Cada dia que passa o cerco vai se fechando para os ditos "cristãos" que ainda acreditam em moral judaico cristã. 😅

Terça-Feira -- Última ceia de
Jesus Cristo com os seus discípulos.
Vespere autem facto, discumbebat (Iesus) cum discipulis suis – “Chegada,
pois, a tarde, pôs-se (Jesus) à mesa com os seus discípulos” (Mt 26, 20)
Sumário.
Imaginemos ver Jesus Cristo que, sentado à mesa com os
discípulos, come o Cordeiro Pascal, figura do sacrifício d’Ele mesmo, que
no dia seguinte seria oferecido sobre o altar da Cruz. Imaginemos vê-Lo
também no momento de prostrar-Se diante dos Apóstolos e de Judas para
lhes lavar os pés. Vendo um Deus que Se humilha a tal ponto por nosso
amor, ficaremos sempre tão orgulhosos, que não sabemos suportar uma
palavra de desprezo, a mais leve falta de atenção?
I. Sabendo Jesus que era chegada a hora de sua morte, em que devia
partir deste mundo, como até então tinha amado os homens com amor
excessivo, quis naquela hora dar-lhes as últimas e maiores demonstrações
de seu amor. Vede-O, como sentado à mesa e todo inflamado de amor, Se
volta para os seus discípulos e lhes diz: Desiderio desideravi hoc Pascha
manducare vobiscum (1) — “Tenho desejado ansiosamente comer
convosco esta Páscoa”. Discípulos meus (e o mesmo disse Jesus então a
todos nós), sabei que em toda a minha vida não tive outro desejo senão o
de celebrar convosco esta Última Ceia; porquanto logo em seguida irei
sacrificar-Me pela vossa salvação.
Portanto, ó meu Jesus, tendes tão vivo desejo de dar a vida por nós, as
vossas miseráveis criaturas? Ah! Esse vosso desejo, como não deve excitar
em nossos corações o desejo de padecer e morrer por vosso amor, visto
que por nosso amor desejais tão ansiosamente padecer e morrer! Ó
amado Redentor, fazei-nos saber o que quereis de nós; queremos
agradar-Vos em tudo. Queremos dar-Vos gosto para respondermos ao
menos um pouco ao grande amor que nos tendes.
Entretanto é posto na mesa o cordeiro pascal, figura de nosso Salvador
mesmo. Assim como aquele cordeiro foi consumido na Última Ceia, assim
o mundo veria no dia seguinte o Cordeiro divino, Jesus Cristo, consumido
de dores sobre o altar da Cruz.
Itaque cum recubuisset ille (Ioannes) supra pectus Iesu — “Tendo-se ele
(João) reclinado sobre o peito de Jesus” (2). Ó feliz de vós, João, discípulo
predileto, que reclinando a cabeça sobre o peito de Jesus,
compreendestes a ternura do Coração do nosso amante Redentor para
com as almas que O amam! — Ah! Meu dulcíssimo Senhor, que repetidas
vezes me favorecestes com tão grande graça! Sim, pois que eu também
compreendi a ternura do vosso afeto para comigo cada vez que me
consolastes com luzes celestes e doçuras espirituais. Mas, não obstante
isso, Vos fui infiel! Suplico-Vos que não me deixeis mais viver tão ingrato
para com a vossa bondade! Quero ser todo vosso: aceitai-me e socorrei-
me.
II. Deinde mittit (Iesus) aquam in pelvim, et coepit lavare pedes
discipulorum (3) — “Depois (Jesus) deita água numa bacia e começa a
lavar os pés dos discípulos”. — Minha alma, contempla a teu Jesus que Se
levanta da mesa, depõe suas vestiduras e, tomando uma toalha branca, Se
cinge. Em seguida deitando água numa bacia, de joelhos diante de seus
discípulos, começa a lavar-lhes os pés. Eis, pois, que o Rei do mundo, o
Unigênito de Deus, Se humilha até lavar os pés a suas criaturas! Ó Anjos,
que dizeis a isso? Já teria sido um grande favor, se Jesus Cristo lhes
houvera permitido lavarem-Lhe com lágrimas os pés divinos, assim como
permitiu à Maria Madalena. Jesus, porém, quis prostrar-Se aos pés dos
seus servos, a fim de nos deixar no fim da sua vida este grande exemplo
de humildade, e mais esta grande prova do amor que tem aos homens.
