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Petra Veritatis
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catholic sedevacantista

Cada dia que passa o cerco vai se fechando para os ditos "cristãos" que ainda acreditam em moral judaico cristã. 😅

Terça-Feira -- Última ceia de

Jesus Cristo com os seus discípulos.

Vespere autem facto, discumbebat (Iesus) cum discipulis suis – “Chegada,

pois, a tarde, pôs-se (Jesus) à mesa com os seus discípulos” (Mt 26, 20)

Sumário.

Imaginemos ver Jesus Cristo que, sentado à mesa com os

discípulos, come o Cordeiro Pascal, figura do sacrifício d’Ele mesmo, que

no dia seguinte seria oferecido sobre o altar da Cruz. Imaginemos vê-Lo

também no momento de prostrar-Se diante dos Apóstolos e de Judas para

lhes lavar os pés. Vendo um Deus que Se humilha a tal ponto por nosso

amor, ficaremos sempre tão orgulhosos, que não sabemos suportar uma

palavra de desprezo, a mais leve falta de atenção?

I. Sabendo Jesus que era chegada a hora de sua morte, em que devia

partir deste mundo, como até então tinha amado os homens com amor

excessivo, quis naquela hora dar-lhes as últimas e maiores demonstrações

de seu amor. Vede-O, como sentado à mesa e todo inflamado de amor, Se

volta para os seus discípulos e lhes diz: Desiderio desideravi hoc Pascha

manducare vobiscum (1) — “Tenho desejado ansiosamente comer

convosco esta Páscoa”. Discípulos meus (e o mesmo disse Jesus então a

todos nós), sabei que em toda a minha vida não tive outro desejo senão o

de celebrar convosco esta Última Ceia; porquanto logo em seguida irei

sacrificar-Me pela vossa salvação.

Portanto, ó meu Jesus, tendes tão vivo desejo de dar a vida por nós, as

vossas miseráveis criaturas? Ah! Esse vosso desejo, como não deve excitar

em nossos corações o desejo de padecer e morrer por vosso amor, visto

que por nosso amor desejais tão ansiosamente padecer e morrer! Ó

amado Redentor, fazei-nos saber o que quereis de nós; queremos

agradar-Vos em tudo. Queremos dar-Vos gosto para respondermos ao

menos um pouco ao grande amor que nos tendes.

Entretanto é posto na mesa o cordeiro pascal, figura de nosso Salvador

mesmo. Assim como aquele cordeiro foi consumido na Última Ceia, assim

o mundo veria no dia seguinte o Cordeiro divino, Jesus Cristo, consumido

de dores sobre o altar da Cruz.

Itaque cum recubuisset ille (Ioannes) supra pectus Iesu — “Tendo-se ele

(João) reclinado sobre o peito de Jesus” (2). Ó feliz de vós, João, discípulo

predileto, que reclinando a cabeça sobre o peito de Jesus,

compreendestes a ternura do Coração do nosso amante Redentor para

com as almas que O amam! — Ah! Meu dulcíssimo Senhor, que repetidas

vezes me favorecestes com tão grande graça! Sim, pois que eu também

compreendi a ternura do vosso afeto para comigo cada vez que me

consolastes com luzes celestes e doçuras espirituais. Mas, não obstante

isso, Vos fui infiel! Suplico-Vos que não me deixeis mais viver tão ingrato

para com a vossa bondade! Quero ser todo vosso: aceitai-me e socorrei-

me.

II. Deinde mittit (Iesus) aquam in pelvim, et coepit lavare pedes

discipulorum (3) — “Depois (Jesus) deita água numa bacia e começa a

lavar os pés dos discípulos”. — Minha alma, contempla a teu Jesus que Se

levanta da mesa, depõe suas vestiduras e, tomando uma toalha branca, Se

cinge. Em seguida deitando água numa bacia, de joelhos diante de seus

discípulos, começa a lavar-lhes os pés. Eis, pois, que o Rei do mundo, o

Unigênito de Deus, Se humilha até lavar os pés a suas criaturas! Ó Anjos,

que dizeis a isso? Já teria sido um grande favor, se Jesus Cristo lhes

houvera permitido lavarem-Lhe com lágrimas os pés divinos, assim como

permitiu à Maria Madalena. Jesus, porém, quis prostrar-Se aos pés dos

seus servos, a fim de nos deixar no fim da sua vida este grande exemplo

de humildade, e mais esta grande prova do amor que tem aos homens.

E nós, ó Senhor, seremos sempre tão orgulhosos que não sofremos uma

palavra de desprezo, uma pequena falta de atenção, sem que logo

fiquemos ressentidos, e nos venha o pensamento de vingança? Todavia,

pelos nossos pecados temos merecido sermos calcados aos pés dos

demônios no inferno.

