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Shllomo N
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Bitcoin Maximalist, Christian, Landmark Baptist, Pretribulationist, Anti-state, Anti-government, Anti-pharma, Anti-psychology, Pro Guns, Pro Self Defense, Anticommunist.

Esse buraco de bosta chamado Brasil é o pior lugar do mundo para se comprar instrumentos musicais de primeira linha. Lugar dos infernos.

A palhaçada reona no valr do silício. E eu que não consigo financiamento pra nada.

Já vi todas as listas de compatibilidades. Sempre fica atrás uma versão. Quando a versão do meu aparelho entra na lista de compatibilidade, ele já está todo quengado, com pelo menos 4 anos de uso , bateria estufando. É sempre assim. teria que comprar um aparelho caro e antigo pra entrar nessa lista. Um dia eles acompanham essa lista. Eu já tive 4 motorolas nestas condições. Quando estou pra trocar de aparelho vou olhar a lista e quase nunca está lá. Passam dois anos aí entra, e eu já estou num parelho de mesmo modelo, mais novo e que não está na lista

Está na hora de identificar os responsáveis por esse tipo de reportagem criminosa.

Estou na esperança de ver os androids "degoogados" acompanharem pelo menos a segunda geração de smartphones. Até lá não vejo muito sentido em alternativas se meu próprio aparelho é refém da big tech.

Replying to Avatar Fabio Akita

Me dá uma raiva blog que escreve título bait que na matéria já diz que tá errado. Não, "chineses" não "quebraram" nada com "quântico".

Também mania de achar que só porque bota a palavra "quântico* tudo vira magicamente invencível.

Não, nossa criptografia não está em iminente risco de ser quebrada e nos levar de volta à idade da pedra.

A raiz dessa controvérsia nasce com o algoritmo de Peter Shor, de 1994 que, teoricamente, poderia quebrar chaves assimétricas. Como as usadas pra fechar SSL, o que quebraria a segurança da Web.

Desde pelo menos 2016 o NIST vem trabalhando em criptografia pós-quantica. Adivinhem: sabendo como computador quântico funciona, podemos criar algoritmos que usam seus pontos fracos e não são mais fáceis de quebrar. Algoritmos não são patos, parados esperando pra serem pegos.

Além disso, parece que apesar de facilitar quebrar alguns tipos de chaves assimétricas, computadores quânticos não são bons pra tudo - nem de longe -, em particular, são ruins pra quebrar criptografia simétrica. Seus HDs encriptados com AES-256 pra cima (acho que todo mundo usa AES-512) estão seguros.

Antes de computadores quânticos serem comercialmente viáveis (tá muitos e muitos anos de distância. Só governos e universidades e grandes big tech vão ter ambiente controlado de zero absoluto de temperatura), nós já teremos migrado pra Criptografia Pós-Quantica.

Mesmo Bitcoin, por exemplo, tem pesquisas já sobre pós-quantico. BitcoinPQ é um branch experimental disso. É questão de bater o martelo em quais algoritmos usar e como. Este whitepaper é um exemplo: https://bitcoinpq.org/

Fonte: https://delinea.com/blog/quantum-safe-encryption

Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/Post-quantum_cryptography

Aprenda sobre computação quântica no meu vídeo: https://youtu.be/uaKWBl49mUI?si=K5LjmWICJ12Q6xhp

Infelizmente, ciência já virou propaganda.

Anyone looking for the psyche in the brain is looking in the wrong place. The psyche is at the top, and you will never get anything from the brain except unconscious reactions and side effects. In short, noise in the wire (not that this cannot be used to exploit the individual as a conduit for something that I do not believe will be good). This is so clear that all successful experiments with neural interfaces require the individual to be conscious and trying very hard to stay focused and transmit the appropriate signals to the interface. Why doesn't the report show real images? The process happening in real time and how they made it work? Oh, industrial secret. There was a girl who promised to do portable blood tests and it didn't end well.

Psychologists and neuro scientists don't even know what the psyche is (which is a metaphysical philosophical question). They all have different definitions that are irreconcilable with each other, and these guys claim that the elephant is inside the subject's head and not in reality. This is really stupid. The very nature of dreams, and anyone who has dreamed and paid attention trying to retain the information, knows that they are ultra-ephemeral. That it is not possible to retain any minute details of the dream. That the images are disconnected, blurred and what impregnates the mind are specific situations and feelings that quickly disappear upon waking, and even during the process in which the individual changes from REM state to deeper states. Honestly, these guys have a great chance of being charlatans.

Não vou comentar isso.

Meus comentários se aplicam à gênese da situação. A questão é que a pornografia foi a mola mestra de tudo o que veio depois. E isto está evidenciado com dados históricos bastante detalhados no livro Libido Dominate. Minha análise parou na década de 80 quando nem existia Instagram ne hipergamia alguma. Evidentemente, a corrupção do gênero feminino na modernidade tem sua origem quando criaram o amor românico através dos romances de cavalaria muitos séculos antes.

O processo de "cafajestização" do homem começa com a criação da pornografia através da criação da fotografia no século IXI. A partir daí ficou muito fácil corromper a libido masculina. Ainda assim, este acesso não era fácil, barato nem bem visto pela sociedade. Ademais, o homem não podia perder muito tempo. Ele não tinha as benesses dos tempos mais modernos.

A coisa piora mesmo é nos anos 20 e 30. Houve, quer queira quer não, uma prosperidade nestas décadas, mesmo com a recessão de 29 se comparada com a vida dura dos tempos do início da revolução industrial. Embora não homogeneamente, a revolução industrial já tinha se consolidado no mundo como um todo.

Neste tempo já tinha cinema, já tinha rádio e já se podia moldar o caráter humano de forma centralizada e massificada. A segunda guerra fez boa parte do trabalho da "cafajestização". E aí estamos falando dos nossos bisavôs e avôs. Em 1940, 50, e 60, muitos avôs, naquela época pais de família, tinham a famosa rapariga. Apesar desta atitude não ser nem um pouco comum, o cinema, o rádio, e depois a TV pintou tal situação como algo frequente. E realmente era "mais frequente do que hoje" mas não muito mais, sobretudo no que concerne à violência contra a mulher que vinha como efeito colateral deste quadro social distorcido. No entanto, não era de forma alguma uma situação generalizada como o noticiário de rádio, tv e o cinema juravam ser. Temos aqui a primeira fase de destruição da masculinidade, a fase do assassinato de reputações.

Nas décadas de 60, 70, tivemos a liberação sexual feminina, e a segunda fase de dissolução de valores. Neste tempo ideia vigente era curtir a vida adoidado (eram os anos lisérgicos). Lembrando sempre que, ainda nesta época, a narrativa de que os homens são machistas imperava. Existiam programas de TV, seriados, talk shows, e filmes. Quem lembra do agente 86 sabe que aquilo é uma forma de dissolver a masculinidade e causar repulsa nas mulheres pois o cara era um imbecil, chauvinista e sempre se dava bem, sendo que as mulheres eram pintadas como mais inteligentes e sem espaço no mundo.

A coisa segue nessa linha entrando pela década de 80 quando a pornografia moderna iniciada na década de 70 já está consolidada e é até glamourizada em entrevistas da Playboy. Agora a meta do homem era arranjar uma mulher pra trepar, custe o que custasse, pois as vagabundas do início dos anos 70 já estavam se tornando grandes atrizes, entrando pra política, e cristalizando o seu domínio dentro das universidades. As que não eram assim, as boas, já estavam casadas, e qualquer adolescente nos anos 80 sabia que a meta era trepar sem ser com uma prostituta. Foi a era dos pegadores, da criação da narrativa do nerd espinhento x o valentão da escola. Foi mais um prego no caixão da masculinidade, porque todos os personagens masculinos de valor nos filmes e seriados e livros eram nerds fracos, e geralmente só se davam bem por sorte, sem uma qualidade verdadeira. Era aquela coisa do escolhido; a figura nerd estava para a cultura da época assim como a marry sue está para os filmes wokes da atualidade.

Não vou entrar na década de 90, mas há evidências claras que a destruição da masculinidade do homem no ocidente é uma agenda que tem mais de 100 anos, e estamos na última etapa. A etapa do empauderamento feminino.

Posso atestar que há mulheres boas ainda, no sentido bíblico. Mas são raríssimas e duram pouco. Se não se perdem no ensino médio, se perdem na universidade. Mas a maioria já está perdida antes de terminar a nona série.

Nem preciso dizer que o papel da escola é crucial para o sucesso desta agenda.