O vício em celular é a maior doença dos tempos atuais. Pode causar:

- Mente acelerada

- Excesso de pensamentos

- Tensão e cansaço mental

- Tensão e fadiga física

- Problemas de visão

- Sedentarismo e isolamento

- Queda de atenção e foco

- Busca compulsiva por visibilidade e comunicação

- Dispersão, procrastinação e alta ociosidade

- FOMO e ansiedade

- Perda de clareza, prespectivas e propósito

- Negativismo, preocupação, frustração e irritabilidade

- Desânimo, desestímulo e falta de disposição

- Comparativismo

- Sensação de insuficiência e alheamento

- Alienação sobre os fatos e perda de pensamento crítico

- Consumo compulsivo de informação, entretenimento, conteúdos e serviços

- Indiferença com a vida e com as pessoas

Solta o celular e vai fazer outras coisas.

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É importante ter em mente que é igualmente danoso tentar vencer o vício. Vivemos em um mundo que criou um vácuo e o preencheu com o celular. Tirar o celular ainda te deixa com um vácuo social gigante.

Mais ou menos. É essencial buscar preencher o vácuo.

Você já ouviu falar do livro "A Pirâmide da Sabedoria?" Ele propõe uma reflexão bastante atual e necessária sobre como estamos lidando com o conhecimento em tempos de hiperconectividade. A ideia central do autor é que, assim como nosso corpo precisa de uma dieta equilibrada para funcionar bem, nossa mente também precisa de uma "dieta da informação" saudável — e é aí que entra a imagem da pirâmide...

No topo da pirâmide está a sabedoria, que é o objetivo final. Mas, para chegar até ela, precisamos passar por outras etapas: dados, informação, conhecimento e entendimento. Em tempos como os de hoje, em que somos bombardeados constantemente por notificações, manchetes e conteúdos superficiais nas redes sociais, a base dessa pirâmide acaba ficando comprometida. Consumimos muita informação, mas raramente a processamos de forma profunda.

Este livro nos convida a refletir sobre a qualidade daquilo que absorvemos. Será que estamos realmente formando conhecimento ou apenas reagindo a estímulos? O uso excessivo do celular, por exemplo, nos mantém em um estado de dispersão constante, dificultando o foco, a reflexão e até mesmo o senso crítico. É como se estivéssemos construindo uma casa em cima de areia movediça — muita coisa entrando, mas quase nada se fixando.

O bacana, é que o autor propõe um retorno às fontes mais sólidas de sabedoria, como a leitura atenta de bons livros, o cultivo do silêncio, a contemplação, e o diálogo com ideias profundas — coisas que exigem tempo, atenção e disposição interior, justamente o oposto do que a lógica da velocidade digital tem promovido.

Li poucos meses atrás e com toda certeza, o livro por si só, não é um manifesto contra a tecnologia, mas sim um chamado para que possamos usá-la de forma mais consciente. Ele nos lembra que, para viver com propósito e clareza, precisamos nutrir a mente com o que realmente importa — e isso não se encontra num feed que se atualiza infinitamente...

Não creio que seja exatamente o celular o causador de todos esses males, alguns sim mas outros não. O maior problema é a internet, ela que causa o vício e o uso contínuo do celular. Retire a internet e verá que a vontade de mecher no celular cairá drasticamente. Mas ambos são necessários hoje em dia pois o celular é uma ferramenta, o problema é o excesso no tempo de uso da ferramenta e o uso fútil da internet. Se as pessoas usassem o celular com consciência de que ele é apenas uma ferramenta, sabendo que existe um mundo físico e real em sua volta e que esse mundo precisa ser cuidado todos os dias, não haveria problemas relacionados ao uso do celular. Bom, esse é o meu ponto de vista.

Temos que reaprender a desacelerar nessa era de conteúdos rápidos, efêmeros e viciantes. Principalmente ler, refletir, meditar, escrever e dialogar mais lentamente, de forma mais completa e profunda.

O tédio deve ser um aliado, não um inimigo para evitar a todo custo a cada instante.