Marinho critica campanha do PT por taxação de ‘super-ricos’: ‘Querem dividir o país em 2’
A campanha do https://revistaoeste.com/tag/pt
se manifestou contra o movimento nas redes, dizendo que o partido tenta dividir o país.
"Pobres contra ricos, pretos contra brancos, patrões contra empregados", escreveu Marinho, no X. "Já vimos esse filme, e o Brasil é quem perde."
https://twitter.com/rogeriosmarinho/status/1940807746745454713
Marinho também criticou a ocupação de um prédio do Itaú na Faria Lima por militantes de esquerda que cobravam a taxação dos mais ricos. Ele comparou com ações da direita: "Quando apoiadores nossos fazem isso, é cadeia. Com a esquerda, não dá em nada".
No incidente citado por Marinho, ocorrido na quinta-feira 3, invasores exibiam faixas com as seguintes mensagens: “Taxação dos super-ricos já", "o povo não vai pagar a conta” e “chega de mamata”. De acordo com a Polícia Militar paulista, cerca de 50 militantes participaram do ato.
A invasão foi comemorada por Guilherme Boulos (Psol-SP), deputado federal e aliado de Lula. Segundo Boulos, o prédio do Itaú foi escolhido por ser "símbolo da concentração de riqueza" no país. Ele alega que os custos de construção do imóvel são avaliados em R$ 1,5 bilhão.
A campanha do PT

Lula em evento na Bahia | Foto: Reprodução/Instagram
Desde o dia 26, o PT intensificou a campanha "Taxação BBB" (Bilionários, Bancos e Bets), com vídeos que mostram a diferença de impostos pagos por pobres e ricos. Em um deles, personagens discutem, em um bar, como consumidores comuns pagam mais impostos do que quem consome produtos de luxo.
No dia 2, durante um evento na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu com um cartaz apoiando a proposta e publicou nas redes: “Mais justiça tributária e menos desigualdade.”
https://revistaoeste.com/politica/pt-gasta-173-mil-para-defender-taxacao-dos-super-ricos/
A campanha também ganhou um vídeo simbólico em que trabalhadores carregam sacos pesados marcados como "imposto", enquanto homens ricos seguram bolsas pequenas com o mesmo selo. O ministro Fernando Haddad defendeu a proposta, afirmando que o ajuste fiscal precisa atingir os mais ricos.
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