E nós, ó Senhor, seremos sempre tão orgulhosos que não sofremos uma
palavra de desprezo, uma pequena falta de atenção, sem que logo
fiquemos ressentidos, e nos venha o pensamento de vingança? Todavia,
pelos nossos pecados temos merecido sermos calcados aos pés dos
demônios no inferno.
Ah, meu Jesus, reconheço que é um grande castigo de meus pecados o
terem-me feito soberbo, depois de me terem feito ingrato. Para o futuro
não será assim; pois que o vosso exemplo me fez as humilhações
sumamente amáveis. Prometo que de hoje em diante suportarei por
vosso amor qualquer injúria e afronta que me seja feita; mais, desejo e
peço ser humilhado conVosco. — Mas, ó Senhor, para que servem estes
meus propósitos sem o vosso auxílio para executá-los? Já que me quereis
salvo, ó meu Jesus desprezado, ajudai-me a suportar em paz todos os
desprezos que em minha vida tenha de receber. Concedei-me esta graça
pelo mérito dos opróbrios que sofrestes, e pelas dores de vossa e minha
querida Mãe Maria.
Os antigos na Europa costumavam contar histórias de que os judeus andavam envenenando as fontes de água potável das cidades.
Algumas histórias dão conta de que foi assim, que a peste surgiu, devido as ações de alguns judeus.
Mas claro, essas histórias sempre foram colocadas como mentiras para culpar o judeus sem motivos.
Ainda que alguns casos os próprios judeus dizem fazer isso.
😂

link do pdf do livro contra as heresias https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiOrYiemvz9AhWLqZUCHdHAD30QFnoECA8QAQ&url=https%3A%2F%2Ffacbel.edu.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2020%2F08%2FPatristica-vol.-4-Irineu-de-Liao.pdf&usg=AOvVaw1-1OCzrLEq_fYhNwaaPxcs
Santo Irineu de Lion, no século 2 da era cristã refuta uma heresia bem conhecida nos dias de hoje, que é também uma das teorias da conspiração mais propagadas na Internet em nossos dias.
Que é a tal historia dos nefilins, que se reproduziram com mulheres e geraram gigantes e seres híbridos.
quem ler a patristica, em especial a obra de Santo irineu de liao, "Contra as Heresias" vai tomar ciência de onde saiu essa história, e ainda de quebra vai perceber que as seitas protestante de hoje, apenas incorporaram heresias do passado em suas doutrinas, enquanto caluniaram a igreja católica por séculos.
um dos braços que ajudaram os ideais maçónicos avançar ao longo dos séculos.
Segunda-Feira - Conselho dos
Judeus e traição de Judas.
Expedit vobis, ut unus moriatur homo pro populo, et non tota gens pereat
– “Convém que morra um homem pelo povo e que não pereça toda a
nação” (Jo 11, 50)
Sumário.
Tendo os iníquos pontífices decretado a morte de Jesus Cristo,
tiveram grande satisfação ao ver que Judas, um dos discípulos, se oferecia
a traí-Lo e entregar-Lho nas mãos. O Senhor conhece perfeitamente a
felonia de Judas e todavia não deixa de tratá-lo como amigo na mesma
forma que d´antes; olha-o com benevolência, não recusa a sua companhia
e chega a prostrar-se-lhe aos pés para os lavar. Ó inefável benignidade!
Que belo exemplo para nós, se o quisermos aproveitar!