Ah, meu Jesus, reconheço que é um grande castigo de meus pecados o

terem-me feito soberbo, depois de me terem feito ingrato. Para o futuro

não será assim; pois que o vosso exemplo me fez as humilhações

sumamente amáveis. Prometo que de hoje em diante suportarei por

vosso amor qualquer injúria e afronta que me seja feita; mais, desejo e

peço ser humilhado conVosco. — Mas, ó Senhor, para que servem estes

meus propósitos sem o vosso auxílio para executá-los? Já que me quereis

salvo, ó meu Jesus desprezado, ajudai-me a suportar em paz todos os

desprezos que em minha vida tenha de receber. Concedei-me esta graça

pelo mérito dos opróbrios que sofrestes, e pelas dores de vossa e minha

querida Mãe Maria.

Os antigos na Europa costumavam contar histórias de que os judeus andavam envenenando as fontes de água potável das cidades.

Algumas histórias dão conta de que foi assim, que a peste surgiu, devido as ações de alguns judeus.

Mas claro, essas histórias sempre foram colocadas como mentiras para culpar o judeus sem motivos.

Ainda que alguns casos os próprios judeus dizem fazer isso.

😂

Santo Irineu de Lion, no século 2 da era cristã refuta uma heresia bem conhecida nos dias de hoje, que é também uma das teorias da conspiração mais propagadas na Internet em nossos dias.

Que é a tal historia dos nefilins, que se reproduziram com mulheres e geraram gigantes e seres híbridos.

quem ler a patristica, em especial a obra de Santo irineu de liao, "Contra as Heresias" vai tomar ciência de onde saiu essa história, e ainda de quebra vai perceber que as seitas protestante de hoje, apenas incorporaram heresias do passado em suas doutrinas, enquanto caluniaram a igreja católica por séculos.

um dos braços que ajudaram os ideais maçónicos avançar ao longo dos séculos.

Segunda-Feira - Conselho dos

Judeus e traição de Judas.

Expedit vobis, ut unus moriatur homo pro populo, et non tota gens pereat

– “Convém que morra um homem pelo povo e que não pereça toda a

nação” (Jo 11, 50)

Sumário.

Tendo os iníquos pontífices decretado a morte de Jesus Cristo,

tiveram grande satisfação ao ver que Judas, um dos discípulos, se oferecia

a traí-Lo e entregar-Lho nas mãos. O Senhor conhece perfeitamente a

felonia de Judas e todavia não deixa de tratá-lo como amigo na mesma

forma que d´antes; olha-o com benevolência, não recusa a sua companhia

e chega a prostrar-se-lhe aos pés para os lavar. Ó inefável benignidade!

Que belo exemplo para nós, se o quisermos aproveitar!

I. No mesmo tempo em que Jesus andava derramando graças e fazendo

milagres para benefício de todos, reúnem-se os primeiros personagens da

cidade de Jerusalém a fim de tramarem a morte do Autor da vida. Refere

São João que se ajuntaram os pontífices e os fariseus em conselho e

diziam: Que fazemos nós? Este homem faz muitos milagres; se o deixamos

assim livre, todos crerão nele. Mas um deles, por nome Caifás, respondeu que lhes convinha que um homem morresse pelo povo, e não perecesse a

nação toda. “E desde aquele dia”, diz o mesmo São João, “pensavam em

como haviam de o fazer morrer.” — Ah, Judeus! Não temais; vosso

Redentor não fugirá, porquanto veio à terra exatamente para morrer, e

pela sua morte livrar-vos a vós e a todos os homens da morte eterna.

Entretanto Judas apresenta-se aos pontífices e diz: Quid vultir mihi dare,

et ego vobis eum tradam? (1) — “Que me quereis dar, e eu vô-Lo

entregarei?” Oh! Que alegria deviam sentir os Judeus, pelo ódio que

devotavam a Jesus Cristo, ao verem que um dos seus discípulos o queria

trair e entregar-Lho nas mãos! Consideremos nisso o júbilo que, por assim

dizer, reina no inferno, quando uma alma, depois de servir a Jesus Cristo

por muitos anos, vem a traí-Lo por qualquer miserável bem ou vil

satisfação.

