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𝚋𝚊𝚝𝚜𝚒𝚚
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«Honk, honk!» — Harpo Marx ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ

Rapaz, aquilo não passa de ginástica, ou divertimento.

Nota: não intenciono usar marcadores (hashtags), apesar de seguir algumas. Pretendo não chamar atenção a esse discreto perfil aqui.

Trecho de um conto de Osman Lins chamado «Elegíada»:

«As palavras — todos sabem — são mortalmente vazias para exprimir certas coisas. Quando nos sentávamos, sós, a recordar nossa vida, não eram elas que restauravam os fatos: éramos nós.

«E agora, que já não existes, com quem poderei falar...?»

Microconto: «Recebamos, digníssimos, com salva de palmas, e com os protestos de nossa mais alta consideração, Sua Excelência Coisinha da Silva.»

Que delicada maravilha é isso! Sempre me emociona...

https://youtu.be/iENOJAbfZWk

Haicai nº10

Neste dia quente

Um fio de vento passou

— Que instantâneo alento…

«No Brasil, atualmente, nosso problema é um problema de elite.»

Mario Ferreira dos Santos

Nota: uma vida de veredas e margens...

Por natureza, fujo de modas ou tendências. Daí eu ter evitado por anos Rubem Fonseca, por exemplo. Ontem li o primeiro conto de «A coleira do cão» (1965) chamado «A força humana». Estou impressionado.

« Bien qu’aujourd’hui on semble l’ignorer, la formation de la faculté d’attention est le but véritable et presque l’unique intérêt des études. »

Simone Weil.

Do divertido «Oficinas literárias — fraude ou negócio sério?», de José Hildebrando Dacanal:

«Ao que o oficineiro retrucou, sem meias palavras:

—Ora, eu tenho que induzir o aluno a acreditar que ele pode produzir uma Pietà literária. Do contrário eu perco o aluno e minha oficina fecha!»

Lágrimas-de-Cristo. Belas...