Denúncia contra Bolsonaro é ‘a farsa do século’, diz deputado
O deputado https://www.instagram.com/prof.claudiobranchieri/?hl=pt
(Podemos-RS) classificou como "a farsa jurídica do século" a recente denúncia que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 33 investigados.
O parlamentar apontou que a medida tem como objetivo desviar o foco dos problemas enfrentados pelo governo Lula.
"O governo Lula afunda em impopularidade, a inflação volta a assombrar os brasileiros, a Globo começa a pular do barco – e, como sempre, quando a crise aperta, surge uma nova acusação para desviar o foco", disse o deputado. "Dessa vez, a peça de ficção jurídica usa uma delação feita sob coação e uma interpretação criativa da lei para transformar discursos e opiniões em crimes."
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Branchieri criticou a fundamentação da denúncia. Ele afirmou que ela se baseia em um "jogo de palavras". A distorção dos fatos sugere um levante armado sem qualquer comprovação concreta.
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"Expressões genéricas como 'uso de armas' são manipuladas para induzir a ideia de um levante armado, quando sequer há provas de qualquer organização criminosa", declarou o parlamentar. "O objetivo é claro: criminalizar a oposição, não investigar a verdade."
Movimentação jurídica contra Bolsonaro tem motivação política, diz parlamentar
Para Branchieri, a movimentação jurídica contra o ex-presidente tem motivação política. O intuito é impedir Bolsonaro de concorrer novamente.
"Se a esquerda tivesse certeza de que vence Bolsonaro nas urnas, não precisaria usar o sistema judicial como arma política", destacou Branchieri. "Mas eles sabem que, mesmo com todo o sistema contra ele, Bolsonaro segue sendo a maior força política do país."
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Lula diz ‘orar para Deus todos os dias para ficar na Terra’
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a falar, nesta sexta-feira, 21, que quer viver 120 anos. Dessa vez, a declaração ocorreu durante a cerimônia de assinatura do contrato de concessão do Terminal ITG02 do Porto de Itaguaí e do anúncio de recursos do Fundo da Marinha Mercante, no Porto de Itaguaí, Ilha da Madeira (RJ).
Durante seu discurso a apoiadores, Lula disse: “É importante vocês saberem que eu tenho uma conversa todo dia com Deus. Eu não quero ir para o céu. Eu quero ficar aqui na Terra, porque tem muita coisa para a gente fazer”.
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“E eu preciso provar a cada dia”, continuou. “Eu tenho que provar para as pessoas que inteligência não está ligada à quantidade de anos de escolaridade que você tem, a quantidade de anos de escolaridade.”

O presidente Lula durante cerimônia de assinatura do contrato de concessão do Terminal do Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula ataca empresários
Ainda durante o evento desta sexta-feira, o petista atacou os empresários. Disse que o grupo não sabe “agradecer” o apoio do seu governo, e ainda saem “falando mal”.
“Tem empresário que vai no governo, conversa, pede as coisas e ainda sai falando mal do governo”, declarou. Tem empresário que recebe bilhões de investimentos e quando deixa a sala do presidente, a empresa pergunta, e daí, tudo bem? Foi insuficiente.”
Na sequência, Lula acrescentou: “Ou seja, nunca as pessoas agradecem aquilo que receberam”.
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Audiência de Moraes com Cid: redes resgatam vídeo em que Gilmar acusa Lava Jato de ‘tortura’
Nas redes sociais, foi resgatado um vídeo em que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusa agentes da Lava Jato de "tortura". Um usuário do X comparou essa fala com a postura de Alexandre de Moraes na delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL).
Na época, Gilmar alegou que investigados só eram libertados depois que confessavam e firmavam acordos. Ele também defendeu a instauração de um inquérito para esclarecer os métodos utilizados, classificando a situação como "coisa de pervertidos".
https://twitter.com/LeandroC002/status/1892684658476761105
O vídeo do depoimento se tornou público nesta quinta-feira, 20. Moraes retirou o sigilo do acordo de delação premiada do militar. A medida ocorreu logo depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) formalizou denúncia sobre a suposta trama "golpista".
Oposição denuncia tortura e coação em vídeos da audiência de Cid com Moraes

O tenente-coronel Mauro Cid ao deixar o STF, onde recebeu uma ordem de prisão - 22/03/2024 | Foto: Cristyan Costa/Revista Oeste
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro acusam Alexandre de Moraes de ter empregado métodos de tortura e coação na audiência com o tenente-coronel Mauro Cid.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que Cid alterou sua versão no exato momento em que foi ameaçado de prisão pelo ministro.
"Isso é prática de tortura", afirmou o senador. "Prenderam, deixaram ele sem ver as filhas e a esposa, ameaçaram prender familiares. Cid ainda teve a carreira arrebentada. Nesse cenário, a pessoa inventa até o que não viu para tentar se livrar."
"Agora, vai depender da nossa capacidade de construir a narrativa correta." (Lula)
Mauro Cid “mudou de versão” bem na hora em que Alexandre de Moraes o ameaçou de prisão. Isso é prática de tortura. Prenderam, deixaram ele sem ver as filhas e a esposa, ameaçaram prender… https://t.co/EbcNFoSc17
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/1892608632858042372?ref_src=twsrc%5Etfw
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da oposição na Câmara, usou o termo "coação premiada" para descrever a situação. Em sua visão, ameaçar de prisão tanto o investigado quanto sua família configura tortura.
"Não é delação premiada, é coação premiada", destacou o parlamentar. "Ameaçar de voltar a prender o cara, a mulher do cara, a filha maior do cara e o pai do cara, o que que é isso? Tortura."
A divulgação do acordo revelou que Cid modificou aspectos fundamentais de seu depoimento no momento em que Moraes cogitou revogar a colaboração. Além disso, o ministro ameaçou decretar sua prisão e aprofundar as investigações sobre sua família.
https://www.youtube.com/watch?v=BfYADnFfd-4
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a postura do magistrado e cobrou uma resposta do Senado.
"Moraes ameaçou e intimidou a testemunha para, no mínimo, mudar o depoimento de acordo com seus interesses", disse Ferreira. "O Brasil virou várzea. Onde está o Senado?"
Marcel van Hattem (Novo-RS) também se posicionou contra a postura do ministro. "E esta ameaça do Alexandre de Moraes ao Cid?", questionou o deputado. "Isso não é tortura? Ameaçar a ele e a sua família, pai, esposa e filha é o quê? Não é o famoso pau de arara do século XI? É muito revoltante!"
O ex-deputado e ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol utilizou suas redes sociais para criticar a condução da audiência e ironizar ministros do STF.
"Ministro Gilmar Mendes, seria esse um exemplo de 'tortura' e de pessoas 'que só eram soltas depois de fazer acordo'?", escreveu Dallagnol. "Ministro Dias Toffoli, seria esse um exemplo do 'pau de arara do século XXI'? Garantistas de ocasião, prerrogativistas e defensores do direito de defesa apenas para os amigos têm algo a dizer?"
https://www.youtube.com/watch?v=wSO2V0HxIz8
Dallagnol relembrou falas dos ministros proferidas em 2023, quando condenaram práticas da Lava Jato por supostos abusos.
Além de Gilmar Mendes, o ministro Dias Toffoli também afirmou que membros da força-tarefa da operação recorreram à "uma verdadeira tortura psicológica, um pau de arara do século 21, para obter 'provas' contra inocentes". O ex-procurador comparou essas críticas com a postura atual dos ministros no caso de Mauro Cid.