Mas, ó Judas, já que estás resolvido a vender o teu Deus, exige pelo

menos o preço que Ele vale. É um bem infinito, merecedor portanto de

um preço infinito. Porque, pois, concluis o negócio por trinta dinheiros? At

illi constituerunt ei triginta argenteos (2) — “E eles prometeram-lhe trinta

dinheiros de prata”. — Minha alma, deixa Judas, e fixa em ti mesma os

teus pensamentos. Dize-me, por que preço vendeste tu mesma tantas

vezes a graça divina ao demônio?

Ah, meu Jesus, quantas vezes Vos virei as costas, e a Vós preferi um

capricho, um empenho, um prazer passageiro e vil! Sabia que, pecando,

perdia a vossa amizade e voluntariamente a troquei por um nada. Tivesse

morrido antes de fazer-Vos tão grande ultraje! Ó meu Jesus, arrependo-

me de todo o coração e quisera morrer de dor.

II. Contemplemos agora a benignidade de Jesus Cristo, que, sabedor do

ajuste feito por Judas, contudo, vendo-o, não o repele de si, nem o olha

com maus olhos; admite-o em sua companhia, e ainda à sua mesa;

repreende-o pela sua traição com mo único intuito de chamá-lo à

resipiscência; e vendo-o obstinado, chega a prostrar-se diante dele e a

lavar-lhe os pés para desta arte o enternecer.

Ah, meu Jesus, é assim também que fizestes comigo. Eu Vos desprezei e

traí, e não me repelis; não deixais de olhar-me com amor, e me admitis à vossa mesa da santa comunhão. Meu amado Salvador, nada mais podeis fazer para me obrigar a Vos amar. E eu terei ânimo de continuar a

ofender-Vos e pagar-Vos com a minha ingratidão? Não, meu Deus, não

quero mais abusar da vossa misericórdia. Agradeço-Vos a luz com que me

iluminais e prometo que mudarei de vida. Vejo que já não me podeis

suportar mais tempo. Porque, pois, esperarei até que Vós mesmo me

mandeis ao inferno, ou me abandoneis em minha vida de perdição,

castigo este maior do que a própria morte?

Meu Jesus, eis que me prostro aos vossos pés. Peço-Vos perdão das

ofensas a que Vos fiz e rogo-Vos que me recebais em vossa graça. Quem

me dera poder recomeçar os anos passados; quisera empregá-los

unicamente em vosso serviço, ó Senhor meu. Os anos, porém, não voltam

mais; por piedade, fazei ao menos que empregue o que me resta de vida,

unicamente em amar-Vos e fazer que outros também Vos amem. — Ó

grande Mãe de Deus e minha Mãe Maria, socorrei-me com a vossa

intercessão, pedi a Jesus que me faça todo seu. Peço-vos esta graça pela

parte que tomastes na Paixão de vosso divino filho.

5o Domingo da Quaresma - Grande fruto que se tira da meditação da Paixão de Jesus Cristo.

Abraham, pater vester, exultavit, ut videret diem meum: vidit et gavisus

est – “Abraão, vosso pai, desejou ansiosamente ver o meu dia: ele o viu e

exultou de gozo” (Jo 8, 56)

Sumário.

Não é sem razão que Abraão e com ele os demais justos do

Antigo Testamento desejavam tão ansiosamente ver o dia do Senhor. Sim,

porque depois da vinda de Jesus Cristo, é impossível que uma alma crente

que medita nas dores e ignomínias que Ele sofreu por nosso amor, não se

abrase em amor e não se resolva firmemente a tornar-se santa. Se, pois,

queremos progredir no caminho de perfeição, meditemos a miúdo, e

especialmente nestes dias, na Paixão do Redentor, e meditando

afiguremo-nos que presenciamos os mistérios dolorosos.

I. Não é sem razão que o patriarca Abraão desejou ansiosamente ver o dia

do Senhor; e que, tendo tido a ventura de vê-lo por uma revelação divina,

ainda que em espírito somente, se alegrou em seu coração, como atesta o

Evangelho de hoje. Sim, porque o tempo que se seguiu à vinda de Jesus

Cristo, já não é mais tempo de temor, mas tempo de amor: Tempus tuum,

tempus amantium (1).

Na Lei antiga, antes da Encarnação do Verbo, podia o homem, por assim

dizer, duvidar se Deus o amava. Depois de O havermos visto, porém,

morrendo por nós, exangue e vilipendiado sobre um patíbulo infame, já

não podemos duvidar que Ele nos ame com toda a ternura. — Quem

poderá jamais compreender, que excesso de amor levou o Filho de Deus a

pagar a pena dos nossos pecados? E, todavia, isso é um ponto de fé:

Dilexit nos, et lavit nos in sanguine suo (2) — “Ele nos amou, lavou-nos em

seu sangue”. Ó misericórdia infinita! Ó amor infinito de Deus!

