Os tibetanos também tem genes denisovano, e os europeus tem rastros de DNA neandertal, o que demonstra com seu exemplo ampla miscigenação ao longo da história humana, mesmo que por milenios no passado, o exemplo de isolamento que citou também representa uma exceção de isolamento e não regra de comportamento.

Em poucas gerações isoladas uma população tende a manifestar alguns fenótipos dominante, os genes dominantes e aos genes que o corpo identificar como melhores para se adaptar a região, mesmo que as pessoas na região recebam continuas visitas de estrangeiros que causem miscigenação, seria necessário uma mistura grande de pessoas para afetar o fenótipo dominante.

Realmente nas histórias do passado podemos observar que a tradição humana tende a preferência de relacionamento com os que são do mesmo povo, mas mesmo assim nessas mesmas histórias podem-se observar diversas situações de miscigenação, inclusive com pessoas de povos distantes, como Moisés, que entre suas esposas tinha uma que era etíope, é um exemplo, Salomão e suas 700 princesas de diversas nações do continente é um entre muitos outros exemplo de hipergamia.

O fato de que a tradição dos milenios passados tornaram o relacionamento é bigamo e que em partes destes milenios pode ter havia menos movimentos da humanidade do que em outras épocas, pode passar ideia de que todos estes fenótipos estão isolados desde que se separaram e nunca mais se encontraram, mas como o caso de 50 mil anos que mencionou é uma exceção de isolamento e não regra do comportamento humano, somos amplamente miscigenados, não importa onde seus pais nasceram.

Milenios antes das colonizações os chineses e fenicios navegaram o mundo de barco, por milenios hove movimento para comércio com o oriente médio, com a mesopotamia e diversos locais, por milenios antes das grandes guerras as pessoas fugiram de tirania e guerras para locais novos, veja também como os assirios dispersavam nações como método de evitar ensurreição de escravizados.

E a divergência genética não é consequência de mutação, é a genética dominante tornando as pessoas semelhante a medida que há menor miscigenação contínua, assim como outros seres humanos tem seus genes sem que eles estejam manifestos.

Darwinisticamente ainda pressupõe que denisovano e neandertal seriam espécies humanas diferentes, mas criacionisticamente falando, suas estruturas são apenas genes do ser humano como conhecemos. A humanidade é toda a compatibilidade genética compatível pelos meios naturais de reprodução utilizandos os genes projetados para construir membros com propósito e finalidade.

Quando se trata de outra espécie humana, ou seja, com DNA mais afastado entre as populações de cada grupo, e quando a população original dessas outras espécies tinham tamanho proporcionalmente relevante dentro de cada região, os marcadores genéticos se mantém com mais facilidade ao invés de serem dissolvidos, mas ainda assim, a prevalência ainda é muito baixa, tanto que nenhum ser humano vivo hoje tem fenótipos sequer próximos dessas outras espécies. O que dá para perceber pelas diferentes formações osseas entre as espécies. E não há DNA como um todo dominante, há caracteristicas dominantes em cada fragmento de DNA, mas que ainda assim tendem a ser dissolvidas com a redução da presença de populações com esses fragmaentos.

Fora que, no contexto geral, há traços de DNA Neandertal e Denisovano em quase todos os grupos humanos hoje, em extraordinariamente, no máximo 6%, de acordo com um estudo nas Filipinas ("https://www.cell.com/current-biology/fulltext/S0960-9822(21)00977-5"), embora em níveis, em geral, bem menores, logo ainda se manteve desde o início uma grande reprodução entre já miscigenados entre quase todos os humanos, mantendo assim alguns fragmentos de DNA dessas outras outras espécies intacto, caso contrário, a porcentagem só se reduziria ao longo das gerações entre os miscigenados e os Homo Sapiens "puros" ou mais "puros".