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Quem é a desembargadora investigada junto com os filhos por corrupção e lavagem de dinheiro
A Corte Especial do https://revistaoeste.com/tag/stj/
investiga a desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima e seus dois filhos por lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. A Justiça tomou a decisão na última quarta-feira, 19, no âmbito da Operação Faroeste. A ação apura um esquema de venda de decisões judiciais do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA).
destaca que, a partir de 2015, Lígia e seus filhos, Rui Barata Lima e Artur Gabriel, teriam formado uma organização criminosa. O grupo tinha como objetivo conquistar benefícios financeiros por meio de suborno e ocultação de recursos ilícitos. A data refere-se ao momento em que a magistrada passou a atuar no TJBA.

A desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima | Foto: Divulgação/TJ-BA
Segundo as investigações, a família teria negociado R$ 950 mil em decisões favoráveis sob a relatoria da desembargadora. Além disso, em um dos casos, onde Lígia supostamente proferiu voto negociado por R$ 400 mil, um de seus filhos teria adquirido um veículo de R$ 145 mil no dia seguinte.
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Ao tratar do caso, o vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, destacou que as provas são suficientes para atestar a participação dos réus no esquema criminoso. “Todos os fatos relatados na denúncia estão, em seu contexto geral, suficientemente comprovados pela soma das provas produzidas.”
Conselho Nacional de Justiça aposenta desembargadora
No entanto, a desembargadora já foi acusada de tentar obstruir investigações da Operação entre novembro de 2019 e dezembro de 2020, quando foi presa. Por outro lado, em novembro de 2024, o https://revistaoeste.com/tag/cnj/
, em processo administrativo disciplinar, determinou a aposentadoria de Lígia. Essa é a punição máxima aos juízes do Brasil envolvidos em condutas irregulares.

Sede do Tribunal de Justiça da Bahia | Foto: Divulgação/TJ-BA
A Operação Faroeste, deflagrada em 2019 pelo MPF, investiga um esquema de venda de decisões judiciais no TJBA relacionadas a disputas de terras no oeste do Estado. O MPF e a Polícia Federal (PF) identificaram desembargadores, juízes, advogados, produtores rurais e empresários como envolvidos nas práticas criminosas.
https://www.youtube.com/watch?v=BgoRvJ05JME
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Mega-Sena: veja quanto rende o prêmio de R$ 120 milhões em investimentos
O prêmio principal da Mega-Sena acumulou novamente nesta quinta-feira, 20, e atingiu R$ 120 milhões.
O novo sorteio acontece neste sábado, 22, a partir das 20h, com transmissão ao vivo pelas https://www.youtube.com/@canalcaixa
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Veja os números sorteados no último concurso:
02 - 09 - 32 - 38 - 48 - 55
Quanto rende o prêmio?
Oeste realizou um levantamento para mostrar quanto rende uma aplicação única do valor integral do prêmio, considerando a taxa básica de juros em 13,25%.
A poupança segue com o “menor” retorno, tanto no curto quanto no longo prazo: em um mês, a aplicação renderia cerca de R$ 780 mil. Depois de um ano, o ganho seria de R$ 9,1 milhões.
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Em segundo lugar, aparece o CDB, que poderia render a bolada de R$ 1,2 milhão por mês e R$ 15,7 milhões ao ano.
A melhor opção, no entanto, estaria no Tesouro Selic, no qual os mesmos R$ 120 milhões renderiam R$ 1,2 milhão em um mês e cerca de R$ 15,9 milhões em 12 meses de aplicação.
Entenda
A Mega-Sena paga o prêmio principal para quem acertar os seis números sorteados. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números (quadra e quina, respectivamente).
Para jogar, o apostador deve marcar de seis a 20 números do volante, de forma manual ou automática (Surpresinha). Além disso, é possível concorrer com a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos (Teimosinha).
"/>Concurso da Mega-Sena: mais um prêmio acumulado, desta vez em R$ 120 milhões | Foto: Divulgação/Loterias Caixa
Os jogadores podem fazer as apostas até uma hora antes do sorteio em qualquer casa lotérica ou pelo site/app da Caixa.
Sorteios da Mega-Sena
Os sorteios da Mega são realizados três vezes por semana, às terças, às quintas e aos sábados. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 5.
Para quem joga pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.
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Premiação
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:
35% vão para os acertadores dos seis números sorteados (sena);
19% entre os acertadores de cinco números (quina);
19% entre os acertadores de quatro números (quadra);
22% ficam acumulados e vão para os acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5.
5% ficam acumulados para a primeira faixa (sena) do último concurso do ano de final 0 ou 5 (Mega da Virada).
Acumulação da Mega-Sena
Caso não haja acertador em nenhuma faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Segundo a Caixa, os prêmios prescrevem 90 dias depois da data do sorteio. Depois desse prazo, os valores vão para o Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
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Transparência Internacional critica decisão de Toffoli sobre Palocci
A ONG Transparência Internacional classificou como “mais um passo do desmonte do enfrentamento à macrocorrupção no Brasil” a decisão do ministro do https://portal.stf.jus.br/
Dias Toffoli de anular as ações contra o ex-ministro Antônio Palocci. De acordo com a organização, a medida compromete a confiança na Suprema Corte brasileira.
“As anulações sistemáticas de condenações por macrocorrupção abalam, fortemente, a confiança da sociedade no STF”, criticou a ONG, em nota.
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A Transparência Brasil relembrou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por uma suposta tentativa de golpe. Segundo a ONG, a decisão tem como agravante o fato de ocorrer justamente quando a Corte deverá julgar o antigo chefe do Executivo, o que exigirá “sua máxima legitimidade”.
Na última quarta-feira, 19, Toffoli declarou a “nulidade absoluta de todos os atos praticados” contra o ex-ministro nas investigações e ações da Lava Jato, inclusive na fase pré-processual, estendendo a Palocci decisões que beneficiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A entidade também criticou tanto as decisões de alguns ministros do STF quanto o que classificou como “omissão” de outros, acusando-os de garantir “impunidade generalizada de corruptos poderosos” que, segundo a organização, representam uma “ameaça real ao Estado democrático de direito".
https://www.youtube.com/watch?v=IAs_qN-5fsQ
Palocci foi beneficiado por decisão de ministro
Toffoli foi alvo de críticas por sua decisão, que, segundo a Transparência Internacional, beneficia centenas de réus, incluindo aqueles que confessaram crimes, como Palocci.
O ministro estendeu ao ex-ministro dos governos Lula e Dilma os mesmos entendimentos que já haviam favorecido o presidente petista, os empresários Marcelo Odebrecht, Raul Schmidt Felippe Júnior e Léo Pinheiro, além do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB).
Toffoli argumentou que o “método” adotado pelo ex-juiz Sérgio Moro e pelos procuradores da Lava Jato em Curitiba prejudicou Palocci. “Fica clara a mistura da função de acusação com a de julgar, corroendo-se as bases do processo penal democrático", disse.
Leia também: https://revistaoeste.com/politica/toffoli-anula-atos-da-lava-jato-contra-palocci/
Palocci assinou um acordo de delação premiada e revelou o pagamento de propinas que somariam R$ 333,59 milhões, supostamente arrecadadas e distribuídas por empresas, bancos e indústrias a políticos e diferentes partidos.