Mas porque é que tantos cristãos olham com indiferença para Jesus Cristo

crucificado? Que na Semana Santa assistem à comemoração da morte de

Jesus, mas sem algum sentimento de ternura e gratidão, como se não se

comemorasse um fato verdadeiro, ou não lhes dissesse respeito?

Não sabem, ou não creem, porventura, o que os santos Evangelhos dizem

acerca da Paixão de Jesus Cristo? Com certeza o creem, mas não refletem.

Entretanto, é impossível que uma alma crente, que medita nas dores e

ignomínias que Jesus Cristo padeceu por nosso amor, não se abrase de

amor para com Ele e não tome uma forte resolução de tornar-se santa, a

fim de não se mostrar ingrata para com Deus tão amante. Caritas Christi

urget nos (3) — “A caridade de Cristo nos constrange”.

II. Meu irmão, se queres sempre crescer em amor para com Deus e

progredir na perfeição, medita a miúdo na Paixão de Jesus Cristo,

conforme o conselho que te dá São Boaventura: Quotidie mediteris

Domini passionem. Especialmente nestes dias, que procedem a

comemoração da sua morte dolorosíssima, guiado pelos sagrados Evangelhos, contempla com olhos cristãos tudo que o Salvador sofreu nos

principais teatros de seu padecimento; isto é, no horto das oliveiras, na

cidade de Jerusalém e no monte Calvário.

Para que tires desta meditação o fruto mais abundante possível,

representa-te os sofrimentos de Jesus Cristo tão vivamente, que te pareça

veres diante dos olhos o Redentor tão maltratado, e sentires em ti mesmo

as chagas que n’Ele abriram as pontas dos espinhos e dos cravos, a

amargura do vinagre e fel, o pejo das ignomínias e dos desprezos: Hoc

enim sentite in vobis, quod et in Christo Iesu (4) — “Senti em vós o que

Jesus Cristo sentiu”. Ao passo que assim meditas, repete muitas vezes com

o Apóstolo: Tudo isso o Senhor tem feito e padecido por mim, para me

mostrar o seu amor e ganhar o meu: Dilexit me, et tradidit semetipsum

pro me (5) — “Ele me amou e se entregou por mim”. E não O amarei?

Sim, amo-Vos; † Jesus, meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas; e

porque Vos amo, pesa-me de Vos haver ofendido, e proponho antes

morrer do que Vos tornar a ofender. “Vos, ó Senhor onipotente, lançai

sobre mim um olhar benigno, para que por vossa proteção seja regido no

corpo e defendido na alma”. (6) † Doce Coração de Maria, sêde minha

salvação.

Sábado -- A Dor de Maria Santíssima em consentir na morte de Jesus.

Proprio Filio suo non pepercit, sed pro nobis omnibus tradidit illum – “Não

poupou a seu próprio Filho, mas entregou-o por nós todos” (Rm 8, 32)

Sumário.

Embora Maria Santíssima já tivesse consentido na morte de

Jesus Cristo, desde que aceitou a maternidade divina, quis todavia o Pai

Eterno, que ela renovasse o consentimento no tempo da Paixão, afim de

que, juntamente com a vida do Filho, fosse também sacrificado o coração

da Mãe.

Pelos merecimentos deste consentimento tão espontâneo como doloroso, a Santíssima Virgem foi feita Reparadora do gênero humano, e

credora de toda a nossa gratidão. Quantos, porém, lhe pagam com a

ingratidão mais monstruosa, renovando pelo pecado a paixão do Filho e as

dores da Mãe!

I. Ensina Santo Tomás que, conferindo a qualidade de mãe direitos

especiais sobre os filhos, parece conveniente que Jesus, inocente e sem

culpa própria merecedora de suplício, não fosse destinado à morte de cruz

sem que a Santíssima Virgem consentisse e o oferecesse

espontaneamente a morrer. Verdade é que Maria já dera o seu

consentimento quando foi escolhida para Mãe do Redentor. Quis, porém,

o Eterno Pai que ela o renovasse no tempo da Paixão, afim de que,

juntamente com o sacrifício da vida do Filho, fosse também sacrificado o

coração da Mãe.

A Bem-Aventurada Virgem, ao pensar no Filho amado, que em breve ia

perder, tinha os olhos sempre arrasados de lágrimas, e, como ela mesma

revelou à Santa Brígida, um suor frio corria-lhe pelo corpo, por causa do

temor do doloroso espetáculo que se avizinhava. Eis que, chegando

finalmente o dia destinado, veio Jesus e chorando se despediu da Mãe,

para ir morrer. Diz Cornélio a Lapide que, para compreendermos a dor que

Maria então sentiu, seria mister que compreendêssemos o amor que tal

Mãe tinha a tal Filho. Como, porém, poderemos fazer ideia disso?