I. No mesmo tempo em que Jesus andava derramando graças e fazendo
milagres para benefício de todos, reúnem-se os primeiros personagens da
cidade de Jerusalém a fim de tramarem a morte do Autor da vida. Refere
São João que se ajuntaram os pontífices e os fariseus em conselho e
diziam: Que fazemos nós? Este homem faz muitos milagres; se o deixamos
assim livre, todos crerão nele. Mas um deles, por nome Caifás, respondeu que lhes convinha que um homem morresse pelo povo, e não perecesse a
nação toda. “E desde aquele dia”, diz o mesmo São João, “pensavam em
como haviam de o fazer morrer.” — Ah, Judeus! Não temais; vosso
Redentor não fugirá, porquanto veio à terra exatamente para morrer, e
pela sua morte livrar-vos a vós e a todos os homens da morte eterna.
Entretanto Judas apresenta-se aos pontífices e diz: Quid vultir mihi dare,
et ego vobis eum tradam? (1) — “Que me quereis dar, e eu vô-Lo
entregarei?” Oh! Que alegria deviam sentir os Judeus, pelo ódio que
devotavam a Jesus Cristo, ao verem que um dos seus discípulos o queria
trair e entregar-Lho nas mãos! Consideremos nisso o júbilo que, por assim
dizer, reina no inferno, quando uma alma, depois de servir a Jesus Cristo
por muitos anos, vem a traí-Lo por qualquer miserável bem ou vil
satisfação.
Mas, ó Judas, já que estás resolvido a vender o teu Deus, exige pelo
menos o preço que Ele vale. É um bem infinito, merecedor portanto de
um preço infinito. Porque, pois, concluis o negócio por trinta dinheiros? At
illi constituerunt ei triginta argenteos (2) — “E eles prometeram-lhe trinta
dinheiros de prata”. — Minha alma, deixa Judas, e fixa em ti mesma os
teus pensamentos. Dize-me, por que preço vendeste tu mesma tantas
vezes a graça divina ao demônio?
Ah, meu Jesus, quantas vezes Vos virei as costas, e a Vós preferi um
capricho, um empenho, um prazer passageiro e vil! Sabia que, pecando,
perdia a vossa amizade e voluntariamente a troquei por um nada. Tivesse
morrido antes de fazer-Vos tão grande ultraje! Ó meu Jesus, arrependo-
me de todo o coração e quisera morrer de dor.
II. Contemplemos agora a benignidade de Jesus Cristo, que, sabedor do
ajuste feito por Judas, contudo, vendo-o, não o repele de si, nem o olha
com maus olhos; admite-o em sua companhia, e ainda à sua mesa;
repreende-o pela sua traição com mo único intuito de chamá-lo à
resipiscência; e vendo-o obstinado, chega a prostrar-se diante dele e a
lavar-lhe os pés para desta arte o enternecer.
Ah, meu Jesus, é assim também que fizestes comigo. Eu Vos desprezei e
traí, e não me repelis; não deixais de olhar-me com amor, e me admitis à vossa mesa da santa comunhão. Meu amado Salvador, nada mais podeis fazer para me obrigar a Vos amar. E eu terei ânimo de continuar a
ofender-Vos e pagar-Vos com a minha ingratidão? Não, meu Deus, não
quero mais abusar da vossa misericórdia. Agradeço-Vos a luz com que me
iluminais e prometo que mudarei de vida. Vejo que já não me podeis
suportar mais tempo. Porque, pois, esperarei até que Vós mesmo me
mandeis ao inferno, ou me abandoneis em minha vida de perdição,
castigo este maior do que a própria morte?
Meu Jesus, eis que me prostro aos vossos pés. Peço-Vos perdão das
ofensas a que Vos fiz e rogo-Vos que me recebais em vossa graça. Quem
me dera poder recomeçar os anos passados; quisera empregá-los
unicamente em vosso serviço, ó Senhor meu. Os anos, porém, não voltam
mais; por piedade, fazei ao menos que empregue o que me resta de vida,
unicamente em amar-Vos e fazer que outros também Vos amem. — Ó
grande Mãe de Deus e minha Mãe Maria, socorrei-me com a vossa
intercessão, pedi a Jesus que me faça todo seu. Peço-vos esta graça pela
parte que tomastes na Paixão de vosso divino filho.
5o Domingo da Quaresma - Grande fruto que se tira da meditação da Paixão de Jesus Cristo.
