O governo de qualquer forma vai fortalecer a rede, tanto afastando os institucionais e suas intervenções, como forçando a descentralização tecnológica.
Na descentralização, se uma "corda" é muito puxada para a centralização, ela pode ser deixada e outra "corda" mais descentralizada ganha mais aderência.
Os Estados estão na prática forçando a formação de uma comunidade internacional independente de países e localidades. Estão forçando o surgimento de 'países virtuais'.
Eu acho que a Suíça é muito livre economicamente, mas me parece que a população é refém das próprias leis lá...
E isso já considerando que eles possuem uma democracia semidireta.
Já conversei com um suíço e ele deixou a entender que ele não se sentia muito livre na Suíça e que há uma certa liberdade no Brasil que não há lá, que a Suíça possui regulações muito diretas e um vigilantismo pela própria população.
Me parece que microestados como Andorra, Mônaco, Liechtenstein e Singapura, são uns dos mais livres em termos econômicos, mas não exatamente livres em questão de liberdades individuais em geral.
Então, seria uma confederação de microestados autônomos.
O municipalismo é diferente, ele só aproxima o poder de decisão no município, mas mantém a federação no todo, tanto que até políticos brasileiros defendem isso.
What about taxes and bureaucracy, is the Midwest considered free even within the USA?
O Brasil não me parece muito livre e bom para morar não... Mesmo nesse caminho que você disse tem muitos países mais livres, até na América Latina.
Qual é o lugar mais livre no mundo atualmente, na visão de vocês?
Ele e os donos da samurai wallet foram criminalizados por promover a lavagem de dinheiro, que é o "crime" de esconder o próprio dinheiro do governo, coisa que não agride ninguém...
Provavelmente, estão fazendo isso para tentar assustar os donos de Bitcoin e etc, fazendo pararem de comprar ou até vender, mas só os mais leigos se comportam assim. Os EUA e outros paises não consegue impedir nada, só consegue prender figuras que se expõem.
Mais um que vai preso...

Pelo visto vai ter visto hoje do Renato Moicano no Visão Libertária 👀
https://www.youtube.com/live/Q2KlpdIeoo0?si=Q9IXvpHhi_tES5xN
De qualquer forma, gostaria muito de ver uma 'terra nullius' (terra sem dono) como Bir Tawil, por ex., ser usada para produzir uma sociedade autônoma regida por protocolos de justiça, segurança e governança privada.
Porém, pode ser que para estabelecer esses protocolos melhor no ambiente físico, teriam que ser desenvolvidas IAs e robotização...
Boa! Se quiser responder qualquer ponto daqui ou compartilhar qualquer opinião, se sinta livre 🤝
Também entendo que muita coisa será criminalizada, mas é justamente por isso que é extremamente importante descentralizar, anonimizar e verificar ao máximo os meios para se estabelecer em sociedade, seja o dinheiro, a comunicação e as organizações (DAOs).
O ponto é que é necessário criar uma receita para isso, para criar diferentes DAOs de governança entre principalmente uma população local e entes privados de justiça.
A forma mais simples de estabelecer uma sociedade autônoma talvez seja com um único ou poucos proprietários de uma terra independente estabelecendo leis e protocolos automátizados para que pessoas que quiserem viver lá, participem sem que uma estrutura consiga efetivamente sobrepor a outra em termos de violação de propriedade privada.
Mas infelizmente ainda não vejo como deslastrear uma estrutura de organização autônoma contra crimes, da propriedade territorial...
Minha opinião em uma playlist: Permissionless Society
https://www.youtube.com/playlist?list=PLrsqu0pPTX7XyciY9yj0GOZXyM8d14erQ
Muito interessante. O que acha de uma "Protocol Society", ao invés de "permissionless" que acaba entrando muito mais em variáveis de estabilidade cultural e territorial?
Observe que o Nostr e o Bitcoin forçam uma forma de organização sustamente por serem protocolos mais rígidos, baseados em criptografia e altíssima verificação.
O problema que coloco anteriormente é como tornar a ética e a lei como protocolos mais rígidos, já que querendo ou não a ação humana é subjetiva e muito mais desconectada de fatores meramente digitais...
Uma das maiores dificuldades para estabelecer sociedades plenamente privadas é a de como estabelecer leis num parâmetro Ético para um conjunto de pessoas.
Atualmente, para que um indivíduo usufrua de direitos em uma legislação, ele deve ter diversos documentos que o apontem como cidadão de um país ou correlato, o que já o retira a privacidade e o coloca em uma esturura muito direta de controle...
Nisso, muitos imaginam os contratos privados descentralizados como solução mais direta sobre relações de propriedade, apesar de que com isso não há uma base ética legal para definir o que é propriedade privada, o que é crime e toda a base fundamental sob a qual os contratos devem ser entendidos, bem como não haveria mecanismos para conter crimes que incidam sobre o contrato.
Portanto, para haver Lei de fato deve ter um mecanismo de coerção como forma de contenção de crimes, embora que para que as leis sejam éticas deva haver mecanismos de voluntariedade.
Ou seja, poderá ser necessário reinventar a cidadania/nacionalidade de forma mais independente de lastros territoriais, de grandes quantidades de burocracia, invasão de privacidade e de dinheiro.
A questão é: Como fazer isso?
Talvez isso não seja realmente possível de se sustentar como um todo sem as pessoas estarem em um mesmo ambiente físico, como nas famosas "Free Private Cities", mas é algo que deixo em aberto e gostaria da opinião de vocês.

