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Caio Ruim
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Em fevereiro de 1821, ao receber as notícias sobre a constituinte derivada da Revolução Liberal do Porto do final de 1820, D. João VI deixou claro que o Reino do Brasil precisaria de um regime próprio. Ali ele reafirmou a autonomia do Brasil formalizada perante o mundo na Convenção de Viena em 1815.

Em abril de 1821, D. João VI comunicou sua partida para Portugal. Houve povo na rua. Em garantia, deixou Pedro como regente com plena autonomia legislativa e governativa.

Nossa independência foi feita com povo na rua! Foi a demanda popular pela manutenção da autonomia do Brasil que levou à secessão!

Já a República foi uma quartelada seguida de ditadura militar com censura, repressão e exílio!

Exato! Não podemos descartar a força estatal. Na Venezuela liquidam em bolívares porque é mais prático/líquido ou porque é curso forçado? A URV foi aceita livremente e a liquidação permaneceu em Cruzeiro Real apenas por curso forçado. Bastou a URV se materializar que todos migraram para o Real sem a maior saudade.

Isso não elimina o exercício anterior. Milei encerrou o curso forçado do peso no comércio e mesmo assim os argentinos preferem usar Pesos.

💵 Os EUA fizeram uma escolha: em vez de tentar manter o dólar como reserva de valor e arriscar o colapso, optaram por mantê-lo como centro da liquidez global. Deixam o mundo guardar ouro ou Bitcoin, mas continuam cobrando o pedágio de quem usa o dólar.

⚖️ A Lei de Thiers global garante: o ativo mais líquido é o mais usado. Mesmo perdendo poder de compra, o dólar segue sendo o “canal” de liquidez mundial. Liquidez é mais importante que estabilidade. É isso que mantém o jogo rodando.

💧 Investidores mantêm liquidez em dólar, mas guardam valor em ouro, Bitcoin, imóveis e energia. O segredo é ter o “cano” (liquidez) e não depender do “balde” (poder de compra). Desde que a conversão seja rápida, o sistema sobrevive.

🚰 Enquanto o canal de conversão for livre — sem sanções ou travas — o sistema flui. Mas se o dólar perde liquidez global, ouro e Bitcoin viram as reservas de emergência do planeta.

💲 Dólar é o canal. T-bill é o balde. O mundo pode usar o dólar sem querer guardar T-bills. Mesmo assim, tudo ainda passa pelos tubos financeiros dos EUA. E é aí que mora o pedágio.

🏦 Os EUA cobram esse pedágio via infraestrutura de liquidação global: SWIFT, CHIPS, FedWire, Visa, Mastercard. Mesmo quem troca por Bitcoin ou ouro passa pelo USD em algum ponto. O Fed não precisa imprimir — a senhoriagem vem sozinha.

⚠️ O modelo só quebra se surgir um meio de troca global alternativo: Bitcoin usado no dia a dia, stablecoins não lastreadas em dólar ou BRICS Pay. Aí o pedágio some — e a rolagem infinita da dívida americana também.

🧩 Os cripto-dólares (USDT, USDC) são o remendo perfeito do sistema. Dólares tokenizados, lastreados em T-bills. Parece descentralizado, mas financia o Tesouro americano indiretamente. É o QE invisível.

🚀 Os cripto-dólares exportam dólar sem o Fed. Mais liquidez global, sem impacto interno. O mundo cria demanda por T-bills e mantém o USD como meio de troca. Adia o colapso, mas ensina o mundo a operar fora dos bancos.

🇺🇸 Os EUA aceitaram perder o T-bill como reserva global, mas lutam pra manter o dólar como liquidez mundial. Enquanto o mundo precisar de USD pra transacionar, eles mandam no preço da liquidez global.

🎯 A estratégia é clara: ETFs de Bitcoin (BlackRock, Fidelity), custódia institucional (JPM, BNY Mellon), regulação e contabilidade pró-BTC, e stablecoins sob jurisdição americana. Não resistir. Dominar.

🪙 O “Bretton Woods 3.0” pode ser assim: Bitcoin como reserva neutra, dólar como unidade de conta e stablecoins como meio de troca. Os EUA seguem no centro, controlando a entrada e saída do padrão Bitcoin.

⚡ O risco pros EUA não é o Bitcoin em si, mas o Bitcoin soberano: autocustódia, Lightning e circularidade real. Por isso ETFs e stablecoins são bem-vindos, mas mixers e wallets privadas viram alvo.

🧭 Resumo final: os EUA estão ganhando tempo e dinheiro pra migrar pro novo padrão. Cripto-dólares sustentam o presente. Bitcoin institucional prepara o futuro. O império muda de forma, mas tenta continuar no centro do tabuleiro.

Verdade. Ninguém deixava de liquidar transações em cruzados e cruzeiros em plena hiper no Brasil. Contudo, a reserva estava na despensa de alimentos (pobres) ou no over e dólar (ricos).

A URV foi isso. Preços em URV, mas liquidava a transação em cruzeiros reais.

O mesmo acontece na Argentina. Preços e reservas em dólares e liquidam em pesos.

A lei de Gresham só funciona se há manipulação/controle do preço da “moeda boa”. Caso contrário, no livre mercado, prevalecerá a de maior liquidez.

Por isso USDT está vencendo o BTC no quesito uso. Não por ser a “ruim que expulsa a boa”, mas pela liquidez.