Ah! os títulos unidos de serva e mãe, de filho e Deus acenderam no

coração da Virgem um incêndio composto de mil incêndios, de tal modo

que São Guilherme de Paris chega a dizer que Maria amou a Jesus Cristo

tanto, que uma pura criatura não seria quase capaz de amá-lo mais:

Quantum capere potuit hominis modus. No tempo da Paixão, todo este

incêndio de amor se converteu num mar de dor. Pelo que São Bernardino

disse: «Todos os sofrimentos do mundo, se fossem ajuntados, não

poderiam igualar à dor de Maria». Pobre Mãe! E nós não nos

compadeceremos dela?

II. Dizem os santos Padres que a Bem-Aventurada Virgem, pelos

merecimentos que adquiriu oferecendo a Deus o grande sacrifício da vida

de seu Filho, deve com razão ser chamada: Reparadora do gênero humano; restauradora das nossas misérias, Mãe de todos os fiéis cristãos,

nova Eva que nos gerou para a vida, dissemelhante da outra Eva que foi a

causa primeira da nossa perdição. ― Por isso o Bem-aventurado Alberto

Magno afirma que, assim como somos obrigados a Jesus Cristo pela

paixão a que se submeteu por nosso amor, somos obrigados igualmente a

Maria pelo martírio que na ocasião da morte do Filho quis sofrer

espontaneamente pela nossa salvação.

Infelizmente, porém, quantos cristãos, em vez de se mostrarem

agradecidos, pagam à nossa boa Mãe com a mais monstruosa ingratidão!

― Disto exatamente se queixou a mesma Santíssima Virgem com a Bem-

aventurada Colleta, franciscana. Aparecendo-lhe um dia e mostrando-lhe

Jesus Cristo, todo desfigurado pelas chagas: «Filha», disse-lhe, «eis aí

como os pecadores tratam continuamente a meu Filho, renovando-lhe a

morte e a mim as dores».

Ó minha bendita Mãe! é assim que os homens respondem ao amor que

lhes mostrastes, consentindo em que vosso Jesus morresse pela nossa

salvação. Ingratos como são, nem depois de o haverem crucificado,

deixam de persegui-lo com os seus pecados, e assim continuam também a

afligir-vos, ó grande Rainha dos Mártires. Eu também fui um daqueles

infelizes. Ah! minha Mãe dulcíssima, alcançai-me lágrimas para chorar

tamanha ingratidão. Pela dor que sentistes, quando vosso Filho se

despediu de vós para ir de encontro à morte, obtende-me a graça de

contemplar sempre com fruto os mistérios dolorosos da sua Paixão,

especialmente nestes dias em que a Igreja faz dela recordação especial.

Esta graça eu vo-la peço pelo amor do mesmo Jesus Cristo; de vós a

espero.

Can't believe this is real 😂😂😂

Bem-aventurado Simão de Trento

(festa litúrgica 24 de março)

Em 1475 na cidade de Trento, norte da Itália, na quinta-feira Santa, uma criança de pouco mais de dois anos desapareceu, causando preocupação e muita aflição nãos só aos pais do garoto como em toda comunidade tridentina.

Filho do casal Andre e Maria, Simão, nasceu aos 26 de novembro de 1472, família pobre viviam em um lugarejo próximo a Trento. Dias antes do desaparecimento do pequeno Simão, o Beato Bernardo da Feltre, franciscano itinerante, ao passar pelo local, previu um acontecimento que causaria muita dor na cidade.

Na noite de quinta-feira Santa, o menino Simão desapareceu. Sequestrado da porta da casa de seus pais e localizado na sexta-feira Santa de baixo da sinagoga local.

Logo identificaram os algozes do pequeno Simão, cerca de 15 judeus liderados por um de nome Samuel. Os malfeitores levaram a criança, a qual diziam que semelhava a um anjo devido a sua beleza e doçura, a sinagoga, amordaçada iniciaram o martírio da pequeno, cortando-lhe e arrancando pedaços de sua face e logo em seguida todos os presentes tirou pedaços do corpo de Simão, colhendo o seu sangue, tudo feito com ele vivo.

Não satisfeitos com a crueldade cometida, o líder, colocou Simão de pé, e mandando que um dos presentes mantivesse os braços do pequeno aberto, como o de Nosso Senhor na cruz, bradando "Como nossos pais trataram o CRISTO! Assim perece todos os inimigos!"pediu aos demais que furassem o corpo de pequeno Simão com agulhas ou com qualquer objeto disponível, o martírio durou pouco mais de uma hora, tendo ainda desferidos socos contra a pequena criança.

