Se os ateus cheios de matemática na cabeça entendessem bem a doutrina aristotélica do acto e da potência, talvez viessem também a entender que para haver infinito potencial "talvez" fosse necessário haver infinito em acto (Deus).
(Quem explica muito bem parte dessa questão é São Tomás de Aquino e René Guénon no livro "Os princípios do cálculo infinitesimal".)
Muitos cientistas e divulgadores científicos acreditam na teoria do big bang ao mesmo tempo que acreditam piamente na eternidade do universo, o que é uma contradição pura e simples: Do que é eterno diz-se que carece de princípio e fim.
O sujeito não acredita em Deus e depois vai acreditar na tolice de que do nada absoluto possa advir algo (ou até tudo o quanto existe).
A confusão mental destes divulgadores científicos é só medonha. (No próprio conceito de nada abosoluto já está negada a ideia de relação e o sujeito ainda pretende quantificar o não-ser, que nada é, que nada possui (nem extensão) em relação a algo.)
"O big bang seria o seguinte: existe o nada absoluto. o nada absoluto é muito, muito, muito maior que o universo que a gente consegue conceber, que é o universo dentro do espaço-tempo."
- "Sim!"
"Porque chegará o tempo em que as pessoas não suportarão a verdade, mas andarão de um lado para o outro procurando mestres que lhes digam apenas aquilo que desejam ouvir.
Elas se recusarão a ouvir aquilo que as Escrituras lhes dizem, mas seguirão as suas próprias ideias desorientadas."
(Timóteo 4.3-4)
Se eu pudesse oferecia-te um taser, mas estou muito longe e por ser ilegal também não dá para enviar
“God often isolates those whom He chooses, so that we have nowhere to turn except to Him and then He reveals Himself to us."
"We are against Marxism, but for TRUE SOCIALISM!"
(Joseph Goebbels, Those Damn Nazis: Why Are We Socialists?)
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