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ENSA obsoleta
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Na real, Tiago é o nome de Jacó em aramaico.

Iacov, Iago, Aí arranjaram um T não sei onde.

Nostrudel é agradável.

Tem gente que não gostou da última versão, vi alguns reclamando.

Só falou implementar nip17, aquele de mensagens embrulhadas para presente, se não me engano. É um recurso indispensável atualmente.

#Bitcoin: A Separação do Dinheiro e da Utilidade

Ao longo da história, o dinheiro esteve atrelado a algum tipo de utilidade prática. Conchas, sal, metais preciosos — todos tinham valor intrínseco ou serviam a outros propósitos além de facilitar trocas. Mas o #Bitcoin quebra essa tradição ao representar uma ruptura conceitual: ele é dinheiro que não serve para nada… além de ser dinheiro.

Você não pode construir uma casa com #Bitcoin. Não pode vesti-lo, nem comê-lo. Não há outra função oculta em seu código além de transferir e preservar valor de forma descentralizada. Isso é uma característica, não um defeito.

Enquanto muitos projetos tentam agregar “utilidades” ao dinheiro — seja contratos inteligentes, NFTs ou outras aplicações — o #Bitcoin permanece austero, minimalista e inflexível. Sua proposta é clara: ser uma reserva de valor neutra, escassa e resistente à censura. Ao se recusar a ser “útil” no sentido tradicional, o #Bitcoin preserva sua função mais pura: ser dinheiro imaculado, que não deve nada a nenhum outro propósito.

Essa separação entre o monetário e o utilitário é o que o torna único. Ele não tenta agradar a todos. Não quer substituir a internet, nem rodar aplicativos. Ele apenas quer ser aquilo que o dinheiro sempre quis ser, mas nunca conseguiu plenamente: uma forma de valor incorruptível.

#Bitcoin em autocustódia = A verdadeira saída da Matrix

Essa é a verdade:

Se o capital não pode fugir fisicamente, ele vai fugir digitalmente.

ETFs como o IBIT podem ser congelados. Empresas como a MicroStrategy podem ser taxadas, reguladas, deslistadas.

Transferências bancárias podem ser bloqueadas, monitoradas ou revertidas.

Mas frases-semente na sua mente?

Sem fronteiras. Sem necessidade de autorização. Resistente à apreensão. Imune a controles estatais.

Isso não é um investimento.

É um seguro contra o colapso do Estado.

Não é exagero. É assimetria de informação.

Esse ciclo se repete, sempre da mesma forma:

A classe política perde o controle dos gastos; Os detentores de títulos são diluídos; A moeda fiat perde valor; O capital tenta escapar; As rotas de fuga são bloqueadas;

Só sobrevive quem já tinha uma rota de saída.

#Bitcoin em autocustódia não é mais especulação. É o último ativo ao portador verdadeiramente soberano que ainda resta no mundo.

Aja de acordo 🫡

Entendi.

Se a nota da pessoa for armazenada em relés onde ela não está, na hora que ela for excluir, ela vai permanecer nesses relés, pois a solicitação de excluir não vai chegar neles? Em tese seria isso?

Recomendo comprar pelas carteiras SatSails ou Mooze. Você digita quantos reais quer, será gerado um código pix, que ao ser pago vai transferir DePix (SatSails) ou L-BTC (Mooze) para sua carteira.

Se quiser P2P, use a SpikeToSpike.com que usa Nostr, RoboSats na rede Tor, ou a corretora CoinEX. No SimpleX Chat tem o Sparrow P2P, clique no link do diretório de grupos que eu fiz, tem o meu e outros grupos, além de contatos como o dele.

Replying to c71d3760...

💰💰💰💰📈

Adoção das criptomoedas está repetindo história da internet, revela estudo.

A expectativa é que a marca de 1 bilhão de detentores de criptomoedas seja atingida em 2031.

Um estudo publicado pela a16z, empresa de capital de risco, mostra que a adoção das criptomoedas já chegou a 220 milhões de endereços ativos mensalmente. Como comparação, eles apontam que esses números estão repetindo a história da internet nos anos 90.

Chamado de “O Estado das Criptomoedas”, o relatório cobre diversas áreas do setor, desde stablecoins, preferência de rede por desenvolvedores, eleições, inteligência artificial e até mesmo a evolução das criptomoedas em termos tecnológicos.

O Brasil é brevemente citado em um dos gráficos, aparecendo entre os países que mais usam criptomoedas em dispositivos móveis. Na liderança aparecem os EUA, seguidos pela Índia e Argentina.

Outro dado que chama atenção é o crescimento das stablecoins. Segundo o relatório, embora as stablecoins processem menos transações que a Visa, elas já processam um volume líquido duas vezes maior que a gigante dos cartões.

Os volumes de transações de stablecoins mais do que dobraram os US$ 3,9 trilhões em transações da Visa no mesmo período”, aponta o teto. “O fato de que as stablecoins entraram na mesma conversa que serviços de pagamento tão conhecidos e consolidados como Visa, PayPal, ACH e Fedwire é um testemunho notável de sua utilidade.”