Abraham, pater vester, exultavit, ut videret diem meum: vidit et gavisus
est – “Abraão, vosso pai, desejou ansiosamente ver o meu dia: ele o viu e
exultou de gozo” (Jo 8, 56)
Sumário.
Não é sem razão que Abraão e com ele os demais justos do
Antigo Testamento desejavam tão ansiosamente ver o dia do Senhor. Sim,
porque depois da vinda de Jesus Cristo, é impossível que uma alma crente
que medita nas dores e ignomínias que Ele sofreu por nosso amor, não se
abrase em amor e não se resolva firmemente a tornar-se santa. Se, pois,
queremos progredir no caminho de perfeição, meditemos a miúdo, e
especialmente nestes dias, na Paixão do Redentor, e meditando
afiguremo-nos que presenciamos os mistérios dolorosos.
I. Não é sem razão que o patriarca Abraão desejou ansiosamente ver o dia
do Senhor; e que, tendo tido a ventura de vê-lo por uma revelação divina,
ainda que em espírito somente, se alegrou em seu coração, como atesta o
Evangelho de hoje. Sim, porque o tempo que se seguiu à vinda de Jesus
Cristo, já não é mais tempo de temor, mas tempo de amor: Tempus tuum,
tempus amantium (1).
Na Lei antiga, antes da Encarnação do Verbo, podia o homem, por assim
dizer, duvidar se Deus o amava. Depois de O havermos visto, porém,
morrendo por nós, exangue e vilipendiado sobre um patíbulo infame, já
não podemos duvidar que Ele nos ame com toda a ternura. — Quem
poderá jamais compreender, que excesso de amor levou o Filho de Deus a
pagar a pena dos nossos pecados? E, todavia, isso é um ponto de fé:
Dilexit nos, et lavit nos in sanguine suo (2) — “Ele nos amou, lavou-nos em
seu sangue”. Ó misericórdia infinita! Ó amor infinito de Deus!
Mas porque é que tantos cristãos olham com indiferença para Jesus Cristo
crucificado? Que na Semana Santa assistem à comemoração da morte de
Jesus, mas sem algum sentimento de ternura e gratidão, como se não se
comemorasse um fato verdadeiro, ou não lhes dissesse respeito?
Não sabem, ou não creem, porventura, o que os santos Evangelhos dizem
acerca da Paixão de Jesus Cristo? Com certeza o creem, mas não refletem.
Entretanto, é impossível que uma alma crente, que medita nas dores e
ignomínias que Jesus Cristo padeceu por nosso amor, não se abrase de
amor para com Ele e não tome uma forte resolução de tornar-se santa, a
fim de não se mostrar ingrata para com Deus tão amante. Caritas Christi
urget nos (3) — “A caridade de Cristo nos constrange”.
II. Meu irmão, se queres sempre crescer em amor para com Deus e
progredir na perfeição, medita a miúdo na Paixão de Jesus Cristo,
conforme o conselho que te dá São Boaventura: Quotidie mediteris
Domini passionem. Especialmente nestes dias, que procedem a
comemoração da sua morte dolorosíssima, guiado pelos sagrados Evangelhos, contempla com olhos cristãos tudo que o Salvador sofreu nos
principais teatros de seu padecimento; isto é, no horto das oliveiras, na
cidade de Jerusalém e no monte Calvário.
Para que tires desta meditação o fruto mais abundante possível,
representa-te os sofrimentos de Jesus Cristo tão vivamente, que te pareça
veres diante dos olhos o Redentor tão maltratado, e sentires em ti mesmo
as chagas que n’Ele abriram as pontas dos espinhos e dos cravos, a
amargura do vinagre e fel, o pejo das ignomínias e dos desprezos: Hoc
enim sentite in vobis, quod et in Christo Iesu (4) — “Senti em vós o que
Jesus Cristo sentiu”. Ao passo que assim meditas, repete muitas vezes com
o Apóstolo: Tudo isso o Senhor tem feito e padecido por mim, para me
mostrar o seu amor e ganhar o meu: Dilexit me, et tradidit semetipsum
pro me (5) — “Ele me amou e se entregou por mim”. E não O amarei?
