Nossa senhora da saúde, saudel. #portugal #tradition 
Gm nostr 
In the end we win.
Good summer read. #bookstr nostr:npub1gdu7w6l6w65qhrdeaf6eyywepwe7v7ezqtugsrxy7hl7ypjsvxksd76nak 
Forget the French connection chase scene this is best real life chase 😳 https://video.nostr.build/9a857069b74352f1ec998a24436dc0efb1f39413fea357239b9f651ba86919ab.mp4
Impressive🤔
Pois, onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração. ― Os olhos são a lâmpada do corpo. Portanto, se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo estará cheio de luz. Mas, se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo estará cheio de trevas.
Mateus6:21
As leis da física já estavam lá no primeiro momento, não foram criadas posteriormente. Podemos usar a matemática por exemplo para melhor descrever o logos das coisas, mas é isso que estamos a fazer "descrever" e não "inventar" uma lei ou preceito.
Amazing footage, what camera was used to shoot this ?
When audiobooks on nostr:npub1v5ufyh4lkeslgxxcclg8f0hzazhaw7rsrhvfquxzm2fk64c72hps45n0v5 ? It would be an awesome feature.
Muito obrigado, eu acho que posso melhorar e ser mais claro em algumas coisas. Tenho tentado escrever com mais frequência precisamente para me obrigar a trabalhar mais na minha escrita, na forma como comunico as ideias.
Este vídeo do Olavo de Carvalho fala sobre isso. https://video.nostr.build/6cb0a92fabcb9cd00380923db147c5ae4ec28ce18c098110cda5d8719cac663c.mp4
Isto serve como uma breve refutação do evolucionismo. Quer dizer que quando algo nasce tem em si o código, isto é o potencial que determina o que é possível dentro do escopo daquele organismo. Nós nascemos humanos e podemos alterar várias funções do nosso corpo (ficar mais altos, mais baixos etc... ) mas não alteramos para algo fora do âmbito do organismo (ex.. não ganhamos guelras ou asas). O que existe, o que é possível, teria que ser pré-programado e se analisarmos meramente em termos de informação/código potencial teria que estar lá no primeiro momento.
"De facto, o conhecimento da finalidade das coisas é fundamental inclusive para que possamos viver de forma harmoniosa com a realidade. É certo que nos podemos sentar numa mesa e jantar na cadeira, contudo automaticamente vamos perceber a desarmonia que advém dessa decisão.
Por vezes essa desarmonia não será tão evidente, no entanto não nos podemos esquecer que tudo o que existe tem um propósito, isto é orienta-se para um fim, cumprindo-nos agir em conformidade com a natureza das coisas para alcançar essa harmonia com a própria realidade."

Have a nice day 😉
https://open.spotify.com/track/3OUNB3V7H1XmiWqGoRHFwv?si=cqViOLFXR6GLEez8n4Vhbw
Lovely Ola Gjeilo #musicstr
Está a ficar com grande estilo 😅
Abott Henderson 
Os entes existentes não evoluem na sua essência, a substância primitiva de que são feitas as coisas tem apenas alterações de potência ou estado . Qualquer alteração possível para um organismo já existiria, ainda que apenas como hipótese, num primeiro momento.
“Eis então que percebi que a propósito da conformidade social, há contextos e variáveis que são importantes a ter em conta no fabrico do consentimento do indivíduo. Poderei por exemplo citar a indefinição moral como uma vulnerabilidade que faz com que tenhamos uma análise mais superficial das decisões que temos a tomar. Se não conseguimos discernir objetivamente o certo do errado dificilmente conseguiremos fazer as renúncias necessárias aos desejos mais imediatos em detrimento do nosso futuro eu. Algo particularmente nocivo atualmente dado o ambiente relativista em que vivemos em termos morais.”
Todo o mundo moderno se dividiu em conservadores e progressistas. A função dos progressistas é cometer erros continuamente. A função dos conservadores é evitar que os erros sejam corrigidos. Mesmo quando um revolucionário se arrepende da sua própria revolução, o falso tradicionalista já a defende como parte da sua "tradição". Assim, temos dois tipos de pessoas: o avançado, que nos leva à ruína, e o retrospectivo, que admira as ruínas. Cada novo erro do progressista, ou pedante, torna-se instantaneamente numa lenda de imemorial antiguidade para o snob. E isto é chamado de equilíbrio, ou controlo mútuo, na nossa Constituição.
G. K. Chesterton in revista «The Illustrated London News», 19 de Abril de 1924.
