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Alfa
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Posso não saber o que fazer, mas meus olhos estarão firmados na tua cruz! ✝️ PGP: 6045 8d6c 6969 cb7c 1ea5 4e1f b064 403d 99e3 659d

Com certeza o problema é o governo!

Viva uma vida fora do Estado, não dependa dele para nada, procure formas de conseguir suas coisas na sua comunidade.

Tá errado não, não é obrigação de entregador levar até a porta não, quem comprou que desça para pegar. Isso é até uma questão de segurança para os moradores do condomínio.

A toalha, uhum… sei… 😉😂

Replying to Avatar Mundo das CPUs

Olá a todos! Hoje eu quero discorrer sobre o ÁGIO que muita gente torce o nariz quando vai comprar com o verdadeiro P2P (aquele que não reporta coisa alguma)!

Eu costumo dizer que o ÁGIO é o preço da privacidade! Esse é o preço que se paga onde quem corre o risco para o comprador é o vendedor P2P.

Um P2P que se importa com a privacidade dos seus clientes. Tem nó próprio (node), tanto para fazer transações onchain quando em Lightning Network em rede TOR. Ele também se preocupa com a privacidade em adquirir os satoshis para vender posteriormente e vários P2P’s têm métodos de conseguir esses satoshis, correndo o risco com real, dólar, euro ou mesmo nas stablecoins ou shitcoins".

Um verdadeiro bitcoiner não se importa em pagar um ÁGIO dentro da unidade em percentagem, pois ele sabe o Bitcoin pode subir num único dia 5%, 6% ou mais! E no longo prazo então! Em 10 anos subiu 7.800%, risos! O ágio pago no passado faz apenas cócegas! E ainda, de facto, ele vai ter seus Bitcoins de forma privada, pois o verdadeiro P2P não pede “dados” ao comprador!

Outra coisa importante. Um P2P honesto, dentro da ética libertária, faz a coisa da forma certa e só trabalha para vender BTC. Ele tem de calcular todo o risco e colocar na conta do ÁGIO o seu trabalho! Sim, nem relógio trabalha de graça!

Além disso, pode até ajudar alguém a trocar sua shitcoin por BTC, mas nunca o inverso, pois um P2P honesto sabe que o verdadeiro dinheiro é o BTC! Shitcoins estão com os dias contados. Não tem demanda e cada vez mais as CEX estão a exigir documentação KYC. Algumas shitcoins só tem naquela CEX e inevitavelmente o zero fica cada vez mais próximo, completamente diferente do BTC, onde a demanda só cresce e está em todos os lugares!

Um bom-dia a todos.

O ágio é o preço de não usar a praticidade e comodidade para se manter privado.

Que lindo de ver, principalmente a parte de colocar Deus na frente e cuidar da família. É por amar a família que nós dispomos a dor de evitar produtos e serviços como o Google que são sim muito mais práticos e cômodos, ou comprar um alimento já pronto e fazer nossa própria comida.

Replying to Avatar Alex Emidio

https://youtu.be/Z3f-M43DiD4

"Revolution OS" é um documentário fascinante que explora a filosofia do software livre, o surgimento do GNU/Linux, a cultura hacker e as críticas à empresa Microsoft. O filme adota um formato jornalístico e narra a história empolgante da explosão do Linux durante a bolha da internet nos anos 90.

Apresentando depoimentos das maiores figuras do software livre e do código aberto, como Richard Stallman, Linus Torvalds, Eric Raymond, Bruce Perens e outros, o documentário convence qualquer pessoa a se aventurar nos sistemas operacionais livres. Sua filosofia de compartilhamento, liberdade e comunidade resgata ideais que pareciam esquecidos após duas décadas de individualismo yuppie e neoliberalismo.

O filme inclui entrevistas com personalidades da comunidade de código aberto, como Bruce Perens, autor da definição de código aberto; Linus Torvalds, criador e desenvolvedor do kernel Linux; Eric Raymond, autor do livro "The Cathedral and the Bazaar"; e Richard Stallman, filósofo responsável pela FSF (Free Software Foundation) e fundador do Projeto GNU.

