Foi só começar a se exercitar e comer carne que isso aconteceu 👀
Tava com sede o homi
Prefiro comer miúdos tipo fígado, além de ser gostoso é muito nutritivo, o único problema é o cheiro horrível que fica na cozinha depois.
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"Não seja parte do problema, seja problema inteiro."
Sigma male mindset
Stroll, Ricciardo, Perez, Magnussen, Zhou e Bottas estão fazendo hora extra já.
Minha opinião: Daniel Ricciardo já tá fazendo hora extra na F1, o Liam Lawson merece muito mais a vaga da VCARB.

Como eu quero me vestir:

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Tem lojinhas na 25 de Março que usam Tether Dólar, não é o ideal, mas já é um começo. Ter uma moeda mais estável do que o real e que não possui o controle do estado merdileiro já é mil vezes melhor do que ficar no sistema do Bacen. Mas não duvido que o dólar comece a circula por aqui também quando o pessoal perceber a merda que vai ser esse cavalo de Tróia chamado Drex (FEITO PELO PAULO GUEDES). Na Venezuela também existe essa economia alternativa feita com outras moedas, seja dólar ou até mesmo BTC. Eu não sou otimista, mas eu acredito que uma parte da população vai driblar isso com dólar, o governo americano não vai criar uma CBDC, pelo menos não tão cedo, e claro, tornar o dólar algo digitalizado vai praticamente dissolver todo o poder do FED.
Trabalho híbrido é um trabalho metade a combustão, metade elétrico, né?
Tem muito americano que tá começando a consumir conteúdo do Brasil, e pra alguns deles, essa cultura que a gente tem no Brasil de todo mundo andar junto é difícil de entender.
Não é dizendo que no Brasil não houve segregação racial, com toda certeza houve, mas quantos Luiz da Gama tivemos nos EUA? Quantos André Rebouças? Quantos José do Patrocínio? Mesmo escravista, a sociedade do Brasil imperial era menos repulsiva aos pretos do que a "américa livre".
Aqui não tem essa de "vai pro teu lugar negão" ou "o que esse branquelo tá fazendo no meu bairro?", se existe, é uma parcela irrisória comparada com a segregação quase doentia da américa.
Pretos, brancos, amarelos ou vermelhos, todos vivem juntos, alguns a contra gosto, mas sem as tensões que existem no norte do continente. É comum haver grupos de amigos em que cada um faz parte de um grupo étnico diferente, e a relação de confiança e respeito acaba por vezes sendo tão grande, que é normal as piadas de cunho racial, sem ferir egos ou intrigas pessoais.
A questão dos namoros interraciais por aqui não possui a mesma carga de controvérsia do que nos EUA, é comum ver casais completamente diferentes um dos outros, seja em relações heterossexuais ou homossexuais. É pouco incomum ver famílias deserdando filhos ou filhas por namorar com pessoas da "raça errada".
Eu não sei explicar até que ponto a colonização portuguesa foi impactante nessa relação de "não-segregação" dos brasileiros, em contrapartida dos americanos que foram colonizados pelos ingleses. Talvez tenha sido a guerra do Paraguai, a batalha dos Guararapes ou a campanha dos pracinhas na SGM, em que os soldados identificavam os regimentos brasileiros simplesmente por verem todos diferentes, mas mesmo assim juntos, sentados a mesma mesa nas refeições ou embarcados nos mesmos carros.
A respeito da escravidão:
Tem gente que não me conhece, mas mesmo sendo agorista e crítico desse momento histórico, é inegável que o período imperial foi o ápice cultural e social do Brasil, dificilmente teremos algo parecido com aquilo novamente.
Um dos grandes erros da independência do Brasil foi não ter incluído o fim da escravidão na constituição de 1824. Pedro I era abolicionista, José Bonifácio era abolicionista, Maria Leopoldina era abolicionista, ainda que uma guerra estourasse no Brasil envolvendo o estado e os latifundiários, seria um pequeno preço a se pagar. Se esta empreitada tivesse êxito, um plano de indenização e reforma agrária para abarcar essa população inclusa na economia ativa da nação seria o melhor cenário possível para a belle époque brasileira. Mas lamentar é inútil, isso já passou fazem mais de 200 anos.