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As mais lidas do mês: o gasto do STF com segurança privada armada
Nesta semana, Oeste traz novamente aos leitores as reportagens que fizeram sucesso ao longo do primeiro mês de 2025. Assinado por Cristyan Costa, o texto abaixo, publicado originalmente em 23 de janeiro, apresenta dados sobre o gasto do Supremo Tribunal Federal (STF) com segurança privada armada.
Relembre a reportagem sobre gasto do STF
Na quarta-feira 22, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que vai gastar pouco mais de R$ 80 milhões com segurança privada armada, em um contrato que tem duração de dois anos.
https://revistaoeste.com/no-ponto/stf-deve-gastar-r-100-milhoes-com-seguranca-armada/
noticiou, em 27 de dezembro do ano passado, que a Corte estabeleceu um teto de R$ 100 milhões para a despesa.
Agora, durante 24 meses, 230 profissionais contratados da empresa Esparta terão de se revezar entre Distrito Federal, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, onde os ministros têm residência.
Espera-se ainda que os profissionais acompanhem os juízes do STF em viagens internacionais — em maio de 2024, Dias Toffoli gastou aproximadamente R$ 100 mil com diárias de um segurança em Londres e Madri.
Equipamentos solicitados para a segurança do STF

A sede do STF em Brasília, a qual os ministros tem visto como alvo de ameaça e, por isso, contrataram mais segurança | Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Na solicitação, o tribunal exigiu pistolas calibre .380, munições, coletes e spray. Ainda conforme o pedido, cerca de 60 seguranças terão de conduzir os veículos dos ministros do STF.
"Em tempo, insta destacar que esta Secretaria de Segurança tem adotado todas as medidas a fim de garantir a segurança de suas excelências, os senhores ministros", observou o tribunal, sem mencionar o 8 de janeiro ou o homem que se matou em frente à sede do tribunal. "Dessa forma, por vezes, alguns eventos implicam em maior risco, o que gera a necessidade de alocação de maior efetivo nos serviços de proteção."
Leia também: https://revistaoeste.com/revista/edicao-251/familias-dilaceradas-do-8-de-janeiro/
, reportagem publicada na Edição 251 da Revista Oeste
O post https://revistaoeste.com/politica/as-mais-lidas-do-mes-o-gasto-do-stf-com-seguranca-privada-armada/
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https://revistaoeste.com/politica/as-mais-lidas-do-mes-o-gasto-do-stf-com-seguranca-privada-armada/
GSI comprou motos para motociatas de Bolsonaro, diz Mauro Cid
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), afirmou em delação que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) comprou motocicletas para que agentes participassem das motociatas promovidas pelo ex-presidente.
Durante o depoimento à Polícia Federal, Cid explicou que Bolsonaro, ao começar a organizar as motociatas, levou o GSI a adquirir motos semelhantes às suas. O objetivo era permitir que os agentes de segurança o acompanhassem.
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"O colaborador respondeu que a partir do momento que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu andar de moto, o https://www.gov.br/gsi/pt-br
teve de comprar motos similares a do ex- presidente para poder acompanha-lo; que para ir aos locais onde ocorriam as 'motociatas' por vezes tiveram que embarcar as motos para que essas chegassem ao local do evento", diz trecho da delação.
Esses eventos reuniram apoiadores de Bolsonaro em passeios de moto por diversas cidades do país. Entre 2021 e 2022, aproximadamente 30 motociatas ocorreram em diferentes Estados.
https://www.youtube.com/watch?v=mE_YSzd6SMQ
A delação também aponta que Cid acreditava que os custos com as motocicletas e seu transporte eram cobertos pelo cartão corporativo. Além disso, ele relatou que outras despesas, como alimentação e hospedagem dos servidores responsáveis pela segurança presidencial, também eram pagas dessa forma.
“Os gastos de hospedagem e alimentação dos servidores que faziam a segurança do presidente nas ‘motociatas’ eram arcados com o uso do cartão corporativo”, disse o militar.
Alexandre de Moraes levantou sigilo da delação de Mauro Cid
Os documentos revelam que todas as despesas da comitiva presidencial, composta por mais de 35 pessoas, ficavam sob responsabilidade do cartão corporativo durante as viagens. Questionado pela Polícia Federal, Cid declarou não saber como ocorriam as prestações de contas desses gastos.
Nesta quarta-feira, 19, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) levantou o sigilo da delação de Mauro Cid.
O post https://revistaoeste.com/politica/gsi-comprou-motos-para-motociatas-de-bolsonaro-diz-mauro-cid/
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As mais lidas do mês: 8 de janeiro — o drama do indígena condenado a 13 anos de prisão
Nesta semana, Oeste traz novamente aos leitores as reportagens que fizeram sucesso ao longo do primeiro mês de 2025. Assinado por Cristyan Costa, o texto abaixo, publicado originalmente em 29 de janeiro, apresenta a situação de um indígena preso pelas manifestações do 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
Relembre a reportagem do indígena preso pelo 8/1
No domingo 26, a advogada Shanisys Virmond recorreu da condenação de 13 anos de cadeia de Rodrigo Pereira Santiago, indígena paranaense preso no Palácio do Planalto, durante o 8 de janeiro.
A maioria dos ministros do https://portal.stf.jus.br/
deu o veredito em abril do ano passado, mas desde a publicação do acórdão, dois meses depois, Shanisys vem apresentando recursos contra "divergências" no processo. Desesperado com a notícia de que havia sido condenado, Santiago buscou asilo em outro país.
Primeiramente, a advogada entrou com embargos infringentes (pode ser interposto quando uma decisão não é unânime), mas Moraes rejeitou.
Agora, Shanisys decidiu apresentar um agravo regimental (recurso jurídico que permite que um colegiado reexamine decisões monocráticas) e aguarda a decisão do juiz do STF.
Recurso em prol de indígena condenado pelo 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, durante uma sessão plenária no STF - 4/12/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo
Conforme a advogada, o relator Alexandre de Moraes não considerou o Estatuto do Indígena (EI) ao sentenciar Santiago. O dispositivo garante regime especial às pessoas enquadradas nessa categoria.
"De uma análise dos votos dos ministros, é possível concluir que a maioria não decidiu segundo a lei vigente, afastando a etnia do agravante ao proferir a decisão", constatou a advogada, ao mencionar o voto de Cármen Lúcia em prol de Santiago. "O agravante exerce funções em sua aldeia, sendo que, todos laboram no plantio do próprio alimento. Em razão de não auferir renda mensal, torna-se impossível arcar com custas oriundas do processo. Para tanto, desde logo, pugna pelos benefícios da Justiça gratuita, assegurados pelo artigo 5º, inciso XXXV e inciso XXXIV alínea 'a' da Constituição, o que garante a todos o acesso à Justiça em defesa de seus direitos, independente de pagamento de taxas, ao prever de maneira expressa que a lei não excluirá da apreciação do Judiciário, lesão ou ameaça ao direito."
Shanisys lembrou que, de acordo com o artigo 56 do EI, "no caso de condenação de índio por infração penal, a pena deverá ser atenuada e na sua aplicação o juiz atenderá também ao grau de integração do silvícola". "As penas de reclusão e de detenção serão cumpridas, se possível, em regime especial de semiliberdade, no local de funcionamento do órgão federal de assistência aos índios mais próximos da habitação do condenado", argumentou a advogada.
Para a defesa de Santigo, Moraes "deixou de atenuar a pena, assim como deixou de considerar o regime especial de semiliberdade".
