Para de ser gay, porcaria de nascionalismo inútil, quer ganhar um biscoito?
Ultimamente estou treinando para aportuguesar os termos estrangeiros, para que vire hábito deixar de falar "portinglês", afinal vivemos no Brasil.
Quando falo "lightning", "blockchain", "email", "wallet", etc, e o resto da mensagem é em português, parece que estou cantando aquela música "1406" dos Mamonas Assassinas: "Money, que é good nós não have, se nós havasse nós não tava aqui workando".
Então daqui em diante é "relâmpago", "cadeia de blocos", "correio eletrônico" e "carteira", com exceção de substantivos próprios como "Bitcoin", "Ethereum", pois seria esquisito, embora usual, chamar "Peter Turguniev" de "Pedro Turguniev", só para radicalizar.
https://paste.yeswiki.net/?51c8b79e84af3fc1#3PV9onK7LfgwKMhqEc7Qjej4uBj791CMNykJ64K9EvPF
Discussion
Obrigado, não é nada pessoal, mas eu sempre recuso biscoitos (cookies).
https://paste.yeswiki.net/?d2a3c22f61a3b139#2WRChy2GYwWviiYiXXhJF1uooXLkHd8VG3hjwHBBz5aH
Você aí precisou do termo em inglês para definir o termo em inglês, mostrando que os termos em português não são suficientes ou cômodos para definir certas coisas.
Observe também que os termos em inglês ampliam o nosso vocabulário e não necessariamente os substitui, como: Biscoitos e cookies, rato e mouse, raio/relâmpago e lightning, etc...
Fora que se observarmos bem, o mundo todo usa o sistema de numeração indo-arábico, palavras em inglês, termos científicos e literários em latim, e etc. Não existe isso de eliminar influências.
Falei antes, em um post aqui no Nostr, que estamos em um processo peocupante de homogeneização cultural em torno de pouquíssimos produtos, costumes, culturas e etc, mas não discordo do acréscimo cultural, inclusive de saber e usar mais de uma língua e do processo de globalização (processo natural de interconexão), discordo do globalismo (agendas e práticas coercitivente centralizadoras).
"Cookies" era só para garantir o efeito cômico da resposta aos lerdos.
Engraçado que até uso rede "relâmpago", mas "rato", não me imagino usando, em Portugal eles até usam. Também não adianta usar "apontador", que todos vão pensar logo naquele objeto de apontar lápis.