Terminando a tortura, os judeus pegaram o corpo do pequeno Simão e o colocaram em barris de vinho, imaginando que encobririam o seu diabólico crime.

Como todos vinham o sofrimento dos pais de Simão, saíram em busca da criança e ao ser delatado por crianças que viram judeus levarem Simão, o líder da sinagoga jugou o barril no rio que passava por baixo do local, e o próprio denunciou aos magistrados que viu algo que semelhava um corpo, preso por baixo da sinagoga.

Resgatando o corpo, pode-se ver a crueldade a que o pequeno foi submetido, tamanha a maldade testemunhada pelos ferimentos encontrados.

Presos, 17 judeus confessaram o sequestro, tortura e homicídio de Simão, dizendo que o motivo da horrenda morte seria para utilizar o sangue do pequeno na cozedura das suas matzas da páscoa judaica, 15 condenados a morte, entre eles Samuel o líder da comunidade e principal articulador da morte.

Em 1588 foi incluído no Martirológico Romano, com reconhecimento do Papa Sixto IV, citado pelo Papa Bento XIV no Livro I Capítulo XIV nº 4 no trabalho de canonização de santos e também na Bula Beatus Andreas de 22 de fevereiro de 1755, confirmando Simão como Santo. O Papa Gregório XIII reconheceu como mártir do ódio judeu contra o cristianismo, conforme também Clemente XIV.

Em 1965, para agradar os judeus, o Cardeal Montini, então Papa, suprimiu o culto de São Simão, seu relicário foi escondido e removido o culto do calendário. A história do Santo Simão de Trento passou a ser vista pelos pós-conciliares como lendas urbanas E anti-semitas.

Simão de Trento foi martirizado em 23 de março de 1475. Após uma investigação cuidadosa, a Igreja reconheceu a realidade do martírio do menino inocente. Em 1584 seu nome foi inscrito no Martirológio Romano com o título de santo por ordem do Papa Gregório XIII; em 1588 o Papa Sisto V concedeu a Missa e Ofício do Beato Simonino à diocese de Trento. A Bula Beatus Andreas de 22 de fevereiro de 1755 do Papa Bento XIV voltou a reconhecer o culto prestado a São Simonino afirmando que "foi cruelmente morto por ódio à fé", culto confirmado por inúmeros milagres. O povo de Trento venera seu pequeno santo padroeiro até os dias de hoje.

Sexta-Feira -- Comemoração do

preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus

Cristo.

Redemisti nos, Domine, in sanguine tuo… et fecisti nos Deo nostro regnum

– “Remiste-nos, Senhor, em teu sangue, e fizeste-nos reino para Deus” (Ap

5, 9)

Sumário.

O Senhor não se contentou com pagar pela sua morte a pena a

nós devida e anular com o seu sangue a sentença da nossa condenação

eterna; quis ainda, no sacramento da penitência, preparar-nos um banho

salutar de seu sangue, no qual pudéssemos, à vontade, lavar-nos das manchas do pecado. E nós não O amaremos de todo o coração?…

Tomemos o belo hábito de oferecer frequentemente este Sangue

preciosíssimo ao Eterno Pai, para obtermos todas as graças de que

precisamos.

I. O nosso amantíssimo Redentor não veio ao mundo para outro fim,

senão para salvar os pecadores. Por isso não se contentou com pagar pela

sua morte a pena a nós devida e anular com o seu sangue a sentença da

nossa eterna condenação (1); mas com o mesmo sangue quis ainda

preparar-nos um banho salutar para nos limparmos das manchas dos

nossos pecados: Dilexit nos, et lavit nos in sanguine suo (2) — “Ele nos

amou e lavou em seu sangue”. — E isso não somente uma vez, senão

quantas quisermos; porquanto, prevendo que, depois do Batismo,

tornaríamos a manchar-nos pelo pecado, estabeleceu, por meio do

sacramento da penitência, que aquele banho durasse até à consumação

dos séculos.