Oito meses na Papuda

Manifestantes sobem a rampa do Congresso Nacional, em 8 de janeiro de 2023 | Foto: Wikimedia Commons
Antes de ser condenado, Santiago passou oito meses na Papuda, em Brasília, em uma cela superlotada, na qual teve de dormir em camas duras, tomar banhos gelados e usar o banheiro comunitário na frente de todos.
Ao voltar para a tribo Kaingang em uma aldeia em Manoel Ribas (PR), em agosto de 2023, o jovem de 25 anos teve de usar tornozeleira eletrônica.
Em virtude dos limites estabelecidos pelo aparelho, Santiago não podia andar em todo o perímetro da aldeia. Por isso, ficou impedido até de trabalhar na plantação, que era a sua função em meio ao seu povo. Dessa forma, o cacique designou Santiago como o responsável por eventuais reparos nas moradias.
Para prestar informações à Justiça, às segundas-feiras, Santiago ganhou do pai uma mobilete a fim de ir à cidade. Em uma das viagens, chegou a sofrer um acidente na estrada e precisou ser hospitalizado.
Leia também: https://revistaoeste.com/revista/edicao-250/inocencia-assassinada/
, reportagem publicada na Edição 250 da Revista Oeste
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A partir de 24 de fevereiro, uma criptomoeda que custa 5 centavos de dólar vai permitir buscar até R$ 1 milhão, diz especialista
A partir de 24 de fevereiro, investidores de criptomoedas terão a oportunidade de fazer um investimento de apenas R$ 3,5 mil se tornar até R$ 1 milhão. É no que acredita Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da maior casa de análise financeira independente do país.
Esse potencial já vem sendo demonstrado pela criptomoeda em questão. Isso porque, na manhã da terça-feira 11, ela teve uma valorização de 90%. Veja:

Esse potencial já vem sendo demonstrado pela criptomoeda em questão | Foto: Reprodução/CoinMarketCap
Esse potencial já vem sendo demonstrado pela criptomoeda em questão | Foto: Reprodução/CoinMarketCap
Mas, na visão de Valter, esse pode ser apenas o começo de uma tendência de alta muito mais expressiva.
“Se ela saltar só para 10 centavos, você já dobra o seu dinheiro investido”, diz o especialista. “Se for para 20 centavos, você quadruplica. Se chegar a 1 dólar, você multiplica por 20. E, se ela chegar em 15, parabéns, você pode ficar milionário partindo de apenas R$ 3,5 mil.”
A ideia é que, em uma transmissão on-line e gratuita, Valter revele para os investidores interessados como acessar a criptomoeda que pode multiplicar por até 300 vezes o dinheiro investido.
O evento está marcado para o dia 24 de fevereiro, às 19h. Para participar, basta se cadastrar gratuitamente na lista de interessados clicando no link abaixo:
Quem seguiu um alerta semelhante a esse, no passado, capturou 30.000% de lucro em dez meses
Embora uma multiplicação de até 300 vezes no dinheiro investido pareça algo irreal, dadas as circunstâncias do mercado — com juros altos, inflação e renda variável andando “de lado” —, Valter está convicto de que esse objetivo é alcançável.
Isso porque valorizações como essa já ocorreram antes, em momentos de mercado igualmente desafiadores. O ano de 2021 foi um desses momentos.
Após um 2020 difícil, por causa dos pesados reflexos da pandemia de covid-19, 2021 foi um ano de fortes emoções para o investidor. Inflação, taxa de juros em alta tanto no Brasil quanto nos EUA, incertezas fiscais… Um ano, coincidentemente, semelhante ao que vivemos agora.
Ainda assim, quem seguiu uma recomendação da equipe de análise de criptomoedas da Empiricus, em janeiro de 2021, teve a chance de ganhar dinheiro. Para ser exato, quem investiu na criptomoeda indicada naquela época pôde obter até 30.000% de lucro.
Estou falando de quando a casa recomendou a compra de Axie Infinity (AXS)*, cripto pouco conhecida e que custava apenas 50 centavos de dólar. Em questão de dez meses, ela valorizou de maneira expressiva e alcançou cerca de US$ 150, o que fez muitas pessoas comuns se tornarem milionárias.
É claro que retornos passados não são garantia de retornos futuros. E, além do mais, a oportunidade de ficar milionário com AXS já passou. Mas só estou te contando tudo isso pois Valter acredita que, após quatro anos, ele encontrou uma https://lp1.empiricus.com.br/ativo-mais-barato-do-mundo-alc06-0/?xpromo=XE-MELH-RO-ALC06-AUDRO-20250220-PUBED-X-LEBRDLC613
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Ele está chamando essa oportunidade de “a criptomoeda mais barata do mundo”. Não somente pelo seu valor absoluto, mas sim pelo potencial de crescimento que ela apresenta, na visão do especialista.
Ainda assim, ela está em uma oportunidade de entrada ainda mais atrativa do que a AXS esteve, dado que custa atualmente cerca de 5 centavos de dólar.
Isso significa que, com R$ 3,5 mil, você consegue comprar 70 mil unidades dela e tem uma chance de ficar milionário, segundo Valter. “Essa, na minha opinião, é a única criptomoeda séria, que custa centavos, e realmente tem potencial de fazer você enriquecer com apenas alguns saltos”, disse.
Portanto, se ter a chance de acumular um patrimônio milionário começando em 2025 faz sentido para você, sugiro que se cadastre na lista de interessados no link abaixo:
Transmissão gratuita: saiba como ter acesso à criptomoeda que custa 5 centavos de dólar
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As mais lidas do mês: Estadão expõe a ‘farsa’ de Lula
Nesta semana, Oeste traz novamente aos leitores as reportagens que fizeram sucesso ao longo do primeiro mês de 2025. O texto abaixo, publicado originalmente em 31 de janeiro, detalha quando o jornal O Estado de S. Paulo, popularmente chamado de Estadão, definiu como "farsa" uma das ações protagonizadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Relembre o texto sobre Estadão, "farsa" e Lula
O editorial "Google, o novo ‘inimigo do povo’", publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta terça-feira, 31, critica a reação do governo Luiz Inácio Lula da Silva a um erro na cotação do dólar exibida pelo Google, em 25 de dezembro.
+ Leia mais notícias de https://revistaoeste.com/imprensa/
em Oeste
Segundo o Estadão, o equívoco — que mostrou a moeda norte-americana a R$ 6,35, ou seja, R$ 0,20 acima do valor real — foi rapidamente corrigido. No entanto, o governo teria aproveitado a situação para reforçar uma narrativa de “vitimização e conspiração”.
A publicação afirma que, em vez de focar os problemas econômicos, como a política fiscal e a alta do dólar, o governo estaria criando teorias conspiratórias para desviar a atenção de sua responsabilidade em questões econômicas.
+ https://revistaoeste.com/economia/em-termos-reais-dolar-esta-mais-caro-que-na-crise-de-dilma/
“O governo de Lula da Silva, empenhadíssimo em demonstrar que a moeda brasileira está sob ataque especulativo das forças ocultas do mercado, parece inclinado a tomar esse caso como prova de suas teorias da conspiração — e, de quebra, ainda pretende fustigar uma das principais Big Techs, empresas que, segundo Lula, ganham dinheiro ‘disseminando inverdades’”, diz a publicação.
https://revistaoeste.com/economia/agu-investigar-cotacao-errada-dolar-google/
foi acionada para reunir informações para uma possível ação judicial contra o Google. O objetivo seria investigar possíveis fake news relacionadas à cotação do dólar e à suposta manipulação de informações.
