Gostava de irritar os ateus religiosos da internet quando o ateísmo militante era modinha lá pelos idos de 2016 e quando eu tinha mais tempo.
Entrava nas lives da turma da groselha, da qual fazia parte o pirolla e um músico otário seboso, cujo nome esqueci, só para fazer proselitismo e irritar.
Depois vimos o surgimento de vários perfis e canais com a temática religiosa enquanto que o ateísmo de internet praticamente acabou.
Por isso acho importante fazer bait, shitposting e proselitismo como um funil de entrada para uma apologética cristã séria.
Um meme, uma provocação exagerada ou marcar presença em debates idiotizados de ateus fizeram pessoas conhecer as razões da fé cristã.