Crise existencial entre um casal de 20 e poucos anos e os amigos; me identifiquei bastante.
Já li, Inio Asano é um dos meus autores preferidos, e Boa Noite Punpun é brutal.
Alguém pode me explicar o que seria dePIX ?
A ideia de que a mudança e a busca pela liberdade podem incomodar os outros é profundamente filosófica e remete diretamente ao Mito da Caverna de Platão. Quando alguém decide não agir conforme as normas estabelecidas, recusando-se a seguir o "normal", acaba provocando desconforto em quem permanece preso às convenções. No mito, o prisioneiro que se liberta e tenta compartilhar a verdade com aqueles que ainda estão na caverna acaba sendo rejeitado e, eventualmente, eliminado. Isso simboliza o quanto a verdadeira liberdade, que envolve enxergar além das aparências e questionar a realidade imposta, é algo desafiador e perturbador para muitos. Nem todos estão prontos ou dispostos a abandonar as sombras e enfrentar a luz da liberdade.
Compartilho do mesmo sentimento, meu caro conterrâneo.
Programação
Finalmente tomei coragem para pedir demissão do meu emprego. Estava preso na zona de conforto da 'estabilidade' da CLT, mas percebi que isso só me fazia perder tempo. Sei que tenho capacidade de trabalhar por conta própria e ganhar bem mais, mas sempre tive aquele medo e a pressão de que meu emprego era bom e 'seguro'. Desde que comecei a investir em Bitcoin, minha relação com o dinheiro mudou, e agora estou pronto para começar a viver a vida que realmente quero.
Tenho esse pensamento pelo menos 1 a 2 vezes no dia.
Li dom casmurro no colégio e tive a oportunidade de ler ele novamente recentemente, e livro está mais atual que nunca.
Pois é, se ele não estiver com a mente dominada pelo TikTok e pelos algoritmos, estará fora da caverna do mito de Platão. O problema surge quando tentamos salvar alguém e acabamos nos prejudicando por isso. Espero que haja uma mudança significativa, que as pessoas despertem desse mundo dentro da caverna, deixando de ver apenas sombras e passando a enxergar a verdadeira luz do conhecimento.
Acredito que o uso de câmeras em locais públicos, como corredores de apartamentos ou entradas de edifícios, não é problemático. Na verdade, pode até ser uma medida de segurança importante. O verdadeiro problema surge quando câmeras são instaladas em locais íntimos, como banheiros ou dentro de residências, sem a autorização do morador. Essa questão é bastante relevante e preocupante. Tenho receio de que possamos chegar a uma situação semelhante à descrita em 1984, de George Orwell, o que seria um verdadeiro pesadelo. No entanto, creio que o uso de câmeras em áreas públicas, de modo geral, não fere gravemente a liberdade ou o anonimato das pessoas.
Hoje de manhã, no caminho para o trabalho, presenciei uma cena que me fez refletir profundamente. Costumo passar por uma garagem abandonada onde um morador de rua costuma dormir. Hoje, ele não estava lá, mas notei entre seus pertences dois livros, um deles intitulado "O Poder da Esperança".Não quero discutir as razões que o levaram a viver nas ruas, seja por causa de drogas ou problemas psicológicos. O que realmente me chamou a atenção foi o fato de ele ter livros. Isso indica que, em algum momento, ele foi alfabetizado. O que me surpreendeu ainda mais foi o fato de ele ter separado tempo para ler, especialmente um livro com um título tão significativo. Essa observação me fez questionar alguns dos meus próprios pensamentos. Durante minha caminhada para o trabalho, às vezes me pego reclamando mentalmente: sobre o salário que não reflete o meu merecimento, sobre como o dinheiro que se desvalorizar a cada dia, e sobre outros pensamentos negativos que me assolam. Ver uma cena como essa me desestabiliza. Minha intenção com esse relato é apenas expressar esse pensamento, que tanto me impactou.
Qual a opinião de vocês sobre isso?
https://video.nostr.build/232e4f1896b31c277f3526d4eacd7edba6dcc5edc6cce879b58743609fbe1415.mp4
Eu não sei como numa crise dessa ela vendendo recheio 250 reais todo dia e achando ruim, até eu queria o contato dessa cliente para eu vender recheio.



