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Dhay 🏴‍☠️
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Replying to ENSA defasada

# Crer que a vida na Terra tem apenas 6 mil anos é estupidez?

#curiosidades #Bíblia #bíblico #Cristianismo #cristão #criacionismo #apologética #Brasil #português

É comum artigos científicos de paleontologia apresentarem dados de seres que alegam ter vivido há milhões de anos atrás. Também existem árvores anciãs avaliadas em mais de seis mil anos de idade. Como o relato bíblico literal da criação, importante até para a coerência do evangelho, poderia ser levado a sério nesse contexto? A ideia da primeira vida ter surgido há seis mil anos é realmente estúpida?

### O cálculo bíblico

Antes de entrar no tema, seria importante separar a idade da terra (ou do Universo) do início da vida porque a Bíblia dá margem à interpretação de que a Terra havia sido criada anteriormente à semana de criação, deixada incompleta, ou seja, sem forma e vazia, com abismos e água por um tempo indefinido antes de finalizá-la. Esse intervalo pode ter sido de bilhões de anos. Particularmente sou adepto dessa interpretação, por vários motivos: (1) a semana da criação não relata a criação dos seres celestiais, do trono de Deus no Céu, (2) Deus diz que os anjos estavam cantando enquanto Deus criava, (3) é mencionado um período posterior de caos, depois da volta de Jesus, e que Deus recriará a terra do ponto onde começou na semana da criação.

Tratando sobre a vida na Terra, a Bíblia é explícita em dizer que são aproximadamente seis mil anos. Se a vegetação, seres aquáticos, aves, animais terrestres e o homem foram criados em quatro dias quase consecutivos de uma mesma semana literal e calculando as genealogias desde Adão chegamos a um número aproximado de seis mil anos, a visão bíblica exclui qualquer manifestação da vida anterior à esse tempo. Será que a ciência refutou um dos principais pilares da fé judaico - cristã?

Como pode haver uma árvore com mais de 9 mil anos de idade? Ela existia antes da semana da criação sem luz? Na verdade, precisam lembrar que Deus criou espécies adultas entre os animais, por exemplo, Adão era um recém-criado de alguns minutos de vida e deveria ter uma constituição biológica de mais que 20 anos, provavelmente trinta, a idade que Jesus começou Seu ministério messiânico como "segundo Adão". O relato bíblico diz que as árvores também eram "adultas" e já era possível alimentar de seus frutos. Algumas árvores podem demorar centenas de anos para crescer. A árvore mais velha do mundo, a velha Tjikko, também é clonal, que gera novas raízes, tronco e galhos ao longo dos milênios, sua idade é presumida assim, mesmo que sua atual raiz, tronco e galhos não tenha mais de mil anos, as partes mais antigas estariam mortas. Será que quando Deus a criou como árvore adulta, por alguma razão, ela já não teria mais de três mil anos naquele dia?

O mesmo pode ser observado na astronomia: observamos galáxias jovens, que a luz que nos chega refere-se a pouco tempo do que se presume tenha sido o seu início, que são maduras, como se já tivessem aparecido "adultas". Isso intriga os astrônomos.

### Considerações ambientais

E os fósseis animais e vegetais? Há fósseis de milhões de anos! Mas será que eles estariam sendo corretamente interpretados?

Um evento de proporções gigantescas, como o dilúvio poderia produzir petróleo através de cadáveres de menos de quatro mil anos? Cremos nessa possibilidade e também na de que o contato dos cadáveres com áreas geológicas mais antigas do planeta tenham afetado a datação de alguma maneira.

Em apenas cem dias, Deus separou os continentes todos que antes eram apenas um único (pangeia), imagine tudo o que pode ter ocorrido com os seres que morreram...

Outras coisas precisam ser consideradas. É muito difícil que tenha havido vida na Terra há mais de quarenta mil anos atrás, pois o campo magnético da terra era tão intenso que a inviabilizaria. Se a terra esteve sempre perdendo a mesma quantidade de campo magnético que tem perdido atualmente, milhões de anos atrás, seu campo magnético era semelhante ao do Sol e não haveria condições de vida até cerca de quarenta mol anos atrás. Se isso for verdadeiro, precisaríamos redatar os fósseis, considerando que algo realmente impactou nessa adulteração da datação.

### Considerações históricas

Não há nada conclusivo da história humana há mais de seis mil anos atrás. A dinastia mais antiga dos faraós data de cinco mil e duzentos anos atrás, antes disso, só havia lendas de reinado de deuses.

Os registro de pinturas em cavernas são estimados em milhares de anos, mas podem ter origem mais recente. Analisando-as podemos perceber que os artistas não teriam noções básicas de proporção entre os objetos retratados, também os colocam em níveis bem diferentes como se flutuassem. Parece não haver quem realmente fosse um bom artista, o que era realmente estranho. Há registros antigos da Bíblia e fora dela que diziam que as pessoas que padeciam de transtornos mentais eram expulsas de casa e moravam nas cavernas, onde manifestavam sua percepção da realidade e suas atividades diárias dessa maneira.

Obviamente a ausência de historicidade anterior à seis mil anos não é conclusiva, visto que trata-se de período pré-histórico (antes da escrita) e muitos escritos perderam-se com o tempo. Mas não parece igualmente estranho afirmar historicidade onde não existe?

