Para a Igreja Católica, a condição econômica de uma família jamais deve ter influência da quantidade de filhos?

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Sim

Tanto é que no máximo que o casal pode fazer é o método de billings como forma contraceptiva, e parece que pra algumas vertentes nem isso.

Como assim "pra algumas vertentes"? Ou pode ou não pode, uai.

Lembro de uma tia minha do Neo catecumenato falando que não poderia, deixa eu confirmar com ela aqui...

Confirmei com ela aqui nostr:nprofile1qqsxhewvq6fq9lzjmfwqrpg2ufgl09uh2cksupa853zxv04u2fva4uqpz4mhxue69uhhyetvv9ujuerpd46hxtnfduhsz9nhwden5te0dehhxarjv4kxjar9wvhx7un89uqsuamnwvaz7tmwdaejumr0dshs6tvc92, é uma recomendação pra toda igreja, métodos naturais podem ser usados, mas por exemplo no Neo a recomendação é em caso de exceções e acompanhamento de um padre.

Entendi, obrigado.

Deus proverá. Mas obviamente não exclui a responsabilidade do pai de se preparar previamente e não ser um vagabundo!

Tem que ter um motivo justo p adotar o planejamento de filhos. Tem que ser uma contingencia bem forte, um perrengue mesmo, não é só não querer. Condição econômica desde que objetiva poderia sim ser um caso, mas tem que ser grave. Casamento implica filhos, quem não quer não deve casar. Inclusive a indisposição do casal em ter filhos acarreta nulidade do casamento (a menos claro em casos de força maior, como infertilidade).

É uma linha muito tênue.

Sim, subjetivo, ainda mais com as incertezas e o nosso horrível mercado de trabalho que vive de crises e "vôos de galinha" de crescimento, com índices de desemprego real (não ibge) acima de 10% de forma crônica.

Sempre se teve o entendimento de que filhos não são pesos, mas co-participantes das obrigações familiares.

Não se havia o pensamento de dar aos filhos aquilo que nunca teve, até porque se você nunca teve como poderia dar?

E muitos são os que falaram nunca dei carinho aos meus filhos pois nunca recebi.

Pensar em filhos como brinquedos, feriados, festas, idealizações de que ele é superior a você e você deve cuidar desse mini reizinho dentro de casa, fazendo todos os seus gostos e vontades, se limitando apenas a uma cara feia ou gritar de vez em quando embora seja cada vez mais frequente reforça a minha opinião.

Antigamente, aposentadoria era responsabilidade dos filhos, força de trabalho também era responsabilidade dos filhos e muitos outros aspectos como por exemplo a segurança que hoje terceirizamos para o estado como se fosse nosso ente mais querido e confiável.

A cada dia vemos o estado competido contra a família e fazendo de tudo para extinguir com ela, seja por campanhas, por leis que nada protegem e apenas geram conflitos, seja pela inflação proposital, pelos impostos exagerados ou pelas novas regras que sempre esmagam o pequeno empresário fortificando ainda mais monopólios favorecidos por deputados.

O enfraquecimento da família está ligado diretamente ao empobrecimento das famílias, famílias disfuncionais, aumento da violência, aumento da corrupção na base, aumento no número de disforias de gênero, aumento no analfabetismo, aumento nas violência doméstica e quando falo isso não me refiro somente as vítimas da sociedade, mas a todos os integrantes da família, seja o homem que quando sofre violência não notifica ou quando é notificado é sempre na covardia, com óleo quente, combustível, facada enquanto dormem, seja os filhos que apanham da mulher amargurada com o casamento, seja o homem discutindo com a mulher empoderada que o seu poder de compra está a cada dia mais curto.

Hoje o estado tenta substituir a família e a proteção de um lar, a autoridade dos pais, a assistência da família, a religião e a fé de todos com suas ideologias e não entregar nada do que foi prometido, mas te fazer pensar que está é uma luta sua, que você vai chegar a algum lugar com isso.

Filhos devem ser participantes, das compras, das tomadas de decisões, das louças, das tarefas domésticas, dos seus cultos a Deus, dos seus exercícios físicos e mentais, não crie massas para o estado, não crie adultos disfuncionais, inúteis, ocupando espaços nos transportes públicos e vendendo votos.

Muito bem dito!

O Estado aumentou artificialmente, e muito, o custo de se ter um filho. Só escola e saúde são absurdos. Tenho que ficar pagando estruturas parasitárias gigantes chamadas de escola e hospital, que gastam e cobram horrores e que por acaso dão aula e atendimento médico.

Meu pai e meu avô tinham até latim na escola, e por uma fração do custo atual do ensino.

Que palavras sábias amigo

Excelente!

Sim, um casal deve levar em consideração sua condição econômica para ter filhos, não sair procriando como coelhos. A Igreja também entende que o casal não deve afastar-se de sua intimidade, pois isso seria prejudicial ao matrimônio. Se seguindo retamente sua consciência e por motivos justos você julgue que não pode ter filhos, poderá usar métodos contraceptivos naturais (abertos a vida e que não substitua o ato conjugal por artificialidades tecnológicas). A quantidade de filhos quem define não é o casal, que pode ter de 0 a indefinidos filhos, e sim Deus.

Tem algum documento oficial só sobre isso? Parece ser dividido.