Why Using the “k-sats” Standard Makes Bitcoin Pricing Easier

1/ Bitcoin’s smallest unit is called a satoshi (sat), which equals 0.00000001 BTC - that’s one hundred millionth of a bitcoin.

2/ Since 1 BTC can be worth tens of thousands of dollars, pricing everyday items in whole bitcoins is impractical. Imagine paying for a coffee in 0.00012 BTC! That’s why sats are essential for microtransactions.

3/ A k-sat is simply 1,000 satoshis. At today’s prices (around $100,000 per BTC), 1 k-sat equals roughly $1. This makes it easier to talk about Bitcoin prices in familiar dollar-like units.

4/ Using k-sats instead of BTC or single satoshis reduces confusion. Instead of saying “0.00045 BTC” or “45,000 sats,” you say “45 k-sats,” which is more intuitive and user-friendly.

5/ This is similar to how dollars are divided into 100 cents. K-sats let people easily understand and transact in Bitcoin without dealing with tiny decimals or huge numbers.

6/ K-sats also help in pricing goods and services, especially in countries with volatile currencies or where Bitcoin adoption is growing. It simplifies accounting and communication.

7/ The Lightning Network even allows transactions smaller than a satoshi (called millisatoshis), but for everyday use, k-sats strike a great balance between precision and simplicity.

8/ In summary, adopting the k-sats standard makes Bitcoin more accessible and practical for daily use by bridging the gap between Bitcoin’s large value and everyday spending needs.

Com BTC a 100k, chegamos à era do mil-sats standard 🚀

10 USD = 10 K-sats = 10 mil-sats

Agora que BTC está 100k USD, proponho usarmos sats como no padrão mil-réis: o padrão mil-sats.

Ou seja: 10 USD = 10 mil-sats

GETÚLIO VARGAS

Populismo, política nacionaldesenvolvimentista, centralismo político na União, Executivo forte. Se ainda são pautas de hoje, tudo se deve a Getúlio Vargas.

De Lula a Bolsonaro, a intocável Petrobrás mostra que o Brasil tem o seu peronismo.

BARÃO DO RIO BRANCO

Como o Brasil resolvia seus conflitos internacionais no Século XIX? Com tiros e canhões.

Isso mudou graças ao Barão do Rio Branco. Sua doutrina técnica e pacifista mudou para sempre as relações internacionais da Nação.

Se hoje o Brasil é o 1º país a início à discursar na Assembleia Geral da ONU, muito se deve a ele.

BENJAMIN CONSTANT

1889, 1930, 1937 e 1964. Golpes movidos pelo exército, sob 1 filosofia: o positivismo.

Benjamin Constant foi o responsável pela doutrina do "Soldado-Cidadão, introduzindo no pensamento militar a ideia de “guardiões da Nação”, sempre invocada em todos os golpes.

D. JOÃO VI

Antes de 1808 não existia “Brasil”. A América Portuguesa era divida entre Estado do Grão-Pará e Estado do Brasil.

D. João VI sonhou a unificação da América Portuguesa em um Reino. Seu filho concretizou esse sonho e seu neto consolidou.

O sonho dele formou esta Nação.

OS PERSONAGENS QUE MUDARAM O BRASIL PARA SEMPRE

Na história das Nações, muitas vezes a individualidade de um líder muda o curso da história do país para sempre (para o bem ou para o mal).

Nós temos em apenas 4 figuras as pessoas que moldaram a Nação brasileira para sempre:

O BRASIL É MAIS ESTÁVEL DO QUE PARECE

Da série “você não aprende na escola”: O Brasil é um dos países da América Latina que há mais tempo não passa por ruptura institucional.

Sim, o Brasil é marcado por tensão institucional e frágil democracia. Estamos em severa crise ao menos desde 2015.

No entanto, nossa última ruptura institucional foi em 1969, quando a Junta Militar impediu a posse do Vice após o AVC de Costa e Silva.

Pois é. O fim da ditadura militar foi totalmente institucional, seguindo as regras constitucionais então vigentes.

“Ah, mas o pacote de Abril…” também seguiu as regras constitucionais então vigentes 🤷🏾‍♂️

Crise não é ruptura. Em questão de ruptura institucional a última foi em 1969.

Brasil: o que não se aprende na escola

👑 X 👔

O Imperador tinha menos poder que o atual Presidente.

🪖x 👴🏼

A ditadura militar tinha menos poder que a ditadura de Vargas.

🗳️ Os 41 anos da “República Velha” foram mais democráticos que os 15 anos pós sua queda

REPÚPLICA LIBERAL

Será que a Primeira República foi tão ruim mesmo?

A maior crítica à Primeira República é o voto à cabresto. De fato, era uma situação inadmissível que merecia mudança.

Mas a alternativa que recebemos foi: voto algum.

Isso mesmo! Com a queda da Primeira República emergiu a Ditadura do Estado Novo, onde existia voto algum. Congresso estava fechado e Getúlio tocando o país por Decreto.

São inúmeros os vieses na história formal ensinada nas escolas…

Como nos fazem crer que Ditadura seria melhor que, ainda que capenga, votar?

Saibam: a maior crítica à Primeira República é o fato de ela ter adotado uma pauta liberal na economia. Estados possuíam autonomia.

Por um incentivo ao viés desenvolvimentista se prefere ensinar que uma Ditadura é melhor que uma frágil democracia….

Joga esse prompt no chat gpt e terás a resposta