### Observação

Este é um parecer particular e estou falando de uma área que não é a minha, sou da nutrição e não astrônomo, físico, geólogo, paleontólogo, arqueólogo, historiador e nem mesmo teólogo. Para saber mais detalhes sobre esses temas de uma cosmovisão cristã, sugiro pesquisar o trabalho de Adauto Lourenço, Rodrigo Silva, Nahor Neves, Michelson Borges, Orlando Ritter e Vanderlei Dorneles.

Mas tipo, Deus teria criado o mundo há 6 mil anos, porém com praticamente as mesmas características de um mundo de bilhões de anos?

Parece algo bem doido para ser honesto.

Imagina acreditar nesse réptil

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Bem... Boa noite aos Aventurados.

Ultimamente, no NOSTR, tem dado as caras alguns npubs novos, o que é muito bom.

No entanto, por virem de um modelo de rede social arcaico e nefasto e devido a semelhante aparência dos clientes NOSTR com os aplicativos de rede-social, podem acabar tendo a impressão errônea do funcionamento interno do protocolo NOSTR e dessa forma utilizá-lo sem as precauções corretas. Dito isso, é preciso reconhecer que o NOSTR é algo novo e diferente e que é preciso se educar sobre esses novos conceitos.

Sei que é questão de tempo até todo mundo se familiarizar com a nova ferramenta, contudo, ainda sim, quero deixar uma listinha aqui com dicas simples que podem estar ajudando a livrar alguém de futuros possíveis problemas.

1. Rede social e protocolos não são as mesma coisas.

2 Não se apegue a seu nsec; não crie valor sentimental por ele. Você pode sim fazer isso, mas não recomendaria. Recomendo estar sempre pronto para abandonar completamente seu nsec, sem o sentimento de que você perdeu algo muito importante.

3 Uma vez a nsec comprometida (perda ou vazamento), não tem volta. Aqui não existe suporte, não existe atendimento ao cliente, não existe recuperação de senha. Perdeu nsec? Já era. Já foi. Alguém roubou seu nsec? Já era, já foi. O intruso poderá fazer o que quiser com seu nsec, para sempre.

4 Todo npub é estranho e malfeitor até que se prove o contrário. É muito fácil e rápido criar um npub novo, portanto toda conta por padrão é fake e maligna, pode existir alguém com mais de um npub em todo lugar que você estiver, se comportando como se fosse pessoas diferentes.

5 Número de seguidores não significa nada aqui. É possível gerar milhares de nsec em questão de minutos. Curtidas idem, aqui não existe. É chamado de reação mas também não serve para nada. É fácil ter 1 milhão de curtidas no nostr.

Por enquanto é isso. Posso ter esquecido alguma coisa, mas em resumo acredito que seja isso.

Na verdade, isso mostra porque é importante ter o devido cuidado com a nsec para evitar que agente maliciosos tenham acesso a ela. Alguém tomar a sua identidade no Nostr pode ser um desastre.

Nostr actually feels like what the Internet is supposed to be.

Because it is in no one's control and in everyone's control.

Débora do Olá Bocos fez lives importantíssimas sobre o nosso sistema de educação (e o que podemos fazer quanto a isso)

https://www.youtube.com/live/_97ELaJkivI

https://youtu.be/IR2NrpXJDxw

Precisamos separa a educação do estado e estabelecer nosso próprio sistema de educação agorista para a próxima geração. Acredito que isso é um ótimo começo.

Replying to 21823843...

nostr has no global source of truth, and that is a good thing

Out of interest, I follow the progress of a lot of other projects similar to nostr, and a couple links surfaced today:

BlueSky has a big "firehose" connection that streams all updates (new posts, reactions, etc) to subscribers. Unsurprisingly, this is difficult to process except on beefy servers with lots of bandwidth. So, one proposed solution is to strip out all that pesky cryptography (signatures, merkle tree data, etc): https://jazco.dev/2024/09/24/jetstream/

And over on Farcaster, keeping their hubs in sync is too difficult, so they want to make all posts globally sequenced, like a blockchain. The details are still being worked out, but I think it's safe to assume there will be a privileged global sequencer who decides on this ordering (and possibly which posts are included at all): https://github.com/farcasterxyz/protocol/discussions/193

In my opinion, both of these issues are symptoms of an underlying errant philosophy. These projects both want there to be a global source of truth: A single place you can go to guarantee you're seeing all the posts on a thread, from a particular user, etc. On BlueSky that is https://bluesky.app and on Farcaster that is https://warpcast.com .

Advocates of each of these projects of course would dispute this, pointing out that you could always self-host, or somehow avoid depending on their semi-official infrastructure, but the truth is that if you're not on bluesky.app or warpcast.com, you don't exist, and nobody cares that you don't exist.

nostr has eschewed the concept of global source of truth. You can't necessarily be sure you are seeing everything. Conversations may sometimes get fragmented, posts may disappear, and there may be the occasional bout of confusion and chaos. There is no official or semi-official nostr website, app, or relay, and this is a good thing. It means we are actually building a decentralised protocol, not just acting out decentralisation theatre, or pretending we'll get there eventually and that the ends justify the means.

Back when computers were primitive and professional data-centres didn't exist, it was impossible to build mega-apps like Twitter. Protocols had to be decentralised by default -- there was simply no other way. We can learn a lot by looking back to protocols of yesteryear, like Usenet and IRC, and still-popular protocols like email and HTTP. None of these assume global sources of truth, and they are stronger and better for it, as is nostr.

Decentralized ends require decentralized means.