Sim, amo-Vos; † Jesus, meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas; e
porque Vos amo, pesa-me de Vos haver ofendido, e proponho antes
morrer do que Vos tornar a ofender. “Vos, ó Senhor onipotente, lançai
sobre mim um olhar benigno, para que por vossa proteção seja regido no
corpo e defendido na alma”. (6) † Doce Coração de Maria, sêde minha
salvação.
Sábado -- A Dor de Maria Santíssima em consentir na morte de Jesus.
Proprio Filio suo non pepercit, sed pro nobis omnibus tradidit illum – “Não
poupou a seu próprio Filho, mas entregou-o por nós todos” (Rm 8, 32)
Sumário.
Embora Maria Santíssima já tivesse consentido na morte de
Jesus Cristo, desde que aceitou a maternidade divina, quis todavia o Pai
Eterno, que ela renovasse o consentimento no tempo da Paixão, afim de
que, juntamente com a vida do Filho, fosse também sacrificado o coração
da Mãe.
Pelos merecimentos deste consentimento tão espontâneo como doloroso, a Santíssima Virgem foi feita Reparadora do gênero humano, e
credora de toda a nossa gratidão. Quantos, porém, lhe pagam com a
ingratidão mais monstruosa, renovando pelo pecado a paixão do Filho e as
dores da Mãe!
I. Ensina Santo Tomás que, conferindo a qualidade de mãe direitos
especiais sobre os filhos, parece conveniente que Jesus, inocente e sem
culpa própria merecedora de suplício, não fosse destinado à morte de cruz
sem que a Santíssima Virgem consentisse e o oferecesse
espontaneamente a morrer. Verdade é que Maria já dera o seu
consentimento quando foi escolhida para Mãe do Redentor. Quis, porém,
o Eterno Pai que ela o renovasse no tempo da Paixão, afim de que,
juntamente com o sacrifício da vida do Filho, fosse também sacrificado o
coração da Mãe.
A Bem-Aventurada Virgem, ao pensar no Filho amado, que em breve ia
perder, tinha os olhos sempre arrasados de lágrimas, e, como ela mesma
revelou à Santa Brígida, um suor frio corria-lhe pelo corpo, por causa do
temor do doloroso espetáculo que se avizinhava. Eis que, chegando
finalmente o dia destinado, veio Jesus e chorando se despediu da Mãe,
para ir morrer. Diz Cornélio a Lapide que, para compreendermos a dor que
Maria então sentiu, seria mister que compreendêssemos o amor que tal
Mãe tinha a tal Filho. Como, porém, poderemos fazer ideia disso?
Ah! os títulos unidos de serva e mãe, de filho e Deus acenderam no
coração da Virgem um incêndio composto de mil incêndios, de tal modo
que São Guilherme de Paris chega a dizer que Maria amou a Jesus Cristo
tanto, que uma pura criatura não seria quase capaz de amá-lo mais:
Quantum capere potuit hominis modus. No tempo da Paixão, todo este
incêndio de amor se converteu num mar de dor. Pelo que São Bernardino
disse: «Todos os sofrimentos do mundo, se fossem ajuntados, não
poderiam igualar à dor de Maria». Pobre Mãe! E nós não nos
compadeceremos dela?
II. Dizem os santos Padres que a Bem-Aventurada Virgem, pelos
merecimentos que adquiriu oferecendo a Deus o grande sacrifício da vida
de seu Filho, deve com razão ser chamada: Reparadora do gênero humano; restauradora das nossas misérias, Mãe de todos os fiéis cristãos,
nova Eva que nos gerou para a vida, dissemelhante da outra Eva que foi a
causa primeira da nossa perdição. ― Por isso o Bem-aventurado Alberto
Magno afirma que, assim como somos obrigados a Jesus Cristo pela
paixão a que se submeteu por nosso amor, somos obrigados igualmente a
Maria pelo martírio que na ocasião da morte do Filho quis sofrer
espontaneamente pela nossa salvação.
Infelizmente, porém, quantos cristãos, em vez de se mostrarem
agradecidos, pagam à nossa boa Mãe com a mais monstruosa ingratidão!