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Nem te conto o que eu queria que acontecesse com esse aí.
O Imposto de Renda e a Expansão do Estado
O Imposto de Renda, com sua característica de retirar uma parte do suado rendimento do cidadão, é percebido como um cálculo injusto. Este tributo incide sobre uma parcela da renda que já foi sujeita a impostos a cada compra realizada, e, ao final, o imposto de renda parece "raspar o tacho", cobrando ainda mais.
O imposto de renda, então, parece funcionar como um "imposto sobre o imposto", ampliando ainda mais o ônus fiscal sobre o cidadão.
É importante compreender como esse imposto funciona e como ele evoluiu de uma medida temporária para uma instituição permanente nos sistemas tributários globais.
O cálculo do imposto de renda, em sua essência, envolve a aplicação de alíquotas sobre a renda total do contribuinte, após deduções permitidas por lei. Essas alíquotas são progressivas, ou seja, aumentam à medida que a renda do contribuinte aumenta.
Ao invés de uma alíquota fixa que aumentaria o recolhimento diretamente com o aumento da renda, o imposto de renda opera com alíquotas progressivas, onde quanto mais se ganha, maior é a taxa aplicada.
A progressividade do imposto de renda impede que o cidadão prospere livremente, pois cada aumento em sua renda é acompanhado por uma parcela ainda maior retirada pelo Estado. Em vez de incentivar o crescimento econômico individual, essa abordagem tributária mantém os cidadãos em um ciclo de dependência, onde o avanço financeiro é desencorajado.
Essa característica torna o imposto de renda uma barreira ao avanço financeiro individual, questionando se o governo busca promover a independência e a prosperidade, ou, almeja a perpetuação da dependência, e a perpetuação de uma sociedade subjugada?
A resposta a essa pergunta molda não apenas a política tributária, mas também a visão de sociedade que guia as ações governamentais.
Inicialmente o imposto de renda foi concebido como uma medida temporária durante períodos de guerra, e hoje o imposto de renda tornou-se uma instituição permanente nos sistemas tributários ao redor do mundo. Essa evolução não apenas reflete o crescimento contínuo do Estado moderno, mas também seu impacto nas vidas dos cidadãos.
Desde sua introdução durante a Guerra Civil Americana, o imposto de renda foi proposto como uma solução temporária para atender às demandas financeiras extraordinárias do Estado em tempos de crise. No entanto, essa "temporariedade" logo se mostrou ilusória, persistindo o imposto mesmo após o término dos conflitos, estabelecendo-se como uma fonte permanente de receita para os governos.
Essa transição do temporário para o permanente reflete o aumento do papel e do escopo do Estado na vida dos cidadãos. À medida que o Estado expande suas funções e responsabilidades, ele exerce um controle cada vez maior sobre a economia, a sociedade e a vida dos indivíduos. Entretanto, essa expansão não ocorre de forma benigna, mas às custas da liberdade individual e da autonomia.
Devemos questionar os limites do poder estatal e protegermos os direitos individuais. A relação entre o Estado e o cidadão demanda um equilíbrio entre a intervenção estatal e a preservação da liberdade individual. O governo deve estar a serviço dos cidadãos, em vez de dominá-los.
O Estado é como aquele "amigo" inoportuno que sempre aparece para "ajudar" na mudança, mas que acaba levando metade dos seus pertences e ainda pedindo um café enquanto descansa.
É inspirador ver como o Estado se esforça para garantir que cada cidadão contribua generosamente para sua própria dependência.
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#btc #bitcoin
https://www.conectados.site/2024/03/o-imposto-de-renda-e-expansao-do-estado.html
Devemos questionar o acúmulo exagerado de tributação.
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Joguinho nenhum te garante o direito de continuar miserável cheio de benefícios que não te servem de nada 💪 💪 💪
FODA-SE OS SIGNOS DO ZODÍACO
Qual é a sua organização corporação/facção militar favorita da ficção? (podem incluir as que não aparece na imagem também)
Eu: Umbrella Corp