Pelo que o Apóstolo nos anima dizendo: Accessistis… ad mediatorem

Iesum, et sanguinis aspersionem, melius loquentem quam Abel (3) —

“Chegastes… ao mediador Jesus, e à aspersão do sangue, que fala melhor

que o de Abel”. Meus irmãos, assim parece dizer-nos, por mais pecadores

que sejais, não percais a coragem; pois tendes de tratar, não com um

mediador qualquer, mas com Jesus Cristo. Se o sangue dos bodes e dos

touros sacrificados tirava aos Hebreus as manchas corporais exteriores, a

fim de que pudessem ser admitidos aos ministérios sagrados; quanto mais

o sangue de Jesus Cristo, que por amor se ofereceu a pagar por nós, tirará

das nossas almas os pecados para podermos servir ao nosso Deus? (4)

Ah! Quanto melhor, conclui São Paulo, o sangue do Redentor implora por

nós a divina misericórdia, do que o sangue de Abel bradava por vingança

contra Caim! — É o que o Senhor mesmo disse também a Santa Maria

Madalena de Pazzi:

“A minha justiça converteu-se em clemência pela vingança tomada no

corpo inocente de Jesus Cristo. O sangue deste meu Filho não pede

vingança, como o sangue de Abel, mas somente misericórdia e piedade, e

à tal voz a minha justiça fica necessariamente aplacada. Este sangue liga me, por assim dizer, as mãos, de modo que não posso mais movê-las para

tomar vingança dos pecados, como antes tomavam.”

II. Como fruto da presente meditação nutramos uma terna devoção ao

sangue divino. Cada vez que meditares na Paixão de Jesus Cristo, chega-te

a Ele em espírito e pede-Lhe que te purpureie todo com o seu

preciosíssimo sangue. No tribunal da penitência, afigura-te ver no

Confessor a própria pessoa do Redentor, que na absolvição derrama sobre

ti o seu sangue; e quando fores comungar, imagina que chegas teus lábios

ao lado sagrado de Jesus. Sobretudo habitua-te a oferecer muitas vezes ao

Eterno Pai o sangue preciosíssimo de Jesus Cristo, em satisfação pelos

teus pecados, pelas necessidades da santa Igreja, pela conversão dos

pecadores e em sufrágio das almas do purgatório.

† “Ó Sangue preciosíssimo de vida eterna, mercê e resgate de todo o

universo, bebida e lavacro de nossas almas, que defendeis continuamente

a causa dos homens junto ao trono da suprema misericórdia, adoro-vos

profundamente, e quisera, quanto me é possível, desagravar-vos de todas

as injúrias e desprezos que continuais a receber da parte dos homens, e

particularmente daqueles que temerariamente se atrevem a blasfemar

contra vós. Quem não bendirá esse Sangue de infinito valor: quem não se

sentirá abrasado de amor a Jesus, que o derramou? Que seria de mim, se

não fora remido por esse Sangue divino? Quem vos fez correr até à última

gota das veias de meu Senhor? Ah! Foi certamente o amor. Ó amor

imenso que nos deu este bálsamo tão salutar! Ó bálsamo inestimável,

brotado da fonte de um amor imenso! Fazei, ah! Fazei que todos os

corações, todas as línguas vos louvem, exaltem e agradeçam agora e

sempre, até ao dia da eternidade.”

“E Vós, Eterno Pai, que destinastes para Redentor do mundo vosso Filho

unigênito e quisestes ser aplacado pelo seu sangue: suplico-Vos, concedei-

me que, enquanto estiver aqui na terra, eu venere solenemente esse

preço de nossa salvação, e seja por ele de tal modo livrado de todos os

males da vida presente, que mereça gozar eternamente os seus frutos no

céu.” (6) Fazei-o pelo amor do mesmo Jesus Cristo e de Maria Santíssima.

Uma excelente thread sobre o desenrolar da conspiração global rumo ao Governo mundial único.

https://twitter.com/Noticing777/status/1638589780303781909?s=20

The 27 Martyrs of Sahuayo.

Today, March 21, we commemorate the 96th Anniversary of the 27 Cristero martyrs who were brutally murdered in the atrium of the Santiago Apóstol parish in Sahuayo Michoacán and were murdered one by one without cause and with the luxury of cruelty with the aim of frighten the population by the federal government, but this was nothing more than an impressive testimony of faith and heroism for the people.

Finally their bodies were transferred in two carts to the pantheon and there they stayed in a common grave.

This happened on a Friday in Lent.

Publication from the wall of Alfredo Vega (FB)

Vanguardia de Vasallos de Cristo Rey

& shared by Guardia Nacional Cristera (FB)

¡VIVA CRISTO REY!

Segundo os protestantes, em especial os protestantes americanos e brasileiros, que são ambos altamente judaizados.

Israel é o lugar mais seguro do oriente médio para os cristãos. 😂😂😂

Leitura quase obrigatória para você iniciar a entender de onde se origina o supremacismo judaico contra os não-judeus.

E os motivos pelos quais os judeus se dedicam a arruinar sociedades inteiras através da usura e destruição da moral cristã.