― Disto exatamente se queixou a mesma Santíssima Virgem com a Bem-
aventurada Colleta, franciscana. Aparecendo-lhe um dia e mostrando-lhe
Jesus Cristo, todo desfigurado pelas chagas: «Filha», disse-lhe, «eis aí
como os pecadores tratam continuamente a meu Filho, renovando-lhe a
morte e a mim as dores».
Ó minha bendita Mãe! é assim que os homens respondem ao amor que
lhes mostrastes, consentindo em que vosso Jesus morresse pela nossa
salvação. Ingratos como são, nem depois de o haverem crucificado,
deixam de persegui-lo com os seus pecados, e assim continuam também a
afligir-vos, ó grande Rainha dos Mártires. Eu também fui um daqueles
infelizes. Ah! minha Mãe dulcíssima, alcançai-me lágrimas para chorar
tamanha ingratidão. Pela dor que sentistes, quando vosso Filho se
despediu de vós para ir de encontro à morte, obtende-me a graça de
contemplar sempre com fruto os mistérios dolorosos da sua Paixão,
especialmente nestes dias em que a Igreja faz dela recordação especial.
Esta graça eu vo-la peço pelo amor do mesmo Jesus Cristo; de vós a
espero.
Can't believe this is real 😂😂😂

Bem-aventurado Simão de Trento
(festa litúrgica 24 de março)
Em 1475 na cidade de Trento, norte da Itália, na quinta-feira Santa, uma criança de pouco mais de dois anos desapareceu, causando preocupação e muita aflição nãos só aos pais do garoto como em toda comunidade tridentina.
Filho do casal Andre e Maria, Simão, nasceu aos 26 de novembro de 1472, família pobre viviam em um lugarejo próximo a Trento. Dias antes do desaparecimento do pequeno Simão, o Beato Bernardo da Feltre, franciscano itinerante, ao passar pelo local, previu um acontecimento que causaria muita dor na cidade.
Na noite de quinta-feira Santa, o menino Simão desapareceu. Sequestrado da porta da casa de seus pais e localizado na sexta-feira Santa de baixo da sinagoga local.
Logo identificaram os algozes do pequeno Simão, cerca de 15 judeus liderados por um de nome Samuel. Os malfeitores levaram a criança, a qual diziam que semelhava a um anjo devido a sua beleza e doçura, a sinagoga, amordaçada iniciaram o martírio da pequeno, cortando-lhe e arrancando pedaços de sua face e logo em seguida todos os presentes tirou pedaços do corpo de Simão, colhendo o seu sangue, tudo feito com ele vivo.
Não satisfeitos com a crueldade cometida, o líder, colocou Simão de pé, e mandando que um dos presentes mantivesse os braços do pequeno aberto, como o de Nosso Senhor na cruz, bradando "Como nossos pais trataram o CRISTO! Assim perece todos os inimigos!"pediu aos demais que furassem o corpo de pequeno Simão com agulhas ou com qualquer objeto disponível, o martírio durou pouco mais de uma hora, tendo ainda desferidos socos contra a pequena criança.
Terminando a tortura, os judeus pegaram o corpo do pequeno Simão e o colocaram em barris de vinho, imaginando que encobririam o seu diabólico crime.
Como todos vinham o sofrimento dos pais de Simão, saíram em busca da criança e ao ser delatado por crianças que viram judeus levarem Simão, o líder da sinagoga jugou o barril no rio que passava por baixo do local, e o próprio denunciou aos magistrados que viu algo que semelhava um corpo, preso por baixo da sinagoga.
Resgatando o corpo, pode-se ver a crueldade a que o pequeno foi submetido, tamanha a maldade testemunhada pelos ferimentos encontrados.
Presos, 17 judeus confessaram o sequestro, tortura e homicídio de Simão, dizendo que o motivo da horrenda morte seria para utilizar o sangue do pequeno na cozedura das suas matzas da páscoa judaica, 15 condenados a morte, entre eles Samuel o líder da comunidade e principal articulador da morte.
