Em resumo: a justiça considerou que não houve nenhuma ilegalidade na prisão, que o exército agiu baseado num simples equívoco, mas que isso não faz com que seja ilegal, por tanto o soldado não teria do que ser reparado na visão da justiça estatal. Em outras palavras: o Estado declara que se equívocou mas que não violou nenhuma lei do Estado, assim o Estado declara que o servo estatal não sofreu nenhuma injustiça para que seja compensado. Baseado nesse entendimento o Estado pode tomar qualquer atitude errada e apenas interpretá-la como um equívoco que não violou nenhuma de suas leis.