A ideia de comunidade é fundamental nessa história, originada nos grupos hackers que estudavam e programavam em universidades. Esses grupos compartilhavam informações e modificavam o software para que ele pudesse ser utilizado por qualquer pessoa.

Um dos grupos pioneiros nessa ideia de comunidade foi o Homebrew Computer Club, que reunia hobbyistas que construíam computadores no Silicon Valley. Dessa comunidade surgiram hackers e empreendedores de destaque, incluindo os fundadores da Apple.

No entanto, a carta de Bill Gates defendendo a proteção do software como propriedade não acabou com a comunidade do Homebrew. Os membros do clube viam o software proprietário como uma restrição ao acesso ao código-fonte, limitando os programadores e usuários em sua capacidade de pensar.

Apesar disso, a colaboração entre programadores impediu que a cultura e a comunidade morressem, e logo surgiram novos projetos e ideias.

Richard Stallman, o pai do movimento do software livre e um renomado filósofo, começou a refletir sobre os problemas éticos dos softwares proprietários nos anos 70. Ele e sua equipe começaram a desenvolver o sistema operacional GNU em 1984, com o objetivo de criar um sistema baseado em Unix totalmente livre, no qual as pessoas pudessem cooperar livremente. No entanto, faltava o kernel, e o desenvolvimento do GNU HURD, escolhido inicialmente, encontrou dificuldades.

Foi então que Linus Torvalds, um jovem programador, criou o kernel do GNU/Linux, que desempenha um papel fundamental na operação dos computadores. O GNU/Linux começou a ganhar destaque e a ser amplamente utilizado em servidores, desafiando a dominância da Microsoft. A comunidade GNU/Linux continua a crescer.

O documentário explora como o trabalho com software livre é uma experiência prazerosa para todos. A liberdade proporcionada pelo software livre é uma filosofia que transcende a mera questão técnica. Ela afeta campos políticos e éticos, garantindo aos usuários a liberdade de compartilhar, copiar, modificar e distribuir os softwares que utilizam. Essa liberdade não pode ser negada a ninguém.

À medida que a ideia se espalhou, muitas empresas começaram a adotar o GNU/Linux e o Unix em seus servidores e desktops, tornando o sistema operacional uma alternativa ao amplamente utilizado Microsoft Windows. Assim, começou a batalha entre GNU/Linux e Microsoft.

O documentário também aborda as diferentes licenças no mundo do software livre. Ao utilizar ou desenvolver um software livre, é crucial analisar cuidadosamente os termos da licença para saber o que é permitido ou não, independentemente de o software ser livre ou proprietário.

A licença mais comum para aplicativos de código aberto é a GPL (General Public License). O GNU/Linux, por exemplo, é licenciado sob a GPL. Essa licença permite total liberdade de modificar, utilizar, copiar e distribuir o software, mas também impõe certas exigências e restrições, principalmente para quem deseja modificar o software.

Outras licenças relevantes mencionadas no documentário incluem a LGPL, que possui características semelhantes à GPL, mas é voltada especificamente para bibliotecas, e a licença BSD, originada do Unix BSD e similar à LGPL, porém sem restrições exclusivas a bibliotecas.

Agora, cabe a você, meu amigo, escolher em qual lado deseja estar. Espero que se sinta motivado a abandonar seus conhecimentos convencionais sobre computadores e esteja disposto a aprender tudo de novo. Existe um universo hacker esperando por você, onde você pode modificar sistemas e melhorar as coisas, libertando pessoas e mentes que estão atualmente privadas de acesso à informação e impedidas de pensar e resolver problemas.

Portanto, anime-se a fazer parte dessa comunidade de software livre e código aberto, e ajude a construir um mundo mais aberto, colaborativo e livre.

Excelente recomendação essa.

A história é escrita por quem está no poder e controla a população quem escreve a história. Por isso políticos estão fazendo de tudo para regulamentar a internet. Mas o #Nostr corrigi isso da mesma forma que o #Bitcoin corrigi o dinheiro.