Acho que o Debian é a distro que eu procurava e pretendo usar até onde a vida permitir, o resto eu vou testar em uma VM ou colocar no pendrive.

Talvez eu coloque um windows 10 no meu outro hd, caso eu ache um emprego home office, mas por enquanto esse hd está em exFAT e serve como um backup, caso eu precise reformatar o sistema sem perder nada que é meu.

Tudo que eu uso funciona aqui, até pra jogos modernos (como o The finals), mas tem que configurar o sistema antes, mesmo com interface gráfica disponível na instalação, ele vem seco e pode ser que ele não reconheça algum driver ou pacote sem ajustes no terminal (e eu prefiro o uso do terminal pra resolver essas pendências).

Também é uma das poucas distros onde eu não precisei pegar o monitor de alguém ou fazer uma modificação drástica pra instalar, o debian reconhece o meu monitor jurássico sem problemas.

Ele também tem versões oficiais pra várias interfaces gráficas, como o kde + wayland, gnome e xfce (mesmo que não tenha gerenciadores de janelas, como o sway ou i3). O que é uma baita vantagem pra mim, que por uns dias tentei usar o kde com wayland no linux mint, o que é problemático e instável por falta de suporte oficial.

O debian não é recomendado pra quem quer um sistema onde tudo é intuitivo e prático, seria melhor o cinnamon do linux mint ou o cosmic do pop os, talvez com zorin, mas eu não gostei muito.

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E a vantagem mais obvia: estabilidade forte.

Lembrando que o nome das versões é enganoso. O stable é recomendado para servidores. Para uso doméstico o testing além de muito estável é sempre atualizado.

Sobre o i3, ele está nos repositórios oficiais

Depois do appimage e flatpak, debian perdeu sua maior fragilidade, que era a defasagem das aplicações de usuário.

Uso o stable.