Em 1588 foi incluído no Martirológico Romano, com reconhecimento do Papa Sixto IV, citado pelo Papa Bento XIV no Livro I Capítulo XIV nº 4 no trabalho de canonização de santos e também na Bula Beatus Andreas de 22 de fevereiro de 1755, confirmando Simão como Santo. O Papa Gregório XIII reconheceu como mártir do ódio judeu contra o cristianismo, conforme também Clemente XIV.
Em 1965, para agradar os judeus, o Cardeal Montini, então Papa, suprimiu o culto de São Simão, seu relicário foi escondido e removido o culto do calendário. A história do Santo Simão de Trento passou a ser vista pelos pós-conciliares como lendas urbanas E anti-semitas.
Simão de Trento foi martirizado em 23 de março de 1475. Após uma investigação cuidadosa, a Igreja reconheceu a realidade do martírio do menino inocente. Em 1584 seu nome foi inscrito no Martirológio Romano com o título de santo por ordem do Papa Gregório XIII; em 1588 o Papa Sisto V concedeu a Missa e Ofício do Beato Simonino à diocese de Trento. A Bula Beatus Andreas de 22 de fevereiro de 1755 do Papa Bento XIV voltou a reconhecer o culto prestado a São Simonino afirmando que "foi cruelmente morto por ódio à fé", culto confirmado por inúmeros milagres. O povo de Trento venera seu pequeno santo padroeiro até os dias de hoje.

Sexta-Feira -- Comemoração do
preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus
Cristo.
Redemisti nos, Domine, in sanguine tuo… et fecisti nos Deo nostro regnum
– “Remiste-nos, Senhor, em teu sangue, e fizeste-nos reino para Deus” (Ap
5, 9)
Sumário.
O Senhor não se contentou com pagar pela sua morte a pena a
nós devida e anular com o seu sangue a sentença da nossa condenação
eterna; quis ainda, no sacramento da penitência, preparar-nos um banho
salutar de seu sangue, no qual pudéssemos, à vontade, lavar-nos das manchas do pecado. E nós não O amaremos de todo o coração?…
Tomemos o belo hábito de oferecer frequentemente este Sangue
preciosíssimo ao Eterno Pai, para obtermos todas as graças de que
precisamos.
I. O nosso amantíssimo Redentor não veio ao mundo para outro fim,
senão para salvar os pecadores. Por isso não se contentou com pagar pela
sua morte a pena a nós devida e anular com o seu sangue a sentença da
nossa eterna condenação (1); mas com o mesmo sangue quis ainda
preparar-nos um banho salutar para nos limparmos das manchas dos
nossos pecados: Dilexit nos, et lavit nos in sanguine suo (2) — “Ele nos
amou e lavou em seu sangue”. — E isso não somente uma vez, senão
quantas quisermos; porquanto, prevendo que, depois do Batismo,
tornaríamos a manchar-nos pelo pecado, estabeleceu, por meio do
sacramento da penitência, que aquele banho durasse até à consumação
dos séculos.
Pelo que o Apóstolo nos anima dizendo: Accessistis… ad mediatorem
Iesum, et sanguinis aspersionem, melius loquentem quam Abel (3) —
“Chegastes… ao mediador Jesus, e à aspersão do sangue, que fala melhor
que o de Abel”. Meus irmãos, assim parece dizer-nos, por mais pecadores
que sejais, não percais a coragem; pois tendes de tratar, não com um
mediador qualquer, mas com Jesus Cristo. Se o sangue dos bodes e dos
touros sacrificados tirava aos Hebreus as manchas corporais exteriores, a
fim de que pudessem ser admitidos aos ministérios sagrados; quanto mais
o sangue de Jesus Cristo, que por amor se ofereceu a pagar por nós, tirará
das nossas almas os pecados para podermos servir ao nosso Deus? (4)
Ah! Quanto melhor, conclui São Paulo, o sangue do Redentor implora por
nós a divina misericórdia, do que o sangue de Abel bradava por vingança
contra Caim! — É o que o Senhor mesmo disse também a Santa Maria
Madalena de Pazzi:
“A minha justiça converteu-se em clemência pela vingança tomada no
corpo inocente de Jesus Cristo. O sangue deste meu Filho não pede
vingança, como o sangue de Abel, mas somente misericórdia e piedade, e
à tal voz a minha justiça fica necessariamente aplacada. Este sangue liga me, por assim dizer, as mãos, de modo que não posso mais movê-las para
tomar vingança dos pecados, como antes tomavam.”