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Terça-Feira -Da nobreza da

alma

Fili, in mansuetudine serva animam tuam, et da illi honorem secundum

meritum suum – “Filho, guarda a tua alma na mansidão, e dá-lhe honra segundo o seu merecimento” (Ecle 10, 31)

Sumário.

A nossa alma é, sem dúvida, mais preciosa do que todos os bens do mundo, não só pela sua nobre origem, senão também, e muito mais,

pelo preço do seu resgate e pela sublimidade do seu destino.

Por isso o demônio estima-a tão alto, que para se apoderar dela não descansa.

Ora dize-me: se o inimigo vela sempre para perder a nossa alma, como podemos nós ficar dormindo o sono da tibieza?

I. Devemos considerar bem que o negócio da nossa eterna salvação é um negócio das mais graves consequências, porque se trata da alma, e, tendo-se perdido esta, tudo está perdido. A alma, diz São João Crisóstomo, deve ser tida por nós como mais preciosa que todos os bens do mundo. E, para compreender esta verdade acrescenta São Eleutério, se não nos basta

saber que Deus a criou à sua imagem e semelhança, seja-nos ao menos

suficiente saber que Jesus Cristo pagou um preço de valor infinito para

remir a alma da escravidão do demônio: Si non credis Creatori, interroga

Redemptorem — “Se não acreditas no Criador, interroga ao Redentor”.

Assim é: para salvar nossas almas, o próprio Deus sacrificou seu Filho à

morte; e o Verbo eterno não duvidou resgata-las a troco de seu sangue.

Empti enim estis pretio magno (1) — “Fostes comprados por alto preço”.

Pelo que um santo Padre, considerando o preço do resgate humano,

chega a dizer: Parece que o homem vale tanto como Deus. — Tinha muita

razão São Filipe Neri de tratar pela salvação da alma. Se tem tamanho

valor a nossa alma, que bens do mundo poderemos dar em troca, se

viermos a perdê-la? Quam dabit homo commutationem pro anima sua?

(2) — “Que dará o homem em troca da sua alma?”

Se houvesse na terra homens mortais e outros imortais, e se os mortais

vissem os imortais preocupados com as coisas do mundo, procurando

granjear honras, bens e prazeres mundanos, dir-lhes-iam sem dúvida:

Quanto sois insensatos! Podeis adquirir bens eternos e pensais nessas

coisas miseráveis e passageiras? E é por elas que vos condenais a penas

eternas na outra vida? Deixai esses bens terrestres para aqueles que,

como nós, tudo vem acabar com a morte. Mas não! Todos somos imortais.

Como é então que tantas pessoas perdem a alma em troca das miseráveis

satisfações deste mundo?

II. Devemos de hoje em diante empregar toda a diligência na salvação da

nossa alma, e por isso devemos fugir das ocasiões perigosas, resistir às

tentações e frequentar os sacramentos. Vede, diz Santo Agostinho; o

demônio estima tanto uma alma, que para se apoderar dela, não dorme,

mas anda continuamente ao redor de nós buscando perdê-la. Ora, se o

inimigo vela sempre para a nossa perdição, havemos de ficar dormindo o

sono da tibieza? Vigilat hostis, dormis tu?

Ah, meu Deus! De que serviram os longos anos que me haveis dado para

adquirir a salvação eterna? Vós, ó Redentor meu, resgatastes a minha

alma à custa do vosso sangue e ma destes para trabalhar pela sua salvação, e eu não trabalhei senão para perdê-la, ofendendo-Vos a Vós,

que tanto me haveis amado. Agradeço-Vos o tempo que ainda me

concedeis para reparar tão grande perda. Perdi a alma e a vossa amável

graça!

Senhor, arrependo-me e sinto-o de todo o coração. Ah, perdoai-me, pois

que d’oravante estou resolvido a perder todos os bens, incluindo a vida,

antes que perder a vossa amizade. Amo-Vos sobre todas as coisas e tenho

a firme vontade de Vos amar sempre, ó Bem supremo, digno de todo o

amor. Ajudai-me, ó meu Jesus, a fim de que esta resolução não seja

semelhante às outras que formei no passado e que foram outras tantas

infidelidades. Deixai-me antes morrer do que tornar a ofender-Vos e

deixar de Vos amar.

— Ó Maria, esperança minha, salvai-me, obtendo-me a santa

perseverança.

Thanks for the sats #[2] god bless you.

Trecho do Livro "O Liberalismo é pecado" do padre Felix sarda y salvany.

A visão católica das ideias liberais de acordo com o magistério da igreja.