Comparando os meios de pagamento, a a16z nota que a preferência pode estar ligada aos custos de transação. Isso porque uma transferência internacional tradicional custa US$ 44, caindo para US$ 1 na rede Ethereum e menos de 1 centavo de dólar na Base.

Outro ponto mencionado é que 99% do valor de mercado das stablecoins está em dólar. Já no mercado tradicional, o dólar é responsável por apenas 58% das reservas internacionais.

Na sequência, o estudo destaca que as blockchains estão escalando, processando 50x mais transações por segundo do que faziam há quatro anos. Dentre os nomes mencionados estão soluções de segunda camada do Ethereum.

Outra tecnologia mencionada são as provas de conhecimento zero (ZK), que promete trazer escalabilidade, privacidade e interoperabilidade para as criptomoedas.

Por fim, o estudo também nota que as pessoas interessadas por inteligência artificial também estão acompanhando o setor de criptomoedas. Ou seja, um sinal de que essas duas indústrias podem ficarem cada vez mais interconectadas no futuro.

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Adoção das criptomoedas está repetindo história da internet, revela estudo.

A expectativa é que a marca de 1 bilhão de detentores de criptomoedas seja atingida em 2031.

Um estudo publicado pela a16z, empresa de capital de risco, mostra que a adoção das criptomoedas já chegou a 220 milhões de endereços ativos mensalmente. Como comparação, eles apontam que esses números estão repetindo a história da internet nos anos 90.

Chamado de “O Estado das Criptomoedas”, o relatório cobre diversas áreas do setor, desde stablecoins, preferência de rede por desenvolvedores, eleições, inteligência artificial e até mesmo a evolução das criptomoedas em termos tecnológicos.

O Brasil é brevemente citado em um dos gráficos, aparecendo entre os países que mais usam criptomoedas em dispositivos móveis. Na liderança aparecem os EUA, seguidos pela Índia e Argentina.

Outro dado que chama atenção é o crescimento das stablecoins. Segundo o relatório, embora as stablecoins processem menos transações que a Visa, elas já processam um volume líquido duas vezes maior que a gigante dos cartões.

Os volumes de transações de stablecoins mais do que dobraram os US$ 3,9 trilhões em transações da Visa no mesmo período”, aponta o teto. “O fato de que as stablecoins entraram na mesma conversa que serviços de pagamento tão conhecidos e consolidados como Visa, PayPal, ACH e Fedwire é um testemunho notável de sua utilidade.”

Comparando os meios de pagamento, a a16z nota que a preferência pode estar ligada aos custos de transação. Isso porque uma transferência internacional tradicional custa US$ 44, caindo para US$ 1 na rede Ethereum e menos de 1 centavo de dólar na Base.

Outro ponto mencionado é que 99% do valor de mercado das stablecoins está em dólar. Já no mercado tradicional, o dólar é responsável por apenas 58% das reservas internacionais.

Na sequência, o estudo destaca que as blockchains estão escalando, processando 50x mais transações por segundo do que faziam há quatro anos. Dentre os nomes mencionados estão soluções de segunda camada do Ethereum.

Outra tecnologia mencionada são as provas de conhecimento zero (ZK), que promete trazer escalabilidade, privacidade e interoperabilidade para as criptomoedas.

Por fim, o estudo também nota que as pessoas interessadas por inteligência artificial também estão acompanhando o setor de criptomoedas. Ou seja, um sinal de que essas duas indústrias podem ficarem cada vez mais interconectadas no futuro.

#Bitcoin é um trabalho de 70 anos:

• Criptografia - 1940

• Chaves públicas - 1981

• Dinheiro digital - 1983

• Prova de trabalho - 1992

• Contratos inteligentes - 1997

• Redes peer-to-peer - 2001

• #Bitcoin - 2009

Existem duas explicações para isso com o Bitcoin batendo ATH:

A primeira é a otimista, que eu particularmente tenho receio em conceber. Nela, você pode entender que Bitcoin está batendo máxima e ninguém está vendendo, dado que na mempool está vazia transações, então seguirá se valorizando muito porque pela logica ninguém está disposto a vender por esse preço.

A segunda é a pessimista na minha visão, e que eu como um pessimista estou mais aberto a ela. Nela, a explicação para a mempool estar vazia enquanto o Bitcoin bate ATH e com uma volatilidade razoável, é porque a maior parte dos Bitcoins sendo negociados são contratos de Bitcoin e não Bitcoins reais. Se a volatilidade segue expressiva, isso significa que o volume de compras e vendas segue aumentando e diminuindo, se isso não é refletido onchain, então essas compras e vendas ocorrem apenas em contrato oque significa que a maioria não tem auto custódia. Coisas como ETF e livro caxa de corretoras, as tais tesouraria de Bitcoin e etc, efetivamente possibilitando o mesmo que ocorre em bancos (reserva fracionária), criação de Bitcoin que não existe e etc.. cenário ruim para a minha visão sobre Bitcoin.

Realmente. A partir do momento em que impulsionamos, garfo ou citamos podemos colocar no nosso Citrine. E lá não as pessoas não podem pedir para apagar.

Vou fazer um teste com meus outros perfis para ver.