Já o afastamento genético dessas espécies, é sim por conta de mutações, dado pelo afastamento das populações humanas por tanto tempo e fatores ambietais tão diferentes, que as mutações ao logo do tempo foram selecionando os que mais conseguiam reproduzir até gerar organismos com estruturas bem diferentes aos Homo Sapiens, mas não suficientemente afastados para impedir a reprodução.

Reproduções entre espécies também ocorre com outros animais, embora geralmente gerem individuos incapazes de reproduzir, como com: Cavalo + jumento →Mula, Leão + Tigre → Ligre, cavalo + zebra → Zebralo e etc... Mas ainda hoje não é tão claro o quanto capazes eram as espécies humanas de reproduzir entre si, e o quanto gerou de reproduções mal sucedidas (com indivíduos estéreis ou com dismorfismos).

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Discussion

Acredito em hibridismo, mas não em especismo, mudança de espécie por conta de mutação espontânea.

Kkk nos pokemons é mais como uma metamorfose.

No mundo em que vivemos, seria como se eles fossem animais modificados para 'monstros', mas sei que no enredo eles meio que sempre existiram, exceto o Mew two

Se mutação não ocorre, como você explica as mudanças físicas (deformidades ou não) que ocorre desde o nascimento?

E também a influência dos vírus no DNA de algumas células e que também conseguem alterar o DNA de gametas humanos, inclusive podendo ser usado no método crispr para editar o DNA humano.

A mudança física se explica com a mistura dos genes do pai e da mãe, sem mutação, apesar repasse de estruturas já previamente existentes, apenas embaralhados em uma nova identidade única.

Certamente o DNA não muda estruturalmente quando resolve este vírus, para que o DNA seja considerado modificado seria necessário que todas as células do corpo tivesse o DNA modificado na mesma mutação, por que cada célula de seu corpo tem o DNA, existem outros sistemas que são repassados de progenitores aos filhos, como o sistema de bactérias que contribuem com a defesa do corpo.

Em questão de deformidade, é sim uma mutação, como em casos de crianças que nascem de incesto ou de gerações de incesto, podemos realmente observar uma mutação prática, mas poderíamos dizer que estas situações de exceção representam a evolução? Estas pessoas com mutações personalizadas não precisariam de parceiros com a mesma mutação, na mesma época, para dar sequência a este aprimoramento genético acidental? Sim, e a estatística torna mutação uma explicação improvável para a formação de membros complexos projetados com finalidade práticas.

Há casos de pessoas que recebem mutações que lhes pode ser benéficas em algum ponto, como no caso de um chinês que nasceu com olhos azuis e uma pupila diferente por uma mutação que permite ele enxergar melhor no escuro. Isso certamente não teria como já estar nos país e familiares então não teria como não ser mutação.

Em relação ao vírus, por isso pontuei a ação dele em gametas, assim ele modifica diretamente a célula que gera o novo indivíduo, ou seja, todas as celulas subsequentes acabam tendo a mutação.

Teria sim, como gene recessivo. A vida em determinado ambiente fez com que hormônios dos pais identificassem a sua semente que determinados genes recessivos presentes iriam se adaptar melhor ao ambiente vivido do que seus genes dominantes, a epigenética como mencionou. Tudo já estava disponível em uma biblioteca de componentes do DNA, nenhum componente novo foi escrito por uma mutação que lança estruturas de genes e ao acaso faz com que caia acidentalmente em olhos de visão noturna.

Já tô perdido em como surgiu essa conversa. Algum de vocês tem formação na área?

Não tenho formação na área, apenas tenho interesse e por bastante tempo me informo com biólogos, um deles inclusive mais voltado para a paleontologia e evolução.

A conversa começou literalmente nessa linha de conversa, ele basicamente falou que o Darwinismo estava errado por ter uma cosmovisão diferente. Ele parece crer no criacionismo e no literalismo bíblico.

É só pra saber se não tô vendo debate vazio sobre teoria científica.

Já saber alguma coisa é bom. Você parece conhecer muito mesmo.