A estratégia do governo Lula
Para o jornal, o Planalto estaria recorrendo à estratégia de “inventar complôs de inimigos do povo” para justificar a situação econômica. Essa narrativa tornaria a “Faria Lima” e as empresas de tecnologia “cúmplices” em uma suposta campanha de desinformação contra o governo.

Exposição de nota falsa de dólar americano com a imagem do presidente Lula, durante sessão no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília| Foto: Reuters/Adriano Machado
A resposta oficial ao erro do Google, nesse contexto, seria uma forma de alimentar essa conspiração. O texto destaca, por exemplo, a declaração do ministro Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social, que acusou uma “indústria das fake news” de atuar contra o Brasil.
Ainda no texto, o Estadão afirma que “o Palácio do Planalto decidiu recorrer à surrada tática lulopetista de inventar complôs." Para o jornal, transformar o Google em um “inimigo do povo” é uma manobra desproporcional, usada pelo governo como cortina de fumaça para problemas reais.
Enquanto isso, ele se exime das responsabilidades pela deterioração cambial, inflação fora da meta e trajetória de alta da dívida pública.
Leia também: https://revistaoeste.com/imprensa/celso-portiolli-desmente-veja-e-nega-agradecimento-para-lula/
O post https://revistaoeste.com/imprensa/as-mais-lidas-do-mes-emestadao-em-expoe-a-farsa-de-lula/
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https://revistaoeste.com/imprensa/as-mais-lidas-do-mes-emestadao-em-expoe-a-farsa-de-lula/
As mais lidas do mês: o fim de uma lenda
Nesta semana, Oeste traz novamente aos leitores as reportagens que fizeram sucesso ao longo do primeiro mês de 2025. Assinado por Fábio Bouéri, o texto abaixo, publicado originalmente na Edição 250 da Revista Oeste (no ar desde o dia 3 de janeiro) destaca o fim de uma lenda, a indústria automobilística da Alemanha.
Reportagem sobre o fim de uma lenda
Confira, abaixo, o início da reportagem sobre o fim de uma lenda:
"Por mais de um século, os carros alemães foram sinônimo de qualidade e tecnologia de ponta. Ter na garagem um Mercedes, uma BMW, um Audi ou um Volkswagen (VW), por exemplo, não era apenas sinal de status, mas, sobretudo, de bom negócio. Os carros alemães significavam segurança, eficiência, inovação, durabilidade e alto valor de revenda. Eram a representação ideal da lenda “Made in Germany”. Mas os tempos mudaram."
"/>Aumento de produção de veículos pesados tem relação com demanda de prefeituras, especialmente na área de limpeza urbana | Foto: Divulgação/Volkswagen
A íntegra da reportagem está disponível aos mais de 100 mil leitores da Revista Oeste. Para ler, https://revistaoeste.com/revista/edicao-250/o-fim-de-uma-lenda/
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O post https://revistaoeste.com/economia/as-mais-lidas-do-mes-o-fim-de-uma-lenda/
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https://revistaoeste.com/economia/as-mais-lidas-do-mes-o-fim-de-uma-lenda/
Lula critica alta dos preços dos ovos: ‘Absurdo’
Durante uma entrevista à rádio do https://prefeitura.rio/
, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse estar preocupado com o preço dos ovos e que considera "absurdo" o valor de R$ 40 por uma caixa de 30 unidades. Ele deu a declaração nesta quinta-feira, 20.
"O preço vai baixar, eu tenho certeza que a gente vai conseguir fazer com que o preço volte aos padrões do poder aquisitivo do trabalhador", afirmou.
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em Oeste
Lula destacou a necessidade de reuniões com atacadistas para debater formas de reduzir os custos desse produto no Brasil. Ele disse que os preços internos não devem espelhar os valores de exportação, que são cotados em dólar.
"O fato de estar vendendo produto em dólar que está alto, não significa que você tem que colocar no preço do brasileiro o mesmo preço que você exporta", disse Lula.
https://www.youtube.com/watch?v=k0TTfq65GZk
Ovos, carne e soja ficam mais caros
Além dos ovos, o presidente mencionou a preocupação com outros produtos, como a carne e o óleo de soja. "Carne começou a cair", comentou. "Vai cair e pode ficar certo que o povo vai voltar a comer sua 'picanhazinha', costela, outro pedaço de carne que ele deseja."
Em janeiro, a inflação oficial do país, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 0,16%, mas os preços dos alimentos, especialmente alimentação e bebidas, aumentaram 0,96%.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prevê que os preços dos ovos continuarão subindo por mais dois meses, até o fim da quaresma, por causa da alta demanda e oferta restrita.
A ABPA explicou que o aumento do valor dos ovos está relacionado ao crescimento dos custos de produção. Nos últimos oito meses, o preço do milho, usado na ração das galinhas, subiu 30%. Os custos das embalagens de ovos mais que dobraram, ou seja, um aumento superior a 100%.
O post https://revistaoeste.com/politica/lula-critica-alta-dos-precos-dos-ovos-absurdo/
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PT quer transmitir julgamento de Bolsonaro em canal oficial do partido
O Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a TVPT, canal oficial da sigla no YouTube, seja autorizada a transmitir o julgamento sobre o acolhimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 33 aliados.
A solicitação foi feita ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, na quinta-feira 19. O julgamento envolve alegações de uma suposta "conspiração golpista".
O PT alega que busca garantir a transparência do processo, e também pretende utilizar as imagens na campanha presidencial de 2026. Além disso, o partido defende que a cobertura televisiva atende a um "notório interesse público", conforme destacado no ofício enviado ao Supremo.
PT acredita que STF deve 'reafirmar compromisso com a democracia' ao permitir transmissão do julgamento

Lula é a principal liderança do Partido dos Trabalhadores | Foto: Alessandro Dantas/PT
O secretário de Comunicação Nacional do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), afirmou que "a transparência do julgamento é fundamental para garantir que a sociedade tenha pleno acesso às informações e compreenda a atuação do Supremo Tribunal Federal na defesa da ordem democrática [sic]".
O PT acredita que, ao permitir a transmissão, o STF estaria "reafirmando seu compromisso com a democracia e o direito à informação".
PGR acusa Bolsonaro de crimes que nem a PF sustentou em indiciamento
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, na denúncia contra Jair Bolsonaro ajuizada na terça-feira 18, acusa o ex-presidente de crimes que nem mesmo a Polícia Federal sustentou em seu relatório de investigação sobre a suposta tentativa de golpe, em 2022, quando Bolsonaro ainda era presidente.
A Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão encarregado da acusação, responsabiliza o ex-presidente por dano ao patrimônio da União e deterioração de bens tombados ao citar os atos de 8 de janeiro de 2023, crimes não atribuídos a Bolsonaro pela PF.
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O documento da PGR também sustenta, com base em indícios frágeis e sem comprovação, que Bolsonaro teria aprovado um plano para assassinar Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes.
Gonet solicita a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos causados pelos envolvidos, incluindo o ex-presidente.
O relatório da Polícia Federal não incluiu a acusação relativa ao 8 de janeiro no indiciamento de Bolsonaro, embora estabeleça conexão entre os atos e o ex-mandatário. No documento final também não há menção a um suposto aval de Bolsonaro ao plano de assassinato.
