Vou tentar argumentar como se Deus não existisse:
Todo homem tem um vazio enorme, uma necessidade de transcedência.
Você pode colocar como sua referência, um "amigo imaginário" como dizem os ateus, que é um ser sinistro, infinitamente bom, poderoso, inteligente, etc, e "mirar alto", no sentido de tentar se santificar, se tornar melhor. Ou então colocar um deus "governo" um deus "ciência", deus qualquer coisa no lugar.
Com pouco mais de meia dúzia de neurônios, se percebe que não é nem vantajoso ser ateu. No mínimo tudo fica fora de ordem. E olha que o que falei é um argumento fraco de um leigo, tem bons teólogos e padres que destroem os arjumentos dos ateus usando só a razão.