II. Como fruto da presente meditação nutramos uma terna devoção ao
sangue divino. Cada vez que meditares na Paixão de Jesus Cristo, chega-te
a Ele em espírito e pede-Lhe que te purpureie todo com o seu
preciosíssimo sangue. No tribunal da penitência, afigura-te ver no
Confessor a própria pessoa do Redentor, que na absolvição derrama sobre
ti o seu sangue; e quando fores comungar, imagina que chegas teus lábios
ao lado sagrado de Jesus. Sobretudo habitua-te a oferecer muitas vezes ao
Eterno Pai o sangue preciosíssimo de Jesus Cristo, em satisfação pelos
teus pecados, pelas necessidades da santa Igreja, pela conversão dos
pecadores e em sufrágio das almas do purgatório.
† “Ó Sangue preciosíssimo de vida eterna, mercê e resgate de todo o
universo, bebida e lavacro de nossas almas, que defendeis continuamente
a causa dos homens junto ao trono da suprema misericórdia, adoro-vos
profundamente, e quisera, quanto me é possível, desagravar-vos de todas
as injúrias e desprezos que continuais a receber da parte dos homens, e
particularmente daqueles que temerariamente se atrevem a blasfemar
contra vós. Quem não bendirá esse Sangue de infinito valor: quem não se
sentirá abrasado de amor a Jesus, que o derramou? Que seria de mim, se
não fora remido por esse Sangue divino? Quem vos fez correr até à última
gota das veias de meu Senhor? Ah! Foi certamente o amor. Ó amor
imenso que nos deu este bálsamo tão salutar! Ó bálsamo inestimável,
brotado da fonte de um amor imenso! Fazei, ah! Fazei que todos os
corações, todas as línguas vos louvem, exaltem e agradeçam agora e
sempre, até ao dia da eternidade.”
“E Vós, Eterno Pai, que destinastes para Redentor do mundo vosso Filho
unigênito e quisestes ser aplacado pelo seu sangue: suplico-Vos, concedei-
me que, enquanto estiver aqui na terra, eu venere solenemente esse
preço de nossa salvação, e seja por ele de tal modo livrado de todos os
males da vida presente, que mereça gozar eternamente os seus frutos no
céu.” (6) Fazei-o pelo amor do mesmo Jesus Cristo e de Maria Santíssima.
Uma excelente thread sobre o desenrolar da conspiração global rumo ao Governo mundial único.
https://twitter.com/Noticing777/status/1638589780303781909?s=20
The 27 Martyrs of Sahuayo.
Today, March 21, we commemorate the 96th Anniversary of the 27 Cristero martyrs who were brutally murdered in the atrium of the Santiago Apóstol parish in Sahuayo Michoacán and were murdered one by one without cause and with the luxury of cruelty with the aim of frighten the population by the federal government, but this was nothing more than an impressive testimony of faith and heroism for the people.
Finally their bodies were transferred in two carts to the pantheon and there they stayed in a common grave.
This happened on a Friday in Lent.
Publication from the wall of Alfredo Vega (FB)
Vanguardia de Vasallos de Cristo Rey
& shared by Guardia Nacional Cristera (FB)
¡VIVA CRISTO REY!


Segundo os protestantes, em especial os protestantes americanos e brasileiros, que são ambos altamente judaizados.
Israel é o lugar mais seguro do oriente médio para os cristãos. 😂😂😂

Leitura quase obrigatória para você iniciar a entender de onde se origina o supremacismo judaico contra os não-judeus.
E os motivos pelos quais os judeus se dedicam a arruinar sociedades inteiras através da usura e destruição da moral cristã.
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Trecho do Livro "O Liberalismo é pecado" do padre Felix sarda y salvany.
A visão católica das ideias liberais de acordo com o magistério da igreja.