Leia mais em: https://revistaoeste.com/politica/pgr-reforca-acusacao-contra-bolsonaro-com-alegacoes-que-nem-a-pf-sustentou/
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As mais lidas do mês: estudos comparam cotistas e não cotistas no ensino superior
Nesta semana, Oeste traz novamente aos leitores as reportagens que fizeram sucesso ao longo do primeiro mês de 2025. O texto abaixo, publicado originalmente em 2 de janeiro, aborda o estudo que comparou o desempenho de estudantes cotistas com não cotistas no ensino superior.
Relembre o texto sobre cotistas X não cotistas
A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira instituição de ensino superior do Brasil a adotar um sistema de cotas, em 2003, quando 20% das vagas foram reservadas para alunos negros. A novidade da exclusividade de vagas para cotistas virou regra alguns anos depois.
Desde 2012, todas as https://revistaoeste.com/tag/universidades/
federais são obrigadas a reservar metade das vagas a alunos pretos, pardos, indígenas, de baixa renda e vindos de escolas públicas. Atualizada em 2023, a lei passou a incluir alunos com deficiência.
https://youtu.be/MfSzZpaPKPg?feature=shared
Um dos argumentos mais usados para defender o sistema de cotas é que não existem diferenças de desempenho entre cotistas e não cotistas. Entretanto, há dados que contradizem essa afirmação, incluindo estudos recentes.
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A maioria dos dados publicados de 2023 a 2024 aponta diferenças de desempenho entre alunos que entraram na faculdade por cotas e os demais. Uma apuração do jornal Gazeta do Povo resumiu cinco estudos recentes sobre o tema. Veja a seguir:
1 — Universidade Federal de Viçosa (UFV)
https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/214671/196917
, considerou o índice de reprovação de estudantes da UFV, no campus Rio Paranaíba, de 2016 a 2020. O resultado mostra que, em média, os cotistas foram reprovados em 5,37 disciplinas, ante 4,62 dos alunos não cotistas.
A Lei de Cotas será aplicada já a partir da próxima edição do https://twitter.com/hashtag/Sisu2024?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw
. As mudanças visam promover maior equidade no acesso ao ensino superior. Um resumo das mudanças pode ser conferido nas imagens. 👉🖼️
Saiba mais no portal do MEC: https://t.co/a92s253nV2
— Ministério da Educação | MEC (@min_educacao) https://twitter.com/min_educacao/status/1724185372966686862?ref_src=twsrc%5Etfw
A UFV tem quatro modalidades de cotas. Todas elas beneficiam alunos de escolas públicas.
O maior índice de reprovação foi o dos alunos da modalidade um, que abrange estudantes autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita. Nesse grupo, cada aluno teve 5,99 reprovações, em média. O desempenho foi 1,37 abaixo dos estudantes não cotistas.
Na modalidade dois, referente aos não pretos, pardos ou indígenas, mas com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita, a média de reprovações foi de 5,44.
Já na modalidade três, composta de pretos, pardos ou indígenas com renda mensal familiar superior a 1,5 salário mínimo per capita, o índice foi de 5,42.
" alt="As universidades federais do Brasil são obrigadas a reservar metade das vagas para ações afirmativas
"/>Universidade Federal de Viçosa | Foto: CCS/UFV
Na modalidade quatro, de alunos que não se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas e têm renda mensal familiar superior a 1,5 salário mínimo per capita, houve 4,62 reprovações por estudante, em média. O desempenho fica só 0,2 abaixo dos alunos oriundos do sistema universal.
No Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA), que leva em conta as notas dos estudantes em cada disciplina, os cotistas da UFV tiveram desempenho ligeiramente inferior aos egressos do sistema universal (52,3 contra 53,7). Mas a média dos cotistas é puxada para cima pelos alunos do grupo quatro, que tiveram um CRA de 54,3. Os índices dos cotistas dos grupos 1, 2 e 3 foram mais baixos: 51,9, 51,2 e 51,7, respectivamente.
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https://www.instagram.com/p/DD2XUMuPyqk/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading
2 — Universidade Federal de Goiás (UFG)
Parte de uma dissertação de mestrado em administração pública, esse levantamento analisou o desempenho de mais de 11 mil alunos da UFG. O estudo conclui que a Média Global do Estudante, avaliada de 0 a 10, foi de 7,07 para os cotistas e 7,44 para os não cotistas.
A diferença entre os dois grupos também aumentou com o tempo. Foi de 0,16 ponto em 2016 para 0,28 em 2019 e 0,49 em 2022.
O estudo mostra que, dentro de cada categoria racial, a diferença entre cotistas e não cotistas persiste. Entre os brancos, os cotistas tiveram um CRA de 7,28, contra 7,52 dos não cotistas. Entre pretos, pardos e indígenas, os cotistas ficaram com 6,98, enquanto os não cotistas tiveram média de 7,31.
Sisu destina 53% das vagas a ações afirmativas.Processo seletivo de 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) disponibilizará 264.360 vagas, sendo 121.750 voltadas para cotas. Inscrições começarão em 22 de janeiro.
— Ministério da Educação | MEC (@min_educacao) https://twitter.com/min_educacao/status/1745177440068980876?ref_src=twsrc%5Etfw
Especificamente no curso de nutrição da UFG, um estudo avaliou a trajetória de 1,05 mil estudantes de 2009 a 2021. De forma agregada, os alunos de cotas apresentaram média de 7,6, ante 7,76 dos não cotistas.
Em todos os 18 períodos acadêmicos, os alunos que ingressaram por meio de ações afirmativas tiveram uma nota média inferior à dos alunos oriundos do sistema universal.
“Os resultados apontaram que os estudantes de ações afirmativas apresentaram desempenho inferior aos de ampla concorrência, necessitam de mais tempo para a graduação e possuem maior número de reprovações”, diz a autora do estudo, Roseane Maria Vogado Rodrigues. O artigo foi publicado na revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales.
Campus Samambaia da UFG | Foto: Divulgação/UFG
3 — Universidade Estadual Paulista (Unesp) Botucatu
Um estudo publicado em 2024 na Revista Brasileira de Educação Médica colocou em perspectiva o desempenho dos alunos do curso de medicina da Unesp de Botucatu. O artigo mostra que o coeficiente de rendimento médio dos alunos que ingressaram pelo sistema universal foi de 8,45 pontos. Já entre os alunos cotistas, o índice foi de 8,31.
Dentro dos grupos que entraram na faculdade por cotas, os alunos vindos de escolas públicas tiveram desempenho igual ao de alunos do sistema de ingresso universal: 8,37 pontos. Já a nota dos alunos que ingressaram por cotas raciais foi menor, de 8,1 pontos.
Unesp Botucatu | Foto: Raphael Henrique Figueira/Wikimedia Commons
4 — Medicina na UnB
Em cursos muito concorridos, a diferença tende a não ser tão elevada — ou mesmo a desaparecer, já que os alunos que entraram por cotas também obtiveram notas altas no vestibular. Uma pesquisa feita entre alunos de medicina da UnB concluiu que algumas modalidades de cotas têm até mesmo um desempenho maior do que os alunos que ingressaram pelo sistema universal.
Ainda assim, os alunos que vieram de escolas públicas e que são são de baixa renda e se identificam como pretos, pardos ou indígenas apresentaram um Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) ligeiramente menor que os estudantes que ingressaram pelo sistema universal: 4,11 ante 4,17. No curso de medicina da UnB, a maior discrepância é entre os indígenas, com IRA de 3,38, e os demais estudantes. O estudo foi publicado na revista Educação, Raça, Gênero e Diversidade Sexual.
https://youtu.be/PDA7sBIhFBI?feature=shared
5 — Notas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade)
O debate sobre a eficácia do sistema de cotas e a diferença de desempenho entre cotistas e não cotistas é antigo. Nas pesquisas citadas acima, os próprios autores minimizam a diferença encontrada.
