adesivos de Bitcoin em seu laptop ou telefone, não carregar nenhum livro de Bitcoin e deletar qualquer aplicativo de Bitcoin/criptomoeda de seu telefone. Não fale sobre bitcoin com estranhos ou guardas de fronteira. Se alguém fizer uma pergunta aparentemente inocente sobre bitcoin ou criptomoedas, aja como ignorante ou apenas diga que acha que é uma farsa. Simplificando, você deve parecer e agir como um “normie”.
NÃO CONFIE EM TROCAS
Alguns leitores podem ficar tentados a usar sua conta de troca de bitcoin - afinal, você pode fazer login de qualquer lugar do mundo, certo? Pessoalmente, desaconselho confiar em trocas com qualquer parte de suas economias. Além das frequentes falhas de câmbio (apenas nos últimos doze meses, vimos o colapso de FTX , Celsius e BlockFi , e um congelamento de usuários do Gemini Earn ), a bolsa pode bloquear seus fundos, por exemplo, devido a sanções ou login de um endereço IP em um país "errado". Resumindo, se você mantiver seu bitcoin em uma bolsa, você realmente não o possui.
NÃO É MAIS APENAS UMA TEORIA
O Bitcoin já é usado como meio de preservar as economias em tempos de crise. Nos últimos anos, vimos histórias de sucesso desse tipo em países tão diversos quanto Afeganistão , Venezuela e Ucrânia . Devido à sua liquidez global e controlabilidade direta, o bitcoin está provando ser uma ferramenta valiosa em situações críticas. Quanto mais conhecimento você tiver sobre a transferência segura de bitcoin, mais bem preparado você estará no caso de tal situação surgir.
Fonte: Bitcoin Magazine - Josef Tětek, analista de Bitcoin da Trezor.
Obrigado Mestre, mais uma grande Live
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The decentralized Bitcoin network now has a brand-new use case. Digital art collectors can now store their NFTs directly in BTC blocks.
NFTs on blockchain: initial attempts
The designers of the Counterparty and Stacks protocols attempted to upload images and videos to the bitcoin blockchain a few years ago. The developers combined the functionality of tokens, smart contracts, and even the BTC blockchain in them.
Collectible cards for the video game Spells of Genesis (2015) and pictures of the well-known frog Rare Pepes (2016) are examples of early NFT projects. At the time, some members of the crypto community did not support it and actively discouraged such activities on the BTC blockchain.
The developers of Ethereum, who were seeking additional justifications for their progeny (all three projects entered the market almost simultaneously), are thought to have supported the skepticism of cryptocurrency enthusiasts regarding Counterparty and Stacks.
It is called a free ride. Given that the overwhelming majority — >90% — application for the bitcoin blockchain is currency use, using full nodes as dumb data storage terminals is simply abusing an all-volunteer network resource
stated Jeff Garzik, a well-known blockchain developer and bitcoin enthusiast.
Ordinals are non-fungible tokens on Bitcoin
Casey Rodarmor is a former Bitcoin Core contributor who designed Ordinals. He came up with a way to include videos and images to a satoshi (the smallest unit of a bitcoin or 1/100,000,000 BTC). Ordinals, in contrast to Counterparty and Stacks, enables NFTs to be directly stored on the blockchain as opposed to linking to an image on a third-party website. These features are only available in a small number of NFTs running on Ethereum. The majority of them lead to external web resources. Another distinction is that on Ethereum, each NFT has its own token, whereas Ordinals are linked to individual satoshis.
By the way, BTC could only store up to 40 bytes of data during the Counterparty and Stacks era. This number has now increased to 4 MB as a result of several upgrades.
Eric Wall, a former blockchain and cryptocurrency consultant at Nasdaq, claims that storing JPEG NFTs in BTC is seven times less expensive than in Ethereum.
How do ordinary users use Ordinals?
The release of Ordinals received just as much criticism from the crypto community as the reviews about Counterparty and Stacks. Many people are extremely concerned that adding NFTs to the Bitcoin blockchain will raise transaction fees. At the beginning of February, one of the independent developers reported about "the largest transaction in Bitcoin’s history". He used Ordinals to record a 3.94MB image of a bald, bearded wizard in sunglasses. The average bitcoin block size is between 1 and 1.4 MB, and a transaction with bitcoin only costs a few cents. However, Ordinals can cost tens of dollars.
Even Bloomberg has already stated that the BTC network's fees have increased to their highest level in a year as a result of the minting of numerous NFT Ordinals. The speed of transactions also slowed down.
It's strange that some members of the crypto community have viewed the ongoing events as an attempt to split crypto enthusiasts by their racial identities.
Marginalized peoples in developing countries will have to pay more to run their Bitcoin nodes and send transactions because privileged wealthy whites want to put JPEG drawings on the blockchain as status symbols. Just because you can doesn’t mean you should
reads the tweet of the Bitcoin is Saving account.
Since the launch of Ordinals, users have already moved Ether Rocks, one of Ethereum's oldest NFT projects, to Bitcoin. Some enthusiasts even replicated one of Trump's NFT collection images. The Dogecoin meme, the Nyan Cat meme, the AI bitcoin watch, and even a functional NFT version of the game DOOM can all be found on the NFT Ordinals.
Not without scandal. An unidentified user couldn't resist the urge to perpetuate Internet porn classics. For at least 30 minutes, the main page of Ordinals featured a picture with goatse (also known as goat sex), which was recorded in the blockchain. This problem has not yet been addressed by Casey Rodarmor. Given the nature of the protocol, there's no guarantee that the Ordinals won't be flooded with savory NFTs.
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