Mas o maior problema do Brasil não é o governo federal? No municipalismo ele continuaria, não?
Se vocês se interessarem sobre esse assunto, se sintam livres para entrar na comunidade e e colocar o seu ponto de vista.
A ideia de vocês se aproxima muito do anarcocapitalismo, mas creio que pouco do libertarianismo em si, por aparentemente faltar um parâmetro Ético central para reger os contratos.
Talvez, seja necessário um registro público de adesão a um sistema legal antes de realizar alguns tipos de contrato... Mas sinceramente não entendo como isso poderia ser feito se mantendo o anonimato.
Não sei se tem como eu te adicionar, mas vê se consegue entrar, a comunidade é essa:
Vocês lembram desse mapa esquisito em que o Brasil foi colocado no meio?

Esse mapa foi muito elogiado pela esquerda e muito criticado pela direta, ambos de forma altamente sem embasamento.
Mas vamos primeiro as críticas.
As maiores criticas foram na estranheza causada pelo mapa, até pelo corte que foi feito nos países mais ao leste para que o Brasil ficasse mais ao centro, e essa é uma crítica excelente, mas só até aí, e não de que não há um motivo de colocar o Brasil no centro.
O mapa é para representar o Brasil como o centro do G20, por estar na presidência em 2024. Se observarem bem o mapa tem legenda que indica justamente isso. Ou seja, tanto os críticos como os elogiadores estão enganados.
Outra questão pouco observada no mapa é que os pontos colocados de representação diplomática do Brasil em outros países estão completamente fora de onde está a representação diplomatica em cada um.
Como consertar:
- Usar uma representação oval, onde os países ao topo e a antartida ficam menos esticados e Brasil o mais enfático.
- Puxaria o Brasil só mais um meridiano a frente para não cortar os países.
- Colocaria os pontos exatamente na onde está a representação diplomática brasileira em cada país.
Mas porquê eu estou falando disso tudo?
Esse mapa usou muito do dinheiro retirado da população para pagar assessores e outros profissionais, além de ser muito mal feito e usado apenas em 2024.
É mais um ato bizarro de tentativa de auto afirmação do governo atual e que só derruba mais a própria imagem e do Estado como um todo, o que nisso acaba sendo excelente.