Em 2014, uma dissertação de mestrado em economia na Fundação Getulio Vargas analisou as notas do Enade de 2008 e 2011. O estudo não analisou as notas individuais, mas comparou cursos que tinham sistema de cotas com os que não tinham. Na média, os cursos com ações afirmativas tiveram nota 4,6% mais baixa do que os com seleção de alunos apenas por mérito.
A Lei de Cotas mudou a cara do ensino superior deste país. Hoje vemos jovens negros, pardos, indígenas, pessoas com deficiência, filhos e filhas da classe trabalhadora colorindo os espaços que antes estavam fechados para todos eles.
🎥 Audiovisual/ PR https://t.co/KaFTcRxtoT
— Ministério da Educação | MEC (@min_educacao) https://twitter.com/min_educacao/status/1726623936694173981?ref_src=twsrc%5Etfw
A autora da dissertação, Talita de Moraes Gonçalves Silva, concluiu que “os alunos que ingressaram nas instituições de ensino superior (IES) por ações afirmativas (AA) apresentam, em média, desempenho menor que os alunos que não são beneficiados”.
Em 2024, o Congresso Nacional também renovou por mais dez anos a lei que criou cotas raciais nos concursos públicos, além de aumentar de 20% para 30% o número de vagas reservadas a negros, pardos e, agora, indígenas e quilombolas. Na Câmara, a proposta teve 241 votos a favor e 94 contrários.
No mesmo ano, a Suprema Corte dos https://revistaoeste.com/tag/eua/
decidiu que as universidades não podem usar a raça como um critério de admissão dos alunos.
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Presidente da OAB manda recado ao STF: ‘Vídeo gravado não é sustentação oral’
O presidente nacional da https://www.oab.org.br/
, Beto Simonetti, enviou recados ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira, 19, e afirmou que a advocacia está sendo alvo de ataques. As declarações foram feitas durante a cerimônia de posse solene do novo presidente da OAB-SP, Leonardo Sica.
"Tenho bradado por todo país e falar isso de forma respeitosa, mas frontal, para o Brasil, na bancada do Supremo Tribunal Federal", afirmou. "Vídeo gravado jamais será sustentação oral."
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em Oeste
"A sustentação oral é um direito fundamental da advocacia, é um pilar do devido processo legal", acrescentou. "A advocacia não aceitará ser reduzida a mero espectador do próprio julgamento."
Ele também afirmou que a entidade respeita os Poderes da República, mas que não vai abrir mão da "crítica construtiva e necessária".
Em outro trecho do discurso, sem citar nomes específicos, Simonetti destacou que a advocacia enfrenta ataques. Também declarou que, "diferente do que possa parecer, a advocacia do Brasil está unida", e que a união é essencial neste momento. "A advocacia tem vivido momento de ataques violentos, muitos ataques, e só a união vai nos permitir lutar e certamente superar todos os ataques", acrescentou.
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, enviou recados ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira, 19. "Tenho bradado por todo país e falar isso de forma respeitosa, mas frontal, para o Brasil, na bancada do Supremo Tribunal… https://t.co/1CbbEqpI7s
— Revista Oeste (@revistaoeste) https://twitter.com/revistaoeste/status/1892546851938717800?ref_src=twsrc%5Etfw
Simonetti reforçou ainda que a OAB não tem alinhamento político e que continuará sendo protagonista na defesa do Estado de Direito. Porém, acrescentou que "o Brasil precisa de lideranças pacificadoras, não figuras que alimentam divisões".
Durante seu discurso, Sica também criticou restrições à sustentação oral: "Não vamos admitir restrições à nossa voz, seja na menor comarca do estado, seja no Tribunal de Justiça, seja no Supremo Tribunal Federal, vamos lutar para ser ouvidos, para ampliar a força da nossa voz, porque a nossa voz é a voz de todos".
As críticas às restrições na sustentação oral no Supremo ganharam destaque depois das negativas do ministro Alexandre de Moraes. Nos processos dos réus do 8 de janeiro, advogados tiveram que apresentar suas defesas por meio de vídeos gravados, sem a possibilidade de argumentação presencial durante as sessões, o que gerou forte reação no meio jurídico.
Leia também: https://revistaoeste.com/politica/reuniao-de-bolsonaro-com-oea-e-mal-recebida-pelo-stf-informa-portal/
Além disso, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que permite sustentações orais gravadas em julgamentos virtuais também foi alvo de questionamentos por parte da entidade.
Presidente da OAB de SP diz que instituição deve ser "livre de partidarismo"
Ao longo de seu discurso, o novo presidente da OAB-SP enfatizou que a instituição deve atuar como "um grande centro de entendimento da sociedade brasileira", e ser "livre do partidarismo, das guerras políticas, da guerra cultural".
A nova diretoria da OAB-SP é composta por Daniela Magalhães (vice-presidente), Adriana Galvão (secretária-geral), Viviane Scrivani (secretária-geral adjunta), Alexandre de Sá Domingues (diretor-tesoureiro) e Diva Zitto (presidente da Caixa de Assistência dos Advogados).
Leia também: https://revistaoeste.com/no-ponto/jantar-entre-lula-e-ministros-do-stf-e-adiado/
Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Sica é mestre e doutor em Direito Penal pela mesma instituição. Ele também já integrou a Comissão Nacional de Prerrogativas da OAB e foi presidente da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) entre 2015 e 2016.
O post https://revistaoeste.com/politica/presidente-da-oab-manda-recado-ao-stf-video/
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Brasileiros em Busca de R$ 1,23 bilhões: participe da Powerball
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SP lança 100 escolas cívico-militares em julho; veja como vão funcionar
A rede estadual de ensino de São Paulo deverá iniciar o funcionamento das escolas cívico-militares já em 28 de julho deste ano, com a previsão inicial de implantação antecipada para 2026. A https://www.educacao.sp.gov.br/
confirmou essa decisão nesta quarta-feira, 19, e pretende ativar cem unidades no segundo semestre.
Para viabilizar essa implementação, a secretaria estabeleceu um cronograma detalhado. No período de 24 de fevereiro a 7 de março, os diretores das 300 escolas interessadas apresentarão o programa às respectivas comunidades escolares.
A consulta pública irá ocorrer entre 10 e 24 de março, o que permite que a população escolar decida sobre a adesão ao novo modelo. Caso a participação seja insuficiente, novas rodadas de votação irão acontecer de 31 de março a 2 de abril e de 7 a 9 de abril. Até 15 de abril, a lista oficial das escolas contempladas será divulgada com início das atividades previsto para 28 de julho.
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Com a realização dessa votação, até 100 escolas poderão integrar o modelo cívico-militar no segundo semestre.
“Vamos analisar o pedido de todas as unidades e vamos chegar a um número máximo de 100 escolas contempladas para início em agosto”, disse o secretário Renato Feder.
https://www.youtube.com/watch?v=CwpoinGloN8
Secretaria de Educação de São Paulo ficará responsável pelo monitoramento da implantação
A Secretaria Estadual da Educação ficará responsável pelo monitoramento da implantação. Se o número de escolas aprovadas ultrapassar a meta estabelecida, a seleção seguirá critérios de desempate.
