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Tornar o mundo mais visível não implica torná-lo mais controlável. Pode ser o contrário.
A via científica para o projeto de sistema: dialética ascendente.
https://ideiadacoerencia.wordpress.com/2022/10/09/a-via-ascendente/
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A via científica para o projeto de sistema: dialética ascendente.
https://ideiadacoerencia.wordpress.com/2022/10/09/a-via-ascendente/
A natureza não visa o ótimo, mas o adequado.
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A natureza é o enlaçamento bem-sucedido de uma miríade de movimentos para a coerência, alguns mal outros bem-sucedidos.
Trump e o "espírito do tempo"
Educação na e para a autonomia. Foco na relação com os filhos. Com exemplos práticos e uma filosofia clara, inspirada no https://takingchildrenseriously.com/
"Enforced rules are manipulative falsehoods about the world."
"A requirement for fun is the freedom to opt out."
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Introspecção
Curvar-se sobre o abismo, ao pé da montanha.

#fragmentos #fragments #fotografia #photography
Dialéticos vêem os pensamentos últimos de modo peculiar. Para os analíticos, os pensamentos últimos são fundamentos últimos, fixos e inabaláveis do conhecimento.
Os dialéticos apenas chamam a atenção para o fato óbvio de que estes pensamentos últimos são também princípios, quer dizer, o início ou o ponto de partida de uma nova caminhada.
E este círculo em que se metem nossos pensamentos primeiros-últimos só não é redundante e vazio, só não é uma circularidade viciosa, porque os supostos fundamentos últimos são apenas pressupostos problematizáveis.
São tentativas precárias de encontrar as verdades universalíssimas, pretensões sempre novamente postas à prova por possíveis refutações.
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Filosofia é a arte dos pensamentos últimos.
A arte de levar os pensamentos às suas últimas conseqüências.
Em um mundo opaco, a força da dialética reside justamente em não ser "científica", não ser apenas mais uma ramificação do platonismo experimental aplicado no lugar errado.
A imperturbabilidade é o avesso do desejo de explicar.
Nas cercanias da Configuração de Cusanus, o matemático e o poeta dão as mãos.
O calcanhar de Aquiles da modernidade? Vivemos em bolhas de pseudotemporalidade em um mundo pervadido pelo tempo.
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O bem político é a autonomia recíproca.
Vou contar um segredo: não acho que o Brasil vai acabar.