Um bom homem, e como qualquer outro já cometeu alguns deslizes.
O bagulho tá doido, não tem mais como assumir mulher!
Qual o nome do cara na sua foto de perfil?
Vai Corinthians
Acho muito difícil kkkk
A crise do cinema woke --- Branca de Neve decreta o fim do cinema decolonial de massa… por enquanto
https://video.nostr.build/941254cc6655943a695ccec3417c4f9a5ec93bb00d73f63cb7babfef6101b4b4.mp4
A recepção do live action de Branca de Neve e os Sete Anões, o filme Branca de Neve, foi negativa tanto para a crítica como para os demais que assistiram ao filme. Atualmente o filme possui avaliação de 1,7 no IMDb, baixíssima não somente aos padrões dos live actions produzidos recentemente pela Disney, marcados por tentativas de reinvenções e adaptações às pautas progressistas vigentes nos tempos presentes.
A respeito do fracasso da obra podem ser abordadas duas vias da problemática: a primeira trata da obra em sua particularidade, isso insere as suas alterações no enredo e nas características pessoais da protagonista quanto a personalidade e significado de suas ações, agora moldada, a personagem Branca de Neve, na sanha ideologizante da — autodeclarada como alguém que detesta o sentido do filme de 1937 — atriz Rachel Zegler, pautada no feminismo radical e na militância socialista. Dentre essas alterações, a primeira age na etnia da personagem, que originalmente alemã, agora se encontra na pele de uma atriz hispano-americana, não mais o hipocorístico (o nome simbólico) referente à característica física dela, mas a uma conveniência de roteiro para manter uma justificativa sobre o mesmo hipocorístico “Branca de Neve”, no caso sobre ter nascido em uma nevasca forte. O que era uma personagem inocente, frágil, humilde e que possuía como qualidades a capacidade de tornar belo o ambiente e a vida dos demais em seu entorno, como evidenciado na sua relação leal e ressignificadora com os sete anões, torna-se na nova obra uma suposta líder nata, independente, forte e astuta, em total dissonância ao que torna a Branca de Neve uma heroína diferente do padrão, isso é, a proposta de a “empoderar” retirou o que mais havia de positivo na personagem, que é a capacidade de manter-se resiliente e transformar o seu externo perante as crises.
A cena qual a Branca de Neve, em vez de mostrar seu valor por via da humildade, se colocando a fazer os deveres domésticos dos sete anões para manter-se sobre o teto deles, e encarando esses deveres de forma positiva para que no processo transforme a vida desses personagens, os impõe simpaticamente ordem de forma tirânica por supostamente ser uma “líder nata” com potencial desenvolvido desde a formação, foi amplamente publicada nas redes sociais como uma redução da subversão da personagem, levando muitos (corretamente) ao desagrado com os rumos que o modelo woke de construção de enredos e personagens vem tomando, expondo a agenda progressista, em sua natureza subversiva, como um verdadeiro problema de caráter destrutivo nas artes e na indústria do entretenimento. A Branca de Neve não mais possui o heroísmo próprio baseado na transformação e na resiliência, mas pautada na derrota de uma vilã somente. Ora, pode ser dito que houve mudança na vida dos que a acompanham em sua jornada, porém essa ocorre de forma acidental por via da imposição de ordem em contravenção às normas impostas a ela, não partindo mais da inocência e pureza da mesma em busca da ressignificação e transformação pelo amor.
Se a obra seguisse a risca o desejo de alguns que nela trabalharam, nisso inclui-se a radfem e pró-Hamas, Zagler, não haveria príncipe na história, e como houve um o mesmo foi diminuído da sua posição heroica, transformado em uma figura irrisória e idiotizada por certos momentos, um padrão nas obras guiadas pela ideologia progressista, o que obriga os roteiristas a tornar as protagonistas femininas em personagens Mary Sue, isso é, em heroínas perfeitas sem processos de falhas e acertos, sem mestres, sem lições, o que gera disrupção na conexão e assimilação do “self”, de nós mesmos, com essas personagens.
A segunda via da problemática trata do fenômeno de expansão das produções woke no cinema, uma questão pertinente que satura o público e agrada somente uma parcela diminuta da sociedade que possui admiração pela teoria crítica pós-marxista. O fato passa pela má compreensão do entretenimento remodelado ao progressismo liberal de esquerda, muitos de seus críticos acusam a indústria de querer lucrar, ocorre que o foco nunca foi o lucro, mas sim a destruição gradual do modelo heroico ocidental mais o reordenamento das artes a partir da alteração bruta dos alicerces lúdicos da indústria cultural. O wokismo não possui a preocupação de entreter, mas de se tornar tão impositivo a ponto do indivíduo comum não ter opção de entretenimento além daquilo que é de acordo com o progressismo liberal de esquerda. A má qualidade, não da produção, mas da construção do enredo, do mundo e dos personagens, é parte da cartilha destrutiva, para aqueles que são adeptos das ideologias subversivas, muitas das vezes esses são estruturalistas ou pós-estruturalistas, atribuem qualidade a essas obras exatamente por seu caráter subversivo, ou seja, quando mais subverte o sentido original para eles melhor é.
Essa relação dialética qual existe sobre a contradição entre as qualidades da obra, entre a natureza da arte e os sentidos, é o que torna o cinema woke ainda vivo e forte, por enquanto. Porém a indústria opera com dinheiro e é alimentada pelo dinheiro, se essa não vive dos subsídios estatais sumamente necessita corresponder positivamente o público por questões praxiológicas (referentes ao comportamento do público em relação às obras), pois nesse caso a arte porta-se como produto uma vez que a finalidade do público — não da obra — ao ver o filme é de se entreter. Isso é uma característica que não pode ser alterada pelos roteiristas, produtores, diretores, atores e afins, a lógica qual rege os tempos da “alta informação” é a mesma que trabalha com o engajamento, com a propaganda e a venda de experiências, essa condição presente em nosso zeitgeist é maior e mais impositiva do que qualquer interesse sórdido de bolhas ideologizantes, esse fato resultará — logicamente — na queda gradual da produção de filmes pautados no progressismo, pois se esses não cumprem o papel de entreter o público (conforme o interesse do público) o dinheiro se tornará mais escasso, então há a solução vindoura: inserir a pauta woke de forma subliminar, implícita, como visto, por exemplo, no live action de Pinóquio, em que uma obra que abordava sobre a necessidade de termos a disciplina como principal motor de nossas escolhas para que não tomemos más decisões, assim para que evitemos as más escolhas, se tornou uma história de falsa aceitação da própria natureza e de influência da sociedade sobre nossas decisões de forma a retirar a responsabilidade das más escolhas tomadas a partir de nossas desobediências, será esse o novo padrão.
A crise do cinema woke --- Branca de Neve decreta o fim do cinema decolonial de massa… por enquanto
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A recepção do live action de Branca de Neve e os Sete Anões, o filme Branca de Neve, foi negativa tanto para a crítica como para os demais que assistiram ao filme. Atualmente o filme possui avaliação de 1,7 no IMDb, baixíssima não somente aos padrões dos live actions produzidos recentemente pela Disney, marcados por tentativas de reinvenções e adaptações às pautas progressistas vigentes nos tempos presentes.
A respeito do fracasso da obra podem ser abordadas duas vias da problemática: a primeira trata da obra em sua particularidade, isso insere as suas alterações no enredo e nas características pessoais da protagonista quanto a personalidade e significado de suas ações, agora moldada, a personagem Branca de Neve, na sanha ideologizante da — autodeclarada como alguém que detesta o sentido do filme de 1937 — atriz Rachel Zegler, pautada no feminismo radical e na militância socialista. Dentre essas alterações, a primeira age na etnia da personagem, que originalmente alemã, agora se encontra na pele de uma atriz hispano-americana, não mais o hipocorístico (o nome simbólico) referente à característica física dela, mas a uma conveniência de roteiro para manter uma justificativa sobre o mesmo hipocorístico “Branca de Neve”, no caso sobre ter nascido em uma nevasca forte. O que era uma personagem inocente, frágil, humilde e que possuía como qualidades a capacidade de tornar belo o ambiente e a vida dos demais em seu entorno, como evidenciado na sua relação leal e ressignificadora com os sete anões, torna-se na nova obra uma suposta líder nata, independente, forte e astuta, em total dissonância ao que torna a Branca de Neve uma heroína diferente do padrão, isso é, a proposta de a “empoderar” retirou o que mais havia de positivo na personagem, que é a capacidade de manter-se resiliente e transformar o seu externo perante as crises.
A cena qual a Branca de Neve, em vez de mostrar seu valor por via da humildade, se colocando a fazer os deveres domésticos dos sete anões para manter-se sobre o teto deles, e encarando esses deveres de forma positiva para que no processo transforme a vida desses personagens, os impõe simpaticamente ordem de forma tirânica por supostamente ser uma “líder nata” com potencial desenvolvido desde a formação, foi amplamente publicada nas redes sociais como uma redução da subversão da personagem, levando muitos (corretamente) ao desagrado com os rumos que o modelo woke de construção de enredos e personagens vem tomando, expondo a agenda progressista, em sua natureza subversiva, como um verdadeiro problema de caráter destrutivo nas artes e na indústria do entretenimento. A Branca de Neve não mais possui o heroísmo próprio baseado na transformação e na resiliência, mas pautada na derrota de uma vilã somente. Ora, pode ser dito que houve mudança na vida dos que a acompanham em sua jornada, porém essa ocorre de forma acidental por via da imposição de ordem em contravenção às normas impostas a ela, não partindo mais da inocência e pureza da mesma em busca da ressignificação e transformação pelo amor.
Se a obra seguisse a risca o desejo de alguns que nela trabalharam, nisso inclui-se a radfem e pró-Hamas, Zagler, não haveria príncipe na história, e como houve um o mesmo foi diminuído da sua posição heroica, transformado em uma figura irrisória e idiotizada por certos momentos, um padrão nas obras guiadas pela ideologia progressista, o que obriga os roteiristas a tornar as protagonistas femininas em personagens Mary Sue, isso é, em heroínas perfeitas sem processos de falhas e acertos, sem mestres, sem lições, o que gera disrupção na conexão e assimilação do “self”, de nós mesmos, com essas personagens.
A segunda via da problemática trata do fenômeno de expansão das produções woke no cinema, uma questão pertinente que satura o público e agrada somente uma parcela diminuta da sociedade que possui admiração pela teoria crítica pós-marxista. O fato passa pela má compreensão do entretenimento remodelado ao progressismo liberal de esquerda, muitos de seus críticos acusam a indústria de querer lucrar, ocorre que o foco nunca foi o lucro, mas sim a destruição gradual do modelo heroico ocidental mais o reordenamento das artes a partir da alteração bruta dos alicerces lúdicos da indústria cultural. O wokismo não possui a preocupação de entreter, mas de se tornar tão impositivo a ponto do indivíduo comum não ter opção de entretenimento além daquilo que é de acordo com o progressismo liberal de esquerda. A má qualidade, não da produção, mas da construção do enredo, do mundo e dos personagens, é parte da cartilha destrutiva, para aqueles que são adeptos das ideologias subversivas, muitas das vezes esses são estruturalistas ou pós-estruturalistas, atribuem qualidade a essas obras exatamente por seu caráter subversivo, ou seja, quando mais subverte o sentido original para eles melhor é.
Essa relação dialética qual existe sobre a contradição entre as qualidades da obra, entre a natureza da arte e os sentidos, é o que torna o cinema woke ainda vivo e forte, por enquanto. Porém a indústria opera com dinheiro e é alimentada pelo dinheiro, se essa não vive dos subsídios estatais sumamente necessita corresponder positivamente o público por questões praxiológicas (referentes ao comportamento do público em relação às obras), pois nesse caso a arte porta-se como produto uma vez que a finalidade do público — não da obra — ao ver o filme é de se entreter. Isso é uma característica que não pode ser alterada pelos roteiristas, produtores, diretores, atores e afins, a lógica qual rege os tempos da “alta informação” é a mesma que trabalha com o engajamento, com a propaganda e a venda de experiências, essa condição presente em nosso zeitgeist é maior e mais impositiva do que qualquer interesse sórdido de bolhas ideologizantes, esse fato resultará — logicamente — na queda gradual da produção de filmes pautados no progressismo, pois se esses não cumprem o papel de entreter o público (conforme o interesse do público) o dinheiro se tornará mais escasso, então há a solução vindoura: inserir a pauta woke de forma subliminar, implícita, como visto, por exemplo, no live action de Pinóquio, em que uma obra que abordava sobre a necessidade de termos a disciplina como principal motor de nossas escolhas para que não tomemos más decisões, assim para que evitemos as más escolhas, se tornou uma história de falsa aceitação da própria natureza e de influência da sociedade sobre nossas decisões de forma a retirar a responsabilidade das más escolhas tomadas a partir de nossas desobediências, será esse o novo padrão.
Isso e o amor verdadeiro ❤️🥰
Simplesmente a melhor banda brasileira que já exitiu no mundo, O RAPPA🔥
Vocês estão preparados para nova moda masculina no Bostil?
https://video.nostr.build/49cc8e9f0ae64d70b6bba7714729b726e1561675d3f08f5f839c72d24161ea6c.mp4 
Aí as cachorras vao ficar molhadas
A Holanda não é mais como era antigamente
https://video.nostr.build/7cfeec13165c88f0ef6f1a6cb632931e539ad0724a3a7d1f01a72f312f09ce1d.mp4
Culpa dos malditos imigrantes
Eu não morro nem pelo Brasil, imagine pela Ucrânia! Quem vai ser trouxa de se alistar no exército da Ucrânia para lutar nessa guerra sem sentido? https://video.nostr.build/11458faab5dcc6ac74e4136de266201a0722d6bd460feb54264b950cc8f6892b.mp4
Se eles disponibilizassem duas putas ucranianas também,tenho certeza que teria vários malucos indo para o front kkkkk