Entre eles consideram-se a proximidade de até dois quilômetros de outra escola não aderente, o número de votos favoráveis (sendo necessário o apoio de 50% mais um dos participantes) e a oferta de múltiplos níveis de ensino, como fundamental e médio.
As instituições que adotarem o novo modelo seguirão o Currículo Paulista. A seleção dos monitores ocorrerá entre a segunda semana de abril e o final de maio. Em junho, os profissionais selecionados, juntamente com diretores e vice-diretores, participarão de treinamento e ambientação para facilitar a transição ao sistema cívico-militar.
A Secretaria da Segurança Pública irá auxiliar no processo seletivo verificando o histórico dos candidatos a monitores, incluindo informações sobre conduta e eventuais processos criminais ou administrativos. O governo estadual assegurou que o investimento nas escolas cívico-militares será equivalente ao destinado às unidades regulares. O custo total com a contratação dos monitores, ao considerar o limite de 100 unidades, será de R$ 7,2 milhões.
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‘Moraes tem reprimido a liberdade de expressão on-line nos últimos anos’, afirma WSJ
O The Wall Street Journal (WSJ), um dos jornais mais importantes do mundo, afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes “tem reprimido a liberdade de expressão on-line nos últimos anos”, além de ordenar a prisão de manifestantes antigoverno.
A afirmação foi feita em https://www.wsj.com/business/media/trump-media-truth-social-rumble-lawsuit-brazil-supreme-court-justice-15c60fe1?mod=hp_lista_pos3
contra Moraes. A ação foi ajuizada na quarta-feira 19, em um tribunal federal da Flórida, onde a Rumble tem sede.
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A Rumble e TMTG, dona da Truth Social, rede social de Trump, acusam Moraes de violar a soberania dos EUA ao impor censura e restrições a empresas norte-americanas. As companhias se referem a decisões do magistrado contra Allan dos Santos. Ele ordenou que a Rumble suspendesse quaisquer perfis do jornalista, o que caracteriza censura prévia, inadmitida não apenas nos EUA, como no Brasil.
https://twitter.com/chrispavlovski/status/1892228411721966054
Agora, a Rumble e TMTG querem que a Justiça dos EUA decida se decisões como essa devem ser cumpridas por empresas norte-americanas, já que são absolutamente contrárias às leis e à Constituição do país. A Primeira Emenda garante liberdade de expressão praticamente irrestrita nos EUA, com fundamento básico da democracia.
“Permitir que o juiz Moraes amordace um usuário barulhento [Allan dos Santos] em um canal digital americano colocaria em risco o compromisso fundamental do nosso país com um debate aberto e robusto”, afirma o processo da Rumble e da TMTG, a empresa de Trump.
O que o WSJ disse sobre Moraes
Na reportagem, o WSJ faz um breve histórico da atuação recente de Moraes, mencionando, por exemplo, a censura imposta ao Twitter/X, que ficou fora do ar por 40 dias em 2024, por ordem do ministro do STF.
“Moraes tem reprimido a liberdade de expressão on-line nos últimos anos, ordenando a prisão de mais de mil pessoas no Brasil em nome da proteção da democracia — principalmente manifestantes antigovernamentais ou aqueles que, segundo ele, espalharam mentiras sobre o tribunal on-line", afirma o WSJ.
O jornal prossegue: "O Supremo Tribunal Federal do Brasil baniu o X (Twitter), a plataforma de mídia social de propriedade de Elon Musk, em agosto, depois de um vai e vem de um mês que começou quando de Moraes ordenou que o X removesse várias contas consideradas como disseminadoras de discurso de ódio e desinformação. O X pagou milhões de dólares em multas para que pudesse retomar as operações no país."
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Hugo Motta ameaça punir deputados depois de gritaria; vídeo
O presidente da https://www.camara.leg.br/
, Hugo Motta (Republicanos-PB), deu uma bronca nos deputados nesta quarta-feira, 19, depois de uma gritaria no plenário da Casa. Parlamentares da oposição e da base ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) travaram, pelo segundo dia, uma batalha de gritos por causa da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e Motta teve que ser chamado para colocar ordem na Casa.
Como resposta à briga dos deputados, Hugo Motta decidiu proibir a entrada de parlamentares com faixas no plenário e ainda ameaçou entrar com processos no Conselho de Ética contra qualquer deputado que ofender colegas e atrapalhar a discussão das matérias.
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"Se o parlamentar aqui desrespeitar o colega, a própria Presidência vai acioná-lo no Conselho de Ética e vai fazer cumprir todas as medidas restritivas da Casa. […] Nós vamos solicitar à Secretaria-Geral da Mesa para proibir também a entrada de cartazes e manifestações no plenário porque isso, de certa forma, deixa todos os parlamentares no mesmo nível", afirmou Motta.
A confusão da última quarta-feira, 19, começou quando o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) subiu à tribuna junto aos parlamentares de oposição e fez críticas à denúncia da PGR contra Bolsonaro.
https://twitter.com/EstadaoPolitica/status/1892334144828416264
Em resposta, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), foi para o microfone ao lado de aliados de Lula para defender a prisão de Bolsonaro.
O discurso, que deveria ter 10 minutos, levou mais de 20 minutos e não foi concluído porque a oposição o interrompeu com gritos variados como: "mensaleiro", "petroleiro" "Triplex", "Atibaia", "o ovo está caro" e "Lindo, ladrão. Mensaleiro na prisão".
Em resposta, os deputados que apoiam o governo Lula revidaram os gritos entoando as frases: "sem anistia" e "uh, vai ser preso".
Hugo Motta retoma comando da sessão depois de gritaria
Hugo Motta estava recebendo parlamentares em seu gabinete, e a sessão era conduzida pela terceira-secretária da Câmara, Delegada Katarina (PSD-SE). Entretanto, com a gritaria, ele voltou e decidiu suspender a sessão por sete minutos. Não houve mais atritos entre os dois lados a partir de então.
https://twitter.com/tvcamara/status/1892330529216672056
"Eu quero dizer a Vossas Excelências que se estão confundindo esse presidente como uma pessoa paciente e serena com um presidente frouxo, vocês ainda não me conhecem. Ou esse plenário se dignifica de estar aqui representando o povo brasileiro, ou nós não merecemos estar aqui. Aqui não é o jardim da infância, ou muito menos um lugar para a espetacularização que denigre a imagem desta Casa. Eu não aceitarei esse tipo de comportamento", afirmou Motta.
Na terça-feira 18, depois de a PGR denunciar Bolsonaro, os deputados travaram a primeira guerra de gritos. Enquanto a base de Lula gritava "sem anistia", a oposição bradava "Lula ladrão, seu lugar é na prisão". A sessão foi interrompida pelo deputado José Rocha (União-BA), que presidia a sessão. Ele disse que a Câmara viveu um "espetáculo feio e absurdo".
A denúncia contra Bolsonaro
A PGR acusou Bolsonaro de tentativa de golpe, em peça encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que Bolsonaro liderou articulações para uma ruptura institucional. Além disso, a denúncia atinge outros 33 indiciados em inquéritos da Polícia Federal (PF).
Segundo a PGR, Bolsonaro cometeu cinco crimes: dano qualificado com uso de violência e grave ameaça e deterioração do patrimônio tombado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa. Somadas, as penas dos crimes podem chegar a 43